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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Os primeiros oitenta anos de minha vida...



Caros leitores e irmãos, tenho estado estes dias afastado deste teclado mas não da leitura dos blogs que acompanho nem dos jornais por este mundo de Deus, uns leio em direto, graças a meus ancestrais, outros uso do beneficio que esta tecnologia nos coloca nas mãos, uma tradução nem sempre muito escorreita, mas que nos permitem entender e efetuar as devidas correções.

Não tenho igualmente perdido a ocasião de me inteirar também do que anda acontecendo por esse mundo gospel, desmiolado de nossos dias.

Tudo isso; os acontecimentos, essa tecnologia que nos permite visitar inclusive uma rua em qualquer lugar do mundo, sem sairmos do lugar, ler livros publicados a duzentos e tantos anos atrás, me fez notar que nossa vida, essa de no máximo 90 anos, e que tudo o que for a mais é canseira e enfado, esta correndo em um ritmo vertiginoso. Leia Salmo 90: 10, alias leia ele inteiro, depois volte aqui.

Não se trata apenas de uma percepção de ordem psicológica, mas de tempo real, as pessoas estão correndo mais, apressadas, estressadas, estão em busca de acumular riquezas, e a igreja que no meu parco entendimento deveria ser o organismo mais importante de uma sociedade, o local onde poderíamos buscas o refrigério e a paz, também entrou nesse embrulho.

Não basta pregar as promessas presentes e futuras, e usarmos a fé para aguardá-las, como premio de nossa fidelidade e adesão incondicional a Deus, através da fé, como fez o Apostolo Paulo, (leia em 2 Timóteo 4:7), vamos desfrutá-las já, aqui e agora, não vamos esperar o tempo de Deus, dizem os entendidos “kairós”

“Não podemos esperar tudo isso, pois para Deus um dia é mil anos, e convenhamos eu não vou viver tudo isso...” se não dizem abertamente, a maioria pensa assim...

“Vamos semear, sim vamos semear, pois temos a experiência de que assim a coisa anda logo, até porque estaremos movendo no sobrenatural nossas intenções", tem pastor por aí propondo isso:- “imagine o salário que você quer receber, digamos cinco mil reais, divida esse valor por doze que vai resultar em quarenta reais e noventa e nove centavos, você vai colocar esse valor em um envelope e entregar a igreja, a cada mês até o decimo segundo e Deus te dará esse aumento, já que você estar semeando”; a ideia é do Boafaia; o valor citado e o cálculo são meus, mas a ideia,sejamos honestos é dele, isso vale ate para aquele dinheiro que você receber de ajuda para viver, quando está na pior ou seja desempregado, morando de favor, diz o dito cujo, calcule o aluguel que você pretende pagar quando arranjar emprego e faça a semeadura, divida por doze esse futuro aluguel, coloque todo o mês esse valor em um envelope e entregue a igreja, a dele é claro...

A minha pergunta é: Será que não dá para aguardar o dízimo, quando eu arranjar um emprego?

Pergunto eu , que não estou com pressa alguma, quando eu receber, caso receba, o salário que eu semeei, poderei descontar o valor entregue mês a mês da semeadura, do dízimo que irei dar sobre o novo salário?

Outra pergunta, esta também de quem não esta nem um pouco apressado Caso eu vá adquirir um bem de um valor expressivo, digamos por hipótese, um automóvel, no valor de uns Trinta mil reais, e o vendedor por eu estar pagando à vista, me der um desconto de uns quinze por cento, que resultará em um valor de quatro mil e poucos reais, eu devo dar o dízimo desse desconto?

Em caso de resposta positiva eu pergunto ainda, não estaria configurado Bí dizimização? Teria direito de no dia do acerto de contas, ao desconto de alguns desvios doutrinários? Ou receberia uma benção adicional aqui e agora?

Um pastor da igreja que eu frequentava, que mal se divorciou, coisa de três ou quatro meses, já esta na internet, cantando declarações de amor para aquela que Deus irá preparar para morar no seu coração para sempre, isso me lembra impiedosamente a história do rapaz casado há pouco tempo, que por uma doença avassaladora, perdeu a sua esposa de quem ele era perdidamente apaixonado, chorava compulsivamente, repetindo: O que é que vou fazer, e debatia-se repetindo insistentemente essa fala, os amigos tentando consolá-lo diziam:

Calma, é realmente uma situação muito difícil, mas dê tempo à vida, daqui há alguns meses você poderá conhecer outra mulher igualmente bonita e inteligente, e então retomar sua vida...

O recém viúvo interrompendo os amigos disse:

Quem está preocupado com dentro de alguns meses? Eu estou querendo saber o que vou faze hoje a noite....

Pois é a pressa impera em nossos dias, dentro desse esquema temos que gozar todos os deleites agora, sejam quais forem, os da mesa, comermos até não mais poder, se tiver problemas de digestão tome um ENGOLE e fique sossegado; se você foi a uma paulada, desculpem-me, balada e está dançando a três dias, e a dor de cabeça é terrível? Olha o Engole aí pra te ajudar... o que importa é o aqui e o agora.

Ouvimos frequentemente, inclusive durante alguns sermões a repetição descabida, desajustada e até mesmo mentirosa de que: Esta vida é curta...

Essa afirmação é uma da coisas que, quase com alguma certeza, ouvida desde a mais tenra idade, acabamos por tomar por verdadeira, criando em nós a ânsia de apr oveitá-la a qualquer preço.

Não existe mais refinada mentira do que essa.

Aqui nesta terra nós vivemos os nossos primeiros oitenta ou noventa anos de uma existência eterna... Leia João 3:16; 24

Se fora diferente, nosso Deus se tornaria mentiroso, que quero crer que ninguém em sã consciência quer afirmar isso.

Nossa vida é eterna, ou infinita ,poderemos viver os nosso primeiros oitenta ou noventa anos desta vida como bem quisermos , em fruição desmedida de todos os prazeres que pudermos e como ficam os demais anos, séculos, milênio dela?

Bem podemos fazer o que quisermos com nossa vida, mas não vamos perder de vista, de que temos muito tempo para vivê-la, devemos fazer com ela (nossa vida total) o que fazemos com essa de oitenta anos aqui:

Nos alimentar saudàvelmente, fazer exercícios físicos, cuidar de qualquer desvios de saúde comparecendo ao médico, tomando providencias para manter nossa saúde livre de ameaças tais como acidentes ou situações inesperadas, fazemos tudo isso por esses 8 ou nove decênios neste mundo, tomo a liberdade de perguntar:

O que estamos fazendo para manter a saúde de nossa vida eterna?

Vamos cuidar dela?

Pensem nisso e querem saber? não devemos ter pressa, temos muito tempo pela frente...



Que Deus tenha misericórdia de nós, apesar de nós mesmos...


Nunca de esqueçam:


V.D.M.I.Ae.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Qual a minha igreja???



Quando se fala em igreja é infalível ouvirmos a perguntas que se seguem, pelo menos é esta a minha experiência:


Qual é a sua igreja?

Qual é o seu ministério?

O Sr está sob a cobertura de qual ministério?

O Sr. Já foi batizado pelo Espirito Santo?

Quantas almas o Sr., já levou para Cristo?

Quem é o seu líder?

A que célula o Sr pertence?

O Sr., é líder?

O Sr., já teve um Encontro com Deus?


Sei que muito poucos leem estas mal digitadas linhas, mas vou repetir e voltar a explicar que:

Não sou Ex nada, sou uma pessoa comum, com problemas comuns, que tenho uma vida comum com uma família comum, vivo em um lugar comum, somente cheio de verde, cercado de pássaros, peixes, em uma rua comum em uma cidade comum, portanto sou um pouco mais que nada.

Quando pequeno, coisa de um sessenta anos atrás, usava a terra que tínhamos no fundo quintal para plantar legumes, árvores frutíferas, e em um canto criar galinhas, vendo-as chocar seus ovos, observá-las criar seus filhotinhos, observar o cuidado que tinha ao protegê-los dos cachorros, dos gaviões que então eram muitos ali na periferia de São Paulo, assim reforçávamos as parcas receitas financeiras, mantendo destarte a mesa sempre farta e rica em alimentos frescos vindos do quintal.

Cresci, vendo minha mãe preparando o macarrão de domingo,o pão nosso de cada dia, cantando quase que o dia todo os velhos hinos do antigo hinário Evangélico

Cresci, vendo a natureza se expressando, nas tempestades de verão, nas pescarias de traíras e lambaris, carás, ali nas lagoas da baixada do Aricanduva; no crescimento e frutificação dos pessegueiros, laranjeiras, caramboleiras, nespereiras, vendo os frutos nascerem, crescerem e serem saboreados sofregamente e docemente maduros.

Senti a vida passando entre o saborear de espigas de milho verde recém-colhidas e assadas em uma fogueira improvisada com galhos caídos das árvores, subindo em árvores para curiosamente ver os ninhos de passarinhos, acompanhar o seu crescimento, ver seus pais na faina ininterrupta de alimentá-los, e depois ensinando-os a voar. Passei a infância tendo o prazer de andar por ruas lamacentas após a chuva, tendo o prazer de pisar nas poças d'Água, amassando com os pés o barro vermelho, sentindo o prazer de sua macies ao passar por entre os artelhos, apanhando o barro e modelando formas indefinidas, e ao fim do dia receber uma reprimenda de minha mãe por ter enlameado a roupa, recebendo como castigo um banho no tanque, de roupa e tudo, para retirar toda aquela sujeira, que ao invés de ser punição, era mais um momento de alegria...(eu era muito feliz e não tinha noção disso até agora; louvado seja Deus.).

Por isso, quero crer, que a Bíblia para mim teve sentido desde cedo, pois dava para entender sem nenhum rebuscado teológico, ou figura de retorica da Escola Dominical, quando ela declara que:

“Os céus e a terra proclamam a glória de Deus, um dia discursa a outro dia e a noite revela conhecimentos a outra noite, não há linguagem, nem palavras e deles não se ouve nenhum som.”, pois é vá la apanhe sua Bíblia e leia o Salmo 19, e atente para o versículo 7.

O salmista diz não haver som, eu, docemente constrangido discordo.

Pois muitas vezes me encantei ao ver ao entardecer,a luz vermelho alaranjado saindo por um lado do céu, acompanhado pelo chilrear dos pássaros buscando os ninhos para o descanso noturno; a bem da verdade uma sinfonia maravilhosa, enquanto do outro lado do céu uma lua de tamanho desmedido, inundava o princípio da escuridão com uma luz suave e encantadora de um azul prateado, gerando sombras deslumbrantes, que permitia que nós os garotos , já de banho tomado, continuássemos nossos brincares, sob o olhar de nossos pais, reunidos ali e aqui em conversas , que via de regra, se bem me lembro ainda, passado tanto tempo, diziam respeito as nossas traquinagens do dia.

Nessas tertúlias dos finais de dia dos Outonos e Primaveras e mesmo dos Verões após a chuva, quantas pessoas não foram levadas a Cristo pelo testemunhal de vida?

Hoje eu vejo que ali tínhamos uma igreja reunida; muitas vezes vi vizinhos se acertando e ajustando a ajuda sem alarde, a fulano que está sem emprego a tanto tempo; vi também o acerto de mutirões para ajudar alguém na reforma da casa, na construção do poço, na construção da cerca, era muito raro na periferia onde cresci ver mendigos vagando pelas ruas, sem que alguém logo lhe socorresse com um prato de comida, bem recheado por sinal, ou um copo dos grandes de suco.

E esses muitas vezes desamparados pela vida, nunca pediam dinheiro, se ofereciam para realizar pequenos trabalhos para receber uma paga, tinham uma espécie de orgulho, não aceitavam dinheiro sem que realizassem um mínimo de trabalho, e quando não lhes pedíamos o trabalho, apanhavam uma vassoura e iam logo varrendo um pedaço do quintal, que então não era cercado.

Hoje vejo duas igrejas, a institucional, o prédio, os encargos, a manutenção, os salários, os enfeites, as festas, maior parte delas vazias, os cultos onde os pretensos adoradores se apresentam como treineiros de artistas gospeis, no meu tempo de menino, os adoradores era a assembleia reunida no templo cantando em uníssono, alto e com alegria os hinos sacros, com letras que faziam sentido e cuja centralidade era Deus, louvor.... verdadeiramente louvor, de uma comunidade que havia passado uma semana de trabalho árduo e por isso agradecia a Deus, uma comunidade que queria ser serva de Deus, irmã de Jesus portanto filhos adotados por Deus, uma comunidade a serviço de seus irmãos, pouco importando sua crença, pois entendiam que servir ao semelhante era servir a Deus.

Hoje, creio que o único orgulho que os crentes de então ostentavam, era as melhores roupas que vestiam para ir a igreja, terno bem passado, camisa com colarinho e mangas engomadas, vestidos bem ajustados e passados, sapatos limpos e bem engraxados, pois íamos a Casa de Oração, para louvar e agradecer a Deus pelo dom da vida que nos dera até ali; íamos nos prostrar diante do Criador e expressar nosso reconhecimento pelo seu enorme insondável amor por nos ter dado seu filho para nos remir de todos os pecados.

Não tínhamos a pretensão de profetizar, de realizar atos proféticos, de exibir nossa capacidade de louvar individualmente, não tínhamos o pastor como um ser especial, mas alguém especialmente tocado por Deus para nos ajudar na caminhada neste mundo.

Não tínhamos demonstrações mirabolantes, mas com muita frequência a igreja se reunia em ações de graça de misericordioso milagre que Deus havia manifestado em alguém da nossa comunidade, inclusive por alguém que nem sequer evangélico era.

Ninguém se preocupava com os tais ministérios,, se alguém tinha ou não sido batizados pelo Espírito Santo, mas víamos pessoas que pelos seus testemunho de vida, estavam sob a tutela do Espírito Santo em suas vidas.

Líder? Se tínhamos líder ? Sim tínhamos, leiam o salmo 23 inteiro; esse o nosso líder.

Quantas almas levamos para Cristo, eu nunca contei, pois era menino, mas sei que nunca tivemos luzes, cantores verdadeiros adoradores, nunca foram vendidos discos, nunca foram feitos seminários, encontros tremendos, reuniões de milagres, de curas, de prosperidade. Sempre foi a escola Dominical, os trabalhos dos Jovens, com reuniões de estudos e de momentos de alegria e os cultos de Louvor onde o pastor usava a maior parte do tempo em nos ministrar a mensagem, sem rebuscados psicoteológicos, sem gritarias a guisa de retórica, sem profetadas, mas recheadas de ensinamentos, fruto de sua dedicação ao estudo da palavra, voltados para a sua comunidade de ovelhas, a quem, eles pastores realmente, apascentavam, creio que por isso a igreja vivia cheia, sempre beirando cem pessoas louvando a Deus.

Vou parar por aqui pois as lágrimas não me deixam ver o teclado.

Deus tenha misericórdia de todos nós.

V.D.M.I.Ae.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Haja corda !

"Irán ahorca a un hombre por haberse proclamado un dios en la tierra

La Justicia iraní ejecutó a un hombre identificado como Abdul Reza Gharabat, acusado de apostasía por haberse proclamado un dios en la tierra, informó hoy la agencia de noticias local Fars."

IRÃ ENFORCA UM HOMEM POR TER SE PROCLAMADO UM DEUS NA TERRA
Segunda feira 31 de janeiro de 2011 14:42 Geovany Quintero Gomez
A justiça Iraniana executou um homem identificado como Abdul Reza Gharabat, acusado de apostasia por ter-se proclamado um deus na terra, informou a agência de notícias local Fars.
Esta nota, está acompanhada de uma foto do indigitado pendurado na forca, que decidi omitir aqui pela crueza da imagem . http://www.elespacio.com.co/oficial/index.php/mundo-loco?start=9
Se apostasia por aqui resultasse em forca, haja corda...

Deus tenha misericordia de nós...

V.D.M.I.Ae.


Êta povinho de memória curta...

Depois de concluir seu trabalho Ele ascendeu para ficar a direita do Seu eterno Pai, Amando-os de tal forma até o fim e “não desejando que alguém pereça mas que todos possam chegar ao conhecimento da verdade.

Assim Ele instruiu seu discípulos para espalhar esse conhecimento da verdade através do mundo pela pregação da boa nova e chamados os homens para “ se converterem dos ídolos mudos, para servirem o Deus vivo”

Essa foi a ordem e o benevolente comando de nosso Senhor misericordioso. “Vá e ensinem a todas as nações, principiando em Jerusalém.”

Jerusalém, a qual” matou os profetas, e apedrejou aqueles que foram enviados para ela” rejeitando a misericórdia de Deus, e “ matou o Príncipe da Vida”

E o que aconteceu em seguida? Basta ler Atos dos Apóstolos para perceber que Estevam foi o primeiro mártir da religião de Cristo; isso cerca de três décadas da ascensão de Cristo.

Jerusalém que viu e ouviu desatentamente a voz de seu Deus, foi testemunha impiedosa dos sofrimentos de seu Salvador, e não atentou que apesar de tudo isso, o Salvador determinou , ainda assim, que as alegrias da salvação fosse divulgada e oferecida , por primeiro, entre aqueles que O tinham insultado, rejeitado e Crucificado.

Vamos pensar apenas por breve momentos, e entender o que Jesus quis dizer quando falando com o apóstolo Tomé expressou uma afirmação que abarca até os dias de hoje: leiam em At: 20:24-29, percebam o versículo 29 diz respeito a você que esta gastando o seu tempo para ler isto aqui,(continuem lendo, pois é isso que um blogueiro quer, mas vamos ser honestos, gaste mais tempo lendo a Bíblia tá?).

Vamos também nos lembrar da oração de Nosso Senhor no Jardim antes de sua prisão, alguém aí lembra?, não??, então tá; vamos lá pegue sua Bíblia novamente, abram em João, isso o evangelho, no capítulo 17, leiam do versículo 1 até o versículo 26.

Repararam bem que ali pelo versículo 20, Jesus se referiu a você?

Ah! que pena Ele não falou de você?...,Claro que Ele tinha você em mente... você só não está nessa pois ainda não aceitou Jesus como seu Salvador?, sai dessa já; larga de correr atrás de vento, aceite Jesus agora mesmo... como?

Opa! É só dizer bem claro e do fundo de seu coração:”- Eu aceito o sacrifício de Jesus feito na Cruz para que eu ficasse livre dos meus pecados;” mas preste bem atenção, não faça isso da boca para fora, mas sim de seu coração.

Confesse a Deus os seus erros, note eu disse a Deus, não ao líder, ao mega pastor, ou a irmã de plantão, eu disse a Deus; vamos lá, estude a Bíblia, não esses livretos de autoajuda que muitas igrejas andam divulgando por aí. Leia mais um pouquinho só por agora: João 8: 31. perceberam?

Vamos lá minha gente... vamos largar de ter memória curta...

Caso continuarmos a andar dessa maneira, não lembrando nem do que comemos no almoço, o caminho é para o buraco da perdição.

Reparem, passaram–se alguns séculos e houve a necessidade de efetuarmos uma reforma, a do século XVI, aquela chamada de protestante, e parece que estamos necessitados de uma nova reforma....

Etá povinho de memória curta...


Deus tenha misericórdia de todos nós

E nunca se esqueçam que:


V.D.M.I,Ae.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Facilidades da tecnologia???



Já estava afastado de digitar neste teclado há bem quatro dias,isso em razão da própria modernização que como se dizia nos velhos tempos da minha mocidade, no popular: deu tilt.
Fiquei esse tempo todo, sem ler os blogs de meus irmãos em Cristo, não só os que acompanho, mas outros pesquisados; afora isso, fiquei também sem a leitura de Jornais por este mundo enorme, alguns é claro, que publicam suas notas sobre os assuntos brasileiros, sem a preocupação de sensibilizar os companheiros, quando então podemos conhecer os noticiários por inteiro, claro com o devido cuidado de uma análise prévia.
Nesse tempo pude descobrir algo que devo utilizar este espaço para confessar:
Sou viciado, sim tornei viciado, ops, cuidado com a imaginação, calma lá, estou viciado em ler, e acompanhar todas as informações pertinentes ao assunto básico que me levou a criar este blog.
Passei esse tempo, que me pareceu enorme, sem tomar conhecimento do que os nossos Megablastshepered produziram de novidades, sem rir, tristemente, das tragicomedias desenvolvidas no universo eva-angelico de megalômanos ditos cristãos, assim mesmo em caixa baixa, fiquei mesmo sem saber o que publicar, me recuso a escrever, afinal estamos no Brazil...
Mas a proposito, na última publicação, comentei que com minha ação canhestra ao podar uma árvore, inopinadamente destruí um ninho, onde se encontravam três recém-nascidos que julguei tratar-se de pequenos Cambacicas.(Coereba Flaveola)>---->->
Mas os pequeninos se desenvolveram, vejam alí em cima, e por suas característica tive que desenvolver uma pesquisa para descobrir, quem eram eles.
Busca de cá, busca de lá, descobri...
Trata-se de três espertos Bico de Lacre (Estrilda Astrid) oriúndos da África subsaariana, introduzidos no Brasil desde a chegada da corte Portuguesa em l808, que já a algum tempo habitam aqui onde resido, encantando este pedaço de mundo com suas cores alegres e seu canto suave.
Como provocador de seu quase extermínio, senti-me na obrigação de tentar garantir-lhes o direito a vida que lhes fora outorgada por nosso Deus, misericordioso, o que até aqui tenho conseguido como atesta a foto que deveria estar lá no inicio desta publicação,já que esta modernidade não me permitiu inserir nos últimos dois dias , e os pequeninos já estão ensaiando seus vôos e preparando-se para ganhar o mundo.
Deus tenha misericórdia de todos nós.

Tenhamos sempre presente que:

V.D.M.I.AE.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O meu pé de chuchu...

Hoje vou escrever sobre uma experiencia pessoal, corria o ano de 1982, quando por questões familiares nos mudamos para uma casa novinha em folha.
Possuía um quintal razoável; atendidas as necessidades imediatas, me ocorreu o grande desejo de aproveitar aquele espaço, e fazer algumas coisas do tipo plantar e criar algumas galinhas e marrecos.
Como sabia de antemão que o passo dado, de adquirir aquele imóvel, iria nos meses vindouros provocar um aperto financeiro, o objetivo era dotar a terra existente, lá nos fundos, de uma pequena horta, que nos ajudasse a suprir a mesa,diminuindo a despesa de um custo muito significativo, alimentação, além de desfrutar de legumes e frutos saudáveis.
Optei por plantar um chuchuzeiro, com o pensamento obvio de logo obter não só os chuchus, mas também de usar os brotos do mesmo, que refogado, é complemento alimentar muito saboroso.
Plantei igualmente em canteiros preparados com muito esforço no lidar com da terra; cenouras e cebolas, o que representa uma associação de auto defesa, já que a cenoura afasta as pragas que atacam a cebola e vice versa.
A rotina da vida seguia o seu curso, as plantas com os cuidados necessários, ia indo muito bem.
O chuchuzeiro desenvolveu-se maravilhosamente; folhas de um verde escuro firme, e bom tamanho, denotando saúde; e acabou por preencher todo o muro que cercava o fundo do quintal, cerca de uns vinte e cinco metros lineares, com uma altura de um metro acima do muro.
Mas as rotinas do dia a dia não me fizeram notar que já havia passado sete meses, e o dito chuchuzeiro tinha muitas folhas...mas nada de frutos.
Crescera tanto que suas ramas caiam ao solo e que os marrecos comiam seus brotos, provocando um efeito interessante, ao longo de todo o muro o dito chuchuzeiro estava podado caprichosamente a uns cincoenta centímetros do solo acompanhando as irregularidades do terreno, até mesmo em uma escada, cujo desenho de corte acompanhava o desenho dos degraus.
Em um sábado, dia em que eu não saia para trabalhar, foi que notei que o dito pé de chuchu embora forte e saudável, não tinha produzido um só fruto sequer.
Fiz uma minuciosa inspeção e não localizei uma mísera flor.
Quando voltando para dentro de casa, ao passar pelo local onde se originava todo aquele viço chuchural, parei, olhei para a planta e disse em tom alto...
-Se em uma semana você não me der um fruto, eu te arrancarei pela raiz.
Entrei tomei o meu banho, comentei o o fato com minha esposa, e os demais, riram de minha atitude de ter falado com uma planta.
A semana transcorreu tranquila, no sábado seguinte, lembrando do que havia dito, fui logo cedo inspecionar o indigitado chuchuzeiro que para minha surpresa estava todo esbranquiçado de tantas flores que nele havia...
Tomei um susto, agradeci a Deus, pois aqueles frutos estavam vindo em hora muito propicia.
A partir de então não tínhamos mão para colher chuchus, que em alguns momentos de maior aperto transformei em dinheiro, vendendo-os, até descobrir que estava sendo roubado. Alguém estava colhendo os meu chuchus, e eu ficando sem nenhum. Montei um esquema para apanhar o indigitado ladrão de chuchus.
Deparei-me com uma senhora de lá seus sessenta e poucos anos, saindo do terreno ao lado com duas enormes sacolas repletas de meus chuchus, logo mas primeiras horas da manhã.
Pega em flagrante, a senhora arriou as cestas no chão e se justificou.
-Eu trabalhava como doméstica, mas fui despedida; eu vi a quantidade de chuchu e pensei eu posso apanhar alguns e vender para ter um dinheirinho... respondi-lhe, até ai tudo bem, mas a senhora está levando todo o meu chuchu de tal maneira que não está sobrando nenhum para que eu possa usufruir.
A senhora se prontificou a me devolver uma cesta e prometeu não apanhar mais os chuchus e ir buscar outra forma de arranjar um dinheirinho para viver.
Conversando fizemos um acordo, ela iria apanhar todos os chuchus que estivessem para o lado do terreno fora da cerca, respeitando todos os que estivessem para o lado do meu quintal do lado de dentro da cerca.
A senhora abriu um sorriso, me abraçou, eu peguei de sua cesta meia duzia de chuchus, e tocamos nossa vida por quase uns dois anos; ela apanhando os chuchus do lado de fora da cerca e eu os do lado de dentro, até que notei que do lado de fora nasciam mais frutos do que do lado de dentro, mas isso foi coisa de Deus, afinal os que nasciam do meu lado eram mais que suficientes para as minhas necessidades.
Depois desse tempo cerca de dois anos e meio ou três, não me ocorre o certo, não mais vi aquela senhora, que julguei por certo ter arranjado uma fonte de renda melhor, mas notei que o pé de chuchu, definhou e secou.
Não quero fazer liações nenhuma sobre esse ocorrido lá ao longe da minha história de vida, mas sei que esse fato, assim sem nenhum comentário, nos deixou mais certos de que existe uma providência, e que verdadeiramente Deus não desampara seus filhos.
Como até os dias de hoje nunca me desamparou, louvado seja o seu nome.
Na foto acima estou eu redigindo esta publicação e alí atrás minha neta cuidando de três Cambacicas, que caíram de um ninho...


Deus tenha piedade de todos nós.

E tenham presentes:

V.D.M.I.Ae.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Será que ninguém ainda leu ??? II

“Prestem atenção povo tolo e sem juízo, vocês, que têm olhos, mas não veem, e ouvidos , mas não ouvem.
Eu sou Deus o Senhor.
Por que vocês não me temem? Por que não tremem na minha presença?
Fui Eu que pus a areia como limite do mar, um limite permanente que ele nunca pode atravessar.
O mar fica bravo, mas não pode avançar, as ondas rugem. Mas não podem passar.
Porém vocês são um povo teimoso e rebelde, que se revoltou e me abandonou.
Vocês não disseram no seu coração.”precisamos temer o Senhor, nosso Deus, que faz a chuva cair no tempo certo, tanto a chuva de outono como a da primavera. Precisamos temer o Deus que todos os anos traz o tempo da colheita.”
Em vez disso, os seus pecados e as suas maldades afastaram essas coisas boas, e vocês não puderam aproveitá-las.
No meio do meu povo, existem homens maus.
São como as pessoas que armam arapucas para pegar passarinhos; mas as armadilhas deles são para pegar gente.
Assim como uma gaiola está cheia de pássaros , também a casa deles está cheia de coisas roubadas.
É por isso que são poderosos e ricos e estão gordos e bem alimentados. A maldade deles não tem limites; não defendem a causa dos órfãos nem se importam com os direitos dos pobres.
Mas eu os castigarei por causa disso e me vingarei desta nação. Sou eu, o Senhor, quem está falando.
Uma coisa horrível, espantosa está acontecendo na terra : os profetas não falam a verdade, e, apoiados por eles, os sacerdotes dominam o povo. E o meu povo gosta disso. Porém o que que eles vão fazer quando essa situação chegar ao fim?”

Este trecho, foi escrito entre 627 e 580AC., ele não anunciava os castigos de Deus por prazer, mas por obrigação, a palavra de Deus era, para ele como fogo no coração(*), suas profecias se cumpriram durante a sua vida, mas ele também falou de uma nova aliança com seu povo. (leia Mateus 26:28; Marcos l4:24
(*)Jeremias 20:9.

Eu torno a perguntar: Será que alguém algum dia leu esse trecho ? Jeremias 5: 21-31, não querendo afirmar, sugerir, inferir nada: mas que essas palavras parecem ter sido escritas para os dias de hoje,principalmente o trecho grifado em negrito (grifo meu).
Estranho não??
Mas eu aproveito para fazer a pergunta ali contida no final, Senhores. MegablastSheperedsBlaphemeres, lideres de Duzias, Visionários dos doze, profetas de algibeira, sim, o que Vocês vão fazer???
Pensaram?
Quando pensarem seriamente no assunto, saibam que

V.D.M.,I.Ae.

E que Deus continue tendo misericórdia de todos nós.