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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Culpado? "Esse cara sou eu."



Muito compungido e coração apertado que vou escrever tendo por fundo o ocorrido em Santa Maria, hoje, passados quatro dias, estamos vivendo, passeatas, demonstrações diante disso ou daquilo, faixas pedindo justiça a todos.
Podemos entender tudo isso, pois a dor de perder um filho é um buraco negro em nossa vida, que suga todas as forças, sonhos e o próprio futuro de um pai ou uma mãe nessa situação.(só quem viveu, sabe.).
Todos estão empenhados na caça às bruxas, queremos analisar e saber quem foi o “responsável” por tal número de mortos. E óbvio que objetivamente eles existem, mas existe em tudo isso um tempo anterior a tudo isso.
A respeito do assunto ouvi um apresentador de programa na madrugada, dia desses dizer: “Não frequento mais esses locais, mas quando o fazia como apresentador de espetáculo, vi muitas mazelas e na época não as denunciei, sinto-me, portanto um pouco responsável por essa tragédia, na verdade, todos nós somos culpados”.
Agora todos nós estamos a considerar a necessidade de alvarás, licenças, e fiscalizações, mas quando frequentamos locais assemelhados, não nos damos ao trabalho de sequer com uma simples atenção ao ambiente notar que ele está superlotado, não olhamos logo ali na entrada e ou na bilheteria ao quadro onde consta ou devia constar exposto ao publico o quadro com os alvarás autorizantes.
Entramos nesses ambientes e não nos inteiramos da existência dos necessários, e previstos legalmente, extintores de incêndio e saídas de emergências.
Ouvi comentários de que os artistas que se apresentam em espetáculos nesses locais, deveriam quando da assinatura de seus contratos, exigir a apresentações dos alvarás e das licenças necessárias por exigência legal, ao que uma cantora disse com todas as letras; “Se fizermos essas exigências não iremos nos apresentar em lugar algum, pois a grande maioria está estabelecida de forma irregular por uma ou outra razão”.
Essa atitude faz parte do grande esquema geral da geleia nacional, do jeitinho brasileiro, do caixa dois, do dinheiro não contabilizado, do molha a mão, da corrupção, do maior lucro propiciado pelo uso de material inadequado ou de segunda categoria; veja o, já quase esquecido, caso Naya (http://veja.abril.com.br/110398/p_024.html), e muitos outros por este Brasil afora que por “razões sociopolíticas e ou financeiras” não são dadas a conhecer a grande massa da população desta terra brasilis, até mesmo por estar mais ligado no que disse esta ou aquela celebridade com a maior superfície de pele exposta, e ou gastando seu tempo muito importante em acompanhar uma das formas mais refinadas da bisbilhotice, e fofoca sem compromisso que chamam de novela.
Logo após essas tragédias anunciadas de antemão, mais uma vez, veremos nossos representantes legislativos, se reunindo às pressas, apresentando condolências às famílias enlutadas e ou atingidas por catástrofes naturais com a do Rio de Janeiro em 2011, quando novecentas pessoas morreram (não eram classe média), e apresentarem medidas enérgicas para debelar e ou conter tais ocorrências, com criação de novas leis, visando proibir e ou coibir isto e ou aquilo, punir de forma mais rigorosa os culpados como o fizeram com os responsáveis pelo afundamento do superlotado Bateaux Mouche, o foram, sic est, http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL937563-5606,00-VINTE+ANOS+APOS+ACIDENTE+DO+BATEAU+MOUCHE+NINGUEM+ESTA+PRESO.html; como fizeram quando do aumento de assassinatos a tiro; banindo ou tentando banir o uso de armas complicando a venda das mesmas em lojas regularizadas.
A esse respeito uma minha neta de pouco mais de oito anos comentou:
“Vô será que os deputados não sabem que bandido não compra arma em loja?”
Vamos assumir todos nós desde o Governo Federal, Estadual, Municipais, todas as câmaras de representantes do povo em todos os níveis, e todas as demais instituições da sociedade civil dita organizada, onde se incluem todas as igrejas de todos e quaisquer matizes, nós o pais, enlutados ou não, todos nós jovens e ou velhos; que somos os verdadeiros culpados; quer aceitemos ou não isso. Podem parecer palavras duras, essas ai em cima, mas não deixemos de observar que a verdade é ácida e ás vezes agride, razão pela qual nos a jogamos, com muita frequência, para baixo do tapete.
A sociedade na sua totalidade é a soma de cada individuo, e não esqueçamos que nenhuma corrente pode ser mais forte do que seu elo mais fraco.
Deus possa ter misericórdia de todos nós, apesar de nós mesmos.

A única verdade incontestável é que:
V.D.M. I. Ae.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Saudades do passado remoto, ou Sonhos utópicos.


O Barão vai voltar a ter saudades do passado, não do recente, mas, do remoto.
O século XVI nos legou duas alterações de profundo alcance: uma foi a de cunho religioso, incontestável e profundo, a reforma lastreou a Salvação oferecida por Deus ao homem, exclusivamente na fé em Jesus Cristo e enfatizando que a arma para vencer o inimigo é a oração e a presença do Espírito Santo de Deus.
A outra contribuição, igualmente de importância foi a de estender a educação, antes destinada aos nobres, a todos os cidadãos.
A primeira restitui ao homem o acesso à salvação pelo caminho rápido da fé, colocando dessa forma, o sacrifício de Jesus Cristo no lugar planejado por Deus; restituindo a luz espiritual aos homens.
A segunda promoveu a libertação do homem, desta vez através de abrir o caminho para a luz do intelecto e do conhecimento; se atentarmos bem veremos que a abertura da escola ao cidadão comum, consolida e promove o caminho da salvação, por romper os grilhões da ignorância, mantidos pelos clérigos de então, promovendo por primeira vez o sentido democrático do sacerdócio universal do crente.
Veja este trecho do livro J.H.Merle D”Aubigné, Hist. da Reforma pág.45-Casa Ed.”. Presbiteriana.
"... Depuraram o clero, demitido todos os padres de vida escandalosa; cederam parte da propriedade da igreja para a manutenção do culto público, e a parte restante pôs fora do alcance de roubo. Prosseguiram na supressão dos conventos e estabeleceram, em todo o lugar, uma unidade de ensino..." (escola).
Nesse aspecto nosso país, passa ao largo, embora muito se fale em educação. Basta atentar para as últimas estatísticas sobre o assunto e verificar a colocação que nosso país ocupa. Para dizer pouco: vergonhosa. 
Todo esse "imbróglio" começa em casa, quando um grande número de progenitores acredita que educar é não deixar nada faltar aos filhos, a escola, embora cheia de grandes ideais por parte de muitos professores, que recebem uma formação ligada às mais modernas tecnologias, trabalham com teorias importadas distante das realidades do público alvo (alunos); escolas que ainda priorizam o giz, onde o critério de disciplina é algo utópico, aonde o aluno tem todos os direitos e o professor o dever de aprovar; quando este busca autoridade para trazer o aluno à razão, ou apanha dele ou é execrado pelos pais. É só prestar atenção nos últimos jornais.
O país passa por uma premência de técnicos para promover o crescimento econômico; como não podia deixar de ser, a escola se adapta a fornecer esses técnicos, o aluno não recebe a educação social básica em casa, na escola a educação formadora é relegada a segunda plana, e enfatiza-se a formação técnica, as humanidades são relegadas ao plano zero.
À criança, ensina-se a ler, escrever e a contar; quando o ensino evolui para cálculo, redação e estudo de coisas mais abstratas; como se diz por aqui:
"A coisa pega."
Daí o número absurdo de analfabetos funcionais.
Quais as consequências disso no caminhar da nossa sociedade?
É o que estamos vendo no dia a dia, a Igreja, no meu entender o único departamento social, que poderia fazer a total diferença, como aconteceu no conturbado mundo do século XVI, onde nobres exerciam seus desmandos econômicos e morais, a igreja de então não ficava atrás, imitando em tudo a ordem civil de quem copiara o sistema, mantendo o povo na ignorância total, não o faz.
Hoje o foco é o crescimento econômico, não só do governo, não sou contra isso, mas a margem disso estão contingentes enormes de pessoas, aos quais se estende esmolas, bolsas isto ou aquilo, não os preparamos para o futuro, lhes damos os peixes, não os ensinamos a pescar, são assoberbados de promessas descartáveis, festas, muitas festas, ou seja, o velhíssimo: "Panem etc circenses", (pão e circo), a forma com que governaram os velhos imperadores romanos.
A igreja de hoje busca também o crescimento econômico, almeja ganhar o mundo, parece que o céu é utópico e longe demais e não dá lucro, Deus está a serviço de promover a benção de dar em dobro a oferta que você depositou no altar. Seus ministros estão voando nas asas ”abençoadas” de Jatos para poder esfolar maior número de ovelhas no menor tempo. De tudo se vende em nome da fé, canecas, chinelos, gravatas, camisetas, canetas, lenços e travesseiros ungidos, muito provavelmente já venderam suas almas, como o fizera Dr.Faust da velha lenda alemã.
Não são mais servos de Deus, mas, Pai, Patriarca (esposa do tal, cuida de vigiar se têm serviçais contratadas, ele pode querer seguir a risca a bíblia...), Apóstolos, Visionários de dúzias, Grupos cujos lidere disseram a Deus, quando supostamente estavam em estado de pré-morte após um atentado:

-"Senhor não é minha hora. Você precisa de mim na terra"...

Atenção é o barro dizendo ao oleiro o que fazer. Essa figura que se arvora a dizer o que Deus deve fazer, (Cesar Castellanos), está querendo transferir,alias, já transferiu sua mazela para o Brasil, pois parece que na Colômbia, o resultado foi o de ter grande número de seguidores, mas mudança de situação, moral e social, o resultado foi zero ou quase.
Assim sendo, precisamos mais do que nunca antes neste país, denunciar, anunciar, cobrar, exigir, reclamar dos desmandos de quem quer que seja, e espalhar a verdade do evangelho, não só por escritos, mas por exemplos de vida em nosso dia a dia.
Exigindo que a escola alcance excelência, não só para prover elementos para ocupar postos para o crescimento econômico, mas também para a formação de pessoas aptas a promover o crescimento social e moral da sociedade.
A igreja precisa resgatar sua parcela na formação moral e intelectual no mínimo das crianças de seus fieis, e pararmos urgentemente com essa macumba gospel.
Faz-se necessário fazermo-nos servos de Deus e não filhos mimados e exigentes das benesses.
Mais do que nunca nos presentes dias, precisamos aprender e restaurar o valor e a importância da palavra simples e poderosa: NÃO.
Não aos desvios doutrinários por mais bonitos que sejam.
Não a pastores sic est., que se desviam dos ensinos bíblicos.
Não aos corruptos de toda a espécie que pululam por este país rico por natureza.
Não aos pastorastros que sonham em ministérios megalômanos, através da espoliação e de promessas anti-bíblicas, falsas e mentirosas com o objetivo de angariar fundos para a satisfação de seus egos.
Não a toda e qualquer mensagem que não tenha apoio bíblico.
Não a toda e qualquer palavra vinda de um  púlpito que não seja da edificação do ser humano para a caminhada em busca da vida eterna, baseada no sacrifício de Jesus na Cruz.
Não a todo o pastor que não promova o Amor ao próximo, como regra básica de fé na consecução da busca do Reino de Deus.
Não todo e qualquer movimento que seja mero ativismo e ou espetáculo, que não busque o verdadeiro estabelecimento da transformação do amor ao próximo em atos palpáveis e verdadeiros.

Já o disse em outro lugar nestas escrevinhações, nos orgulhamos de ter atingido o numero de quarenta milhões ou quase isso, vamos pensar juntos,
Os nãos evangélicos promovem anualmente um esquema de doações voluntárias e constroem um centro de atendimento completo e funcionando com os valores doados, centros esses que realmente fazem diferença para muitas famílias que ali levam seus filhos deficientes para serem verdadeiramente atendidos e recuperados para atividades produtivas, então vamos lá:
Se cada verdadeiro evangélico doar somente um real, isso mesmo um só real todos os meses, quer me parecer que teríamos no mínimo um valor de vinte e cinco milhões de real mês, por baixo. Mas isso é utopia e sonho, pois o orgulho e a cegueira denominacional que nos tolhe a visão do reino não nos permite ver nem mesmo frente dos olhos, temos enormes traves diante de nós.
Outro problema sério desta utopia é esbarrarmos em muitos Ananias e Safiras, e quem administraria tudo isso, num mundo em que até mesmo no arraial evangélico nos deparamos com um não pouco número de pessoas despidas de caráter e pudor.

As vezes não dá para manter a calma, mas saibam todos que:

V.D.M.I.Ae

sábado, 26 de janeiro de 2013

Lembranças de um velho cutruca


Oi minha gente, estou aqui diante desta máquina maravilhosa, que nos permite em um átimo viajar de polo a polo desta magnífica nave espacial, que muitos teimam em chamar de terra, quando para fazer justiça à maioria, deveria chamar-se mar, deixa isso para lá, bem estou aqui digitando umas coisitas que me ocorreram enquanto tomava meu café da manhã vendo uma série de comerciais na televisão.
Diante do que vi nessa maquina de fazer doidos, ou imbecis, fui atirado para lá de sessenta e cinco órbitas terrestres (A) no passado. (não usei a frase transportado temendo que algum crentense pudesse agregar um grória ou aleluia ao texto).
Fui posto a pensar e a constatar como os tempos mudaram.
Lembrei-me de um dia lá no longínquo passado, jovenzinho franzino de uns sete anos, acabado de tomar o banho de canequinha, enxugando o corpo com uma toalha macia e acariciante do mais puro tecido de algodão, penteando o cabelo castanho dourado com umas gotas de Glostora, até do perfume me lembrei, preparando-me que estava para sair com minha mãe para comprar o material escolar.
De posse da lista e de algum dinheiro na bolsa, minha mãe me alertou para não escolher os cadernos mais caros, mas comprar os melhores que nosso pouco dinheiro podia pagar.
Não estava eu preocupado com os materiais mais caros, mas em obter os materiais que eu poderia dizer que seriam meus, exclusivamente meus, e fomos a pé para a Penha de França, o bairro vizinho ao nosso onde se concentrava o comercio da região.
Ocorrem-me ainda hoje, tantas órbitas terrestres depois, ainda a memória visual dos cadernos, como se dizia então de capa mole, capa essa em azul claro/escuro, ou em amarelo, em quadradinhos que lembravam a toalha de mesa de nossa cozinha, que desde logo me chamaram a atenção e que eu fiz questão de levar.
A borracha, branquinha suave ao tato, o lápis número dois, minha mãe comprou logo doze, para não ter que ficar andando tanto quando fosse necessário outro; papel celofane para encapar os materiais, e a Cartilha Sodré, através qual eu iria penetrar no misterioso, até então para mim, mundo da leitura.
Paga a conta, que minha mão agradeceu a Deus em alta voz, não ter sido tão dispendiosa como julgara, recebi das mãos de uma linda balconista, já era observador desde então, os dois embrulhos de papel pardo amarrados com um lindo barbante colorido e então me senti o mais poderoso e orgulhoso carregador, daquilo que refutava de o meu tesouro.
Chegados em casa a primeira coisa que fiz foi correr para a mesa da cozinha e abrir os pacotes com cuidado como acentuava minha mãe com uma voz de sargento orientando a tropa (eu).  O que fiz a seguir foi comparar o desenho de meus cadernos com a toalha da referida mesa, o desenho era igualzinho, só em tamanho menor.
Apanhei nas mãos cada um dos itens, olhando-os com um carinho desmedido, e naquela idade já devaneava com o mundo que eles iriam me ajudar a desvendar, enquanto assim agia, sentia um delicioso odor daqueles materiais que de tal maneira se impregnou na memória que hoje sessenta e tantas órbitas depois ele ainda permanece ativo em minha memória olfativa.
Foi então que minha mãe me apresentou o objeto que iria me ajudar a levar e trazer tais materiais à escola, um embornal, (1) de brim caqui que possuía uma tira ajustável para carrega-lo aos ombros, incontinente e impaciente coloquei meus cadernos dentro do embornal e fiz com que minha mãe ajustasse a tira a meus ombros.
Naquela noite e nas seguintes, ia dormir, não sem antes conferir meus cadernos, lápis e demais coisas, sonhando a seguir com minha chegada a escola com o lindo embornal feito por minha mãe contendo o lindo material escolar que era meu tesouro...
Como fui lançado há tanto tempo atrás para esse devaneio?
Já não disse ali acima?
A sim, uma bateria de publicidade de começo do ano letivo, sim, um exaltava uma mochila com carrinho contendo imagens de uns zumbis, caveiras e personagens pálidos de uma série televisiva; outra propaganda chamava a atenção para carros de corridas com mochilas e cadernos de veículos, com bonés de corredores de automóveis; a outra propaganda de mochilas cadernos estojos e outras coisas de uma boneca magricela com poses de modelos fotográficas etc etc.
E querem saber a verdade? Senti pena destes jovenzinhos de hoje, pois eu mesmo constatei; esse material escolar não lhes propiciará em um futuro próximo vindouro uma recordação de seus primeiros dias escolares, esse material tem odor de tinta, e me parece que quase nenhum desses jovenzinhos modernosos, admira seus livros, que nem isso é, e sim apostilas; dos modernos materiais escolares os únicos que mantém o odor de antanho são: a borracha de apagar, e o lápis de cor, em quase tudo ainda iguais a aqueles de ontem, que esses jovenzinhos já não usam substituindo-os por tal de errorex, e canetinhas hidrocor que cheiram a solvente de tinta.
Imagino que dentro de sessenta e poucos anos no futuro um velhinho caquético tudo o que devera recordar é quantos megabits tinha o céu celuleptotabletipoiped tinha a mais que seu inimig, digo, amiguito, e a poluição sonora, visual, intelectual estarão tão avançada que no máximo se lembrarão da marca do carro com que ia a escola, isso se o tal Alzheimer não lhes cobrar o preço ai pelo trinta anos de idade.
Pobres crianças modernosas, Deus tenha piedade de todos nós incluído nisso este velho cutruca. (2)
Saibam desde já todos os que se atrevem a ler estas sandice até aqui que:
V.D.M.I.Ae.


        (A)     Mania do Barão em se referir a anos de vida, já que um ano corresponde a uma órbita da terra ao redor do sol, menos seis horas e alguns minutos.
        (1)    Embornal = s. m. 1. Saco de pano ou couro para provisões, ferramentas etc.
        (2)    Cutruca =Sujeito ignorante.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Maluquices de um velho mequetrefe


A cada dia que passa este velho mequetrefe na beira da estafa por ouvir tantas asneirices ditas em nome de um negócio que teimam em dizer Eva angelico, que a bem de uma verdade verdadeira está mais para unseteunzismo (1) do que outra coisa.
Considerando uma série de problemas que temos em nossa terra brasilis, onde o fazer frases tão pomposas quanto vazias, que significam pouco mais que um ajuntamento de palavras despidas de sentido, mas que vez por outra as vemos empregadas como se formassem assertivas de profundo significado, algumas vezes herméticas, ditas para somente um grupo de escolhidos especiais, decidi dar minha humilde colaboração para os candidatos a pastorastros neófitos, com a coleção abaixo.
Estas quatro colunas de palavras, numeradas, permitirá ao neófito, sem muito esforço, criar frases, que podem ser aplicadas em seus sermões, gritados ou sussurrados, ao pé do ouvido de suas ovelhas, (melhor seria carneiros\),  em relatórios, com efeito de grandes tiradas e ousadas afirmações de fé, esperança, e sabedoria.
O que acredito, posso estar redondamente errado, ser o mérito deste esquema é que não exigirá do usuário nenhum maior esforço do que escolher, com o mínimo esforço uma centena, utilizando-se dos números de 1 a 8 mais um número de l a 3.
Vamos à tabela, ao final darei alguns exemplos que elucidação de vez a ideia.
A
B
C
D
1 Multiplicar
1 Fé
1 Tomar posse

2 Semear
2 Amor
2 Verdade

3 Investir
3 Dom
3 Instrumento
1 Benção
4 Propiciar
4 Caminho
4 Herdeiro
2 Abundância
5 Crescer
5 Crescimento
5 Filho
3 Salvação
6 Cultivar
6 Oração forte
6 Milagre

7 Honrar
7 Palavra
7 Prosperidade

 8 Desenvolver
 8 Comunhão
8 Espírito


Para utilizar a tabela escolha uma centena e mais um número de um a três, vejamos:
341-3 dessa forma você escolheu as palavras Investir, Caminho, Tomar posse e salvação, sua frase de efeito ficara desta forma:
-“Investir no caminho é tomar posse da Salvação”
Com um pouco de investimento intelectual você poderá flexionar os verbos da coluna A para obter resultado impactante, usando a centena 611-1, ou seja, Cultivar – Fé – Tomar posse e Benção, seguindo a sugestão de flexionar os verbos teremos uma frase como se segue:
Cultivando com determinação a Fé podemos seguramente tomar posse das bênçãos”, ou ainda:
“Cultivando com determinação a nossa , estaremos nos preparando para tomar posse das bênçãos prometidas”, assim por diante.
Façam bom uso e continuem a engodar, digo pregar, prosperidade, benção, semear, investir em suas ovelhas, digo melhor, carneiros, e aproveitem façam algumas alterações introduzindo palavras tais como: Dízimos, sacrifícios, fogueira santas, é claro, lenço ungido, e outras que já façam parte de seus universos, afinal a tabela acima esta liberada para uso, e se julgarem oportuno podem dizer que é de sua lavra (1).
Eu sinceramente, embora tenha feito essa idiotice que esta ai em cima, sugiro que leiam a Bíblia e procurem entender o verdadeiro sentido da mensagem do evangelho que valoriza muito a lei de Deus em seus dois artigos.
Ame a teu Deus de todo o teu coração;
Ame a teu próximo como a ti mesmo.
Seria hilário se não fosse trágico o momento que passamos, mas mesmo assim, saibam todos que despenderem seu tempo em ler isto que;
V.D.M.I.Ae.
(1) unseteumzismo = artigo 171 do código penal que trata do crime de estelionato.
(2) Lavra = autoria.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Culto a Deusa Ocap ou Hospitais ? Escolha cruel



Nós vivemos, quer parecer a este idiota que está escrevendo, em um lindo país de faz de conta.
Por qual razão, motivo e ou circunstância estou a fazer tal assertiva? Vamos desfiar algumas hipóteses:
-Estou curungo, (1) dado já ter percorrido um total de 67.890.000.000 quilômetros ao redor do sol, quase sempre sem protetor solar;
Devo apresentar alguns sinais de tontura crônica visto que ao longo dessa distancia toda efetuei com a terra um total de 26645 giros completos nesta nave espacial;
É possível que apresente algum problema de estar desatualizado, pois neste período todo passei dormindo em média um total de 106.580 horas;
Por ter algum problema desconhecido e de não estar no domínio do perfeito juízo, pois acredito de forma inquestionavelmente irrevogável que a Bíblia Sagrada, sem acréscimos e ou interpretação de Pais-após-tolos., pastorarstros e ou quaisquer outros sevandijas e ou ainda qualquer açambarcador da fé alheia, é a mais pura e total PALAVRA DE DEUS.
Tirante esses fatos acima, que com certeza quase absoluta, devo estar enquadrado em todos; outra deficiência não me ocorre, salvo a vez por outra, ou quase sempre assassinar esta linda última flor do Lácio (2). Mas, porém, contudo, afirmo, ou melhor, reafirmo que vivemos num pais de faz de contas, em razão de estarmos vendo diuturnamente nos chamados jornais televisivos e ou radiofônicos, noticias de que os nosocômios, me parece melhor do que hospital, estão sem condições de atendimento  minimamente  aceitável às pessoas que teimam em ficar doentes.
Qual a razão de afirmar que as pessoas teimam em ficar doentes, é muito simples, nos idos de 28 de setembro de 2006, nosso amado representante o senhor Mastigoteuthis flammea., em um encontro com o senhor  Phesoj  Tletablr presidente da Fafi, promotora do culto quadrienal da Deusa Ocap que pediu ao primeiro um relatório assegurando nossa capacidade de realizar em nossos adiostes que deveriam ser reformados o culto quadrienal  da Deusa Ocap, o que foi feito, sem sequer uma consulta popular para sabermos se queríamos gastar dinheiro na copa ou se queríamos reformar a cozinha.
Isso feito escolhido que fomos, foram realizadas festas, patrocinadas pelos (dês)-governos locais, interessados no legado da Deusa Ocap, que neste caso nada mais é ou era a construção de melhores meios de transportes coletivos, melhoria nos aeroportos, etc. patrocinaram festas, concorridíssimas. ( o povo brasilis adora festa, principalmente aquelas que os outros pagam).
Logo a seguir um dos, então gordote, nomeado embaixador do Brasil junto à otoridades da Fafi, questionado sobre os enormes gastos que seriam; como estão sendo feitos para a remodernização dos altares adiostes para o culto da Deusa Ocap, não seria mais bem aplicado em outras necessidades nacionais, saiu-se com a pérola de que “Não se realiza umacopa do mundo construindo hospitais”.
Então tai a razão pela qual eu digo que não cabe reclamações pelo descalabro que vemos nos hospitais brasileiros, não podemos modernizá-los, pagar um salário justo para os médicos, não podemos reclamar da falta de verbas para a compra de insumos para o atendimento nesses nosocômios, as ambulâncias quebradas não podem ser consertadas por absoluta ausência de dinheiro sonante para tal, afinal, NÃO PODEMOS REALIZAR UMA COPA CONSTRUINDO (nem modernizando) HOSPITAIS, (nem postos de saúde, nem escolas, nem mesmo temos dinheiro para pagar, já a seis meses, a ajuda de custo aos alunos que estudam no exterior, nesse lindo projeto “Escola Sem fronteiras”.)
De quebra para alguns PeTulantes, o nosso STF está a praticar injustiças ao condenar os réus do mensalão.
Bom, vamos ficar por aqui, caso contrario eu vou pirar (3), e ou ser enquadrado em algum artigo legal e atirado no fundo de uma cela de nossos modernosos presídios, uma vez que sou pobre professor aposentado, e não terei dinheiro para bancar advogados para exercer meu lídimo direito de pensar, e externar esse mesmo pensamento.
Com muita angustia no coração, com sede de justiça, com esperança em Deus que olhe para os nossos descaminhos e tenha muita misericórdia de nossa nação:
Digo que a única coisa certa e verdadeira é que:

V.D.M.I.Ae.

Provérbios:  8

(1) Coroca, decrépito, caduco.
(2) A língua portuguesa.
(3) ficar maluco, doido.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

"Ianuariis" vêm aí... ou tudo novo de novo.


1 Eclesiastes 1:1-18 
Oi minha gente deste porto digital, Estamos no limiar de um final de órbita, e pelo que podemos depreender do caminhar da lua, de júpiter nas noites, denotam que não temos nenhum nibiru a caminho.
Temos depois da ameaça atribuída aos pobres povos maias de um fim do mundo que não se consumou, por ser uma inverdade fantasiosa de mentes místicas, que buscam em tudo uma explicação mirabolante esotérica, recheada de cristais, alinhamentos, conjunções e combinações alfa numéricas etc.etc. hoje coisas disseminadas em meios “invangelicos” como lencinhos, sais, descarregos, portais, etc. muito por culpa de pastorastros com visões muito particulares de seus interesses de não ser “Calda”, mas cabeça, se esquecendo de que para ser um animal normal, se faz necessário o apêndice da coluna no lado oposto ao da cabeça para dar equilíbrio ao dito animal, que em si, é a um tempo cabeça e cauda.
Bom, vamos parar de firulas, e vamos ao que interessa; tai, temos pela frente um ano novinho, que será inaugurado à zero hora do dia trinta e um, redondo; ledo engano, por culpa de uma convenção, já que o verdadeiro dia do ano novo (o inicio de uma nova órbita da terra ao redor de sua estrela particular, o sol) só terá inicio lá pelas seis horas da manhã e uns tantos minutos do dia primeiro de janeiro; bem, como nós não gostamos de ter compromisso com a verdade seja ela qual for vamos deixar isso para lá, assim como não poderemos fazer a Copa mundial de bolfute (1)da Deusa Ocap, construindo hospitais, até em razão de que as filas do sistema de saúde sempre a teremos conosco, e que não é de estranhar que pessoas morram nas ditas filas esperando atendimento médico, coisa óbvia, pois estão doentes.
Lamento dizer que iremos perder a grande oportunidade de fazermos já no primeiro dia, um novo caminhar, um traçado de um rumo social igualitário, solidário, pautado nos ensinamentos de Jesus Cristo, tão pregado por estas plagas brasilis, mas que a cada dia o nome é grafado como Je$u$ o Cri$to.
Vivemos em um país de faz de conta, os roubadores da fé se assenhoreiam do povo com promessas de prosperidade usando o seu deus como um ser supernatural a serviço das suas vontades e ou determinações.
O irresponsável que bebe e dirige, matando quase sempre inocentes, foi “como nunca antes se viu neste país” punido exemplarmente, com uma multa de quase dois mil reais, e que será preso incontinente se constate sua embriagues, só que ninguém menciona que o dito infeliz irá pagar a multa somente quando for licenciar seu veículo, o que ocorrerá na melhor das hipóteses seis meses depois de ter ceifado vidas que lhe ocasionou a dita multa.
Ah! Quando a prisão ela será mantida até ele conseguir juntar o montante da fiança arbitrada, que pelo que sei, (ignorante que sou) quase nunca ultrapassa cinco mil reais, caso ou outro, dizem chega a quinze mil reais, em razão da aparência de “Status”, exatamente aplicada a quem saca o cheque e o preenche no valor arbitrado; e que em qualquer caso irá aguardar o julgamento de seus atos em liberdade, julgamento esse que poderá demorar até dez anos.
De verdade nunca dita antes neste país, temos a vítima, que quando morre custa financeiramente o valor de um enterro e seus custos absurdos, e a dor inominável, incalculável por quem nunca teve um parente acometido por esses porcos animais que se dizem humanos bêbados ceifadores da vida, repito em noventa e nove por cento das vezes inocentes, que acabam lançando famílias e a sociedade consciente no vazio, do sentimento de nulidade e impotência que se acomete principalmente aos parentes próximos, e que nenhum tratamento psiquiátrico pode acalmar.
Normalmente esses criminosos do volante, em sua maioria, são pessoas vazias, irresponsáveis com a sociedade e inconsequentes consigo propriamente ditas, que acabam ceifando vidas promissoras, não só para elas mesmas, mas para a sociedade, jovens estudantes, pessoas que contam em termos sociais, trabalhadores, mas vamos pensar em coisas melhores, afinal temos um ano novo pela frente.
Ano Novo, vamos lá vamos comemorar, seria melhor dizer bebemorar? Afinal o que são quarenta mil mortos por ano? A revolução Síria em vinte e dois meses (quase dois anos) tem um saldo de cerca de vinte mil mortos. Nós sem nenhuma revolução somos mais eficientes.
Afinal estamos nos aproximando da Copa.
Vamos deixar de tristezas, afinal temos um ano inteiro para comemorar...
Comemorar?  Comemorar o quê?  Milhares de pessoas que estão caminhando para as fauces do inferno aberta por esses sevandijas sacripantas da teologia da prosperidade, dos milagreiros do 12/12?
Não sei se o farei de forma pertinente ou impertinente, mas vou aqui citar uma coisinha que meu velho pai, o Guilhermino certa ocasião, das poucas que conversávamos me disse:
-Enquanto houver ao teu redor alguém analfabeto, sofrendo frio, fome, maus tratos, opressão ou injustiça, tenha presente que a tua comunidade não poderá ser feliz, e se assim parecer; essa felicidade é falsa, e irá cedo ou tarde desencadear violência nessa comunidade.
Bem não nos detenhamos nessas coisas afinal, dentro de poucos dias teremos um ano novo, com novos caminhos, novas realizações, novas conquistas, mas só teremos isso se fizermos de nossa vida uma NOVA CRIATURA, através da verdadeira volta ao evangelho, caso contrario vale a observação de Eclesiastes acima apontada, e que Deus, o verdadeiro. O criador dos céus e da Terra tenha misericórdia de nós.
Saibam todos que a única coisa certa e segura, saia ou entre um novo ano é que:
V.D.M.I.Ae.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Contagem Final? "Finalis Comitiis?"


Oi, se alguém acompanha o que este velho anda a escrever neste espaço, notou, que foi =colocado um quadro com o nome de “Finalis Comitis” A contagem final, buscado em alguns resquícios de memória do velho ensino de latim do antigo secundário, secundado pelo apoio do Google tradutor.
Fiz essa brincadeira, aborrecido com a confirmação de nossa estupidez inominável, até mesmo no que diz respeito ao conhecimento das palavras e seu alcance, senão vejamos somente alguns casos, pois se alguém decidir estudar esse assunto profundamente poderá gerar um TCC completo, mas vamos aos casos;
Fim, segundo o dicionário quer dizer termo, conclusão, logo temos que entender, termino, o algo que vai ser descontinuado, logo se ligar esse termo a...do mundo, logo o significado total da expressão é melhor entender como o término desse planeta que chamamos mundo, mas o que termos visto por aí.
Locais no mundo que não seriam atingidos pelo fim do mundo.
Pessoas e ou regiões se preparando para o fim do mundo comprando e estocando alimentos e outros produtos para lhes garantir a sobrevivência ao fim do mundo.
Segundo alguns jornais, pessoas sendo convocadas por redes sociais para na zero hora do dia vinte praticarem suicídio mágico para vencerem o fim do mundo.
Há muitos anos atrás, um colega de serviço, crente marca barbante, um dos primeiros seguidores da onda prospera de pastores penteca os tais místicos, acredito la na década de setenta, começou a falar do fim do mundo com tal ênfase que começou a gerar preocupação nos colegas de serviço.
Chamado a atenção para moderar seus comentários no local de trabalho, para não gerar ansiedades desnecessárias, de nada adiantou essa advertência, já que ele dizia ser sua obrigação alertar a todos visando à salvação que a igreja poderia lhes propiciar...
Como esse funcionário tinha algumas propriedades herdadas, fiz-lhe a seguinte proposta:
“-Fulano, (embora me lembre do seu nome não vou mencionar), vamos a um cartório para que você por escritura pública repasse todos os seus bens e direitos para mim, a partir do dia seguinte ao fim do mundo de que você tanto fala”.
-Me perguntou ele:
- O que você vai ganhar com isso?  De imediato lhe respondi.
-Se o mundo de fato acabar, nada, mas se não acabar ficarei dono de todas as tuas propriedades de fato e de direito, topas?
Claro que ele não o fez.
Alguns místicos falaram que esta data é a época propicia para você poder interferir no mundo cósmico para decretar o fim de um período e propiciar com suas ações a mover o cosmo a criar momentos propícios para uma nova oportunidade para o homem evoluir.
O que me deixa estarrecido é que muitos paispostolos, mais para após-tolos apregoares algo muito parecido com isso, tendo mesmo um notório pelas regiões norte deste infausto pais, que não pode fazer uma copa do mundo construindo hospitais, seguir pregar o dia 12/12/2012 como a grande data do seu milagre, que se não é “ló mismo” que os místicos pregam ,” pero es igual”; não se faz necessário aqui dizer que isso confronta com os ensinamentos Bíblicos, cuja observação deveria ser apanágio do cristão.
Acordei, fui ver meus cachorros que dormiam a sono solto, convidei-os a saírem comigo para o quintal, e lá estavam as minhas plantas movidas por uma brisa leve, a Mangueira enfeitada com seus frutos verde rosado, a pitangueira como uma arvore de natal com suas bolinhas avermelhadas, movidas por uma aragem refrescante em meio ao calorão que faz por este litoral paulista, lá estava o sabiá a cantar sua melodia, que de tanto o fazer, acabou por ensinar as minhas calopsitas e imitá-lo ao longo do dia, a plácidas das nuvens iluminadas pelo laranja amarelo do sol rompendo o horizonte, olhei tudo isso com um sentimento de gratidão a Deus que nos deu tudo isso e estava tudo ali inteirinho lindo e alegre como muitos dias do passado e muitos outros que virão.
Na brincadeira do “Finalis Comitis” no rodapé da contagem fiz constar algumas citações bíblicas, e enfatizando nosso entendimento que tudo isso é única e exclusivamente da alçada de Deus, e que em suas mãos me coloco, com todos os meus defeitos humanos, até em razão de que não me esqueço das minhas setenta e três e dois doze ávos de órbitas, e que pela misericórdia de Deus muito pouco mais me resta neste mundo. Leia neste blog em 19 de abril de 2012 sob o título Angustia da morte ou certeza da via?
Devemos imediatamente para de ouvir, ouvir, e apenas ouvir, e seguir sem questionamento o que se diz por aí no tocante a esse assunto que transcende nosso tempo neste mundo, leia, compare, leia não somente em uma fonte, leia tudo o que for possível, se utilize da capacidade que Deus nos dotou de poder analisa, julgar, confrontar e escolher com lógica o de melhor, cuidado com palavras luminosas promessas mirabolantes, vamos não nos esquecer de o que disse Albert Einstein já quase no fim de sua vida:
“-Deus não joga dados”.
’”A única solução viável para mudar o mundo para melhor é a Bíblia Sagrada” Barão de Bitarú
Você quer verdadeiramente acabar com o mundo “velho”?
Aceite a Jesus Cristo, o verdadeiro, esse retratado na Bíblia, esse que morreu e ressuscitou para te dar a adoção de filho de Deus, para receber a vida eterna e não meras riquezas que as traças e ladrões roubam.
Leia a Bíblia, e tomem cuidado com os falsos profetas que andam por aí com doces cantos para seduzirem aos incautos.
Deus tenha misericórdia de todos nós.
V.D.M.I.Ae.