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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Olha que eu chamo o meu Pai...


Romanos 8:15- Porque não recebestes o espírito de escravidão para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba.

-Ah!  Entendiiii!!!

-Quer dizer que o sacrifício de Jesus na Cruz foi para me libertar do espírito da escravidão e me dar esse espírito que me faz filho de Deus?

..........

-É isso mesmo?

........... 

- Quer dizer que essa é a verdade verdadeira???

............

-É mesmo?
............

-Ah! isso também está escrito em Gálatas no capítulo 4,versículo 5?   -Tem certeza?

............

-Ah! também está em Efésios 1:5?

-Verdade mesmo?   Espere um pouco eu vou ver direito isso e já volto.

-Oi gente acabei de conferir.... É verdade mesmo... Esperem um pouco mais que eu já volto.   -Que bom, vou tomar as devidas providências.

 

-Ei vocês aí que se dizem pastores, apóstolos e essa patranha(*) toda.

- Ei você aí ô Vai dormir seu Santiago, você também ô seu Acerte Acerte sem Ares, ei você ai ô Edil Mais cedo, ei você ai que disse pra mim que eu não sabia mais que um pastor... que se não obedecesse não teria tua cobertura espiritual...

Se vocês continuarem me amolando com essas coisas todas, eu vou chamar o meu Pai Adotivo...

e ai vocês vão ver...   a coisa vai ficar feia pra vocês.

-Me deixem em paz.

-O que eu quero mesmo é seguir o Caminho a verdade e a vida como está em João 14; 6.

-Oi meu amado Pai, tenha paciência comigo, e não afaste tua face de mim, e me perdoe por ter demorado setenta e três anos para compreender o teu amor por mim.

(*) Patranha = s. f. 1. História mentirosa. 2. Grande peta.(**)
 (**) (ê), s. f. 1. Mentira.

Saibam todos que:

 

V.D.M.I.Ae.


(um barão um tanto infantil nos caminhos da verdade que é o Senhor Jesus Cristo, ah! Se você que leu ainda não anda nesse Caminho, me dê a mão e vamos trilhar esta estrada do evangelho da salvação)

domingo, 7 de outubro de 2012

Engulhar ou não engulhar, eis a questão.


Me perdoem, vocês que costumam ler as sandices que vez por outra escrevo neste espaço, não digitei nada por aqui, pois estava passando mal do estomago, como diz meu amigo Tunico, estava tendo uns engulhos.(1).
Eu explico, criei um vício, (ninguém é perfeito), o de levar a neta na escola, oportunidade que aproveito para um bate papo livre leve e solto, que vez por outra origina um assunto que acaba tratado por aqui. E ao chegar de volta, ligo esta máquina doida, dou uma chegadinha ali na ilha de Giglio, na Itália para ver como esta a retirada do naufragado Costa Concórdia, depois vou aos blogs que tenho por vício ler todos os dias, depois disso dar uma percorrida básica pelos jornais on line deste mundão e ler as noticias; com a graça de Deus, os jornais de língua espanhola, os italianos e os ingleses não  estão escritos em grego para mim; pois só nestes jornais podemos ler noticias do Brasil em que as pílulas estejam douradas e ou omitidas.
O engulhar decorre de descobrir que um certo líder cephalopode apedeuta declara que não há que ter vergonha do julgamento do mensalão pelo STF, e que  em outra oportunidade disse que o povo esta mais interessado em saber se o Palmeiras vai para a segunda divisão  do que saber se o Supremo Tribunal vai punir os gangrenados da política nacional, (não poucos). Saber que o tal cephalopode  apedeuta líder, declarou com todas as letras, sentado em um jardim europeu que não via nada demais em um partido se utilizar de dinheiro advindo de empréstimos subrepticios  e de origem escusas  pois se tratava de caixa dois, que todos no Brasil assim fazem... (isto a propósito das primeiras denuncias do mensalão) e logo depois declarar que “não tinha conhecimento de nada”.
Os engulhos se me acentuaram quando um prócer dito neopenteca passou a vender fronhas ungidas e ou santificadas que iria fazer você sonhar coisas maravilhosas. Dizem algumas más línguas que conheço que um ermão mal convertido comprou uma dessas fronhas e ao usá-la, teve o seu casamento desfeito, pois todas as noites sonhava com  as mais ardentes e por consequência menos vestidas modelos internacionais.
Ver como anda a propaganda política nesta sofrida São Vicente, cuja ética por aqui é verdadeiramente uma “droga”.
O que mais me causa essas ânsias de vomito, é a celebre discussão de se a política deve se misturar com a igreja;
Demonstração cabal que ambas as duas estão fora de seu eixo.
Lembro-me aqui de um conhecido, amigo de meu irmão que, em razão de suas crenças, fazia tudo o que a moral e os bons costumes, não abonam, durante vários dias da semana, menos nas quartas feiras pois nesse dia deveria comparecer à reunião de sua comunidade...
Bom eu que sou um atoleimado contumaz  percebo nessas duas colocações uma dicotomia incabível, pois no caso do individuo separar a política da religião significa mui claramente para mim, que nele indivíduos essas “coisas” religião/política, são coisas estranhas e externas a sua natureza.
Não reza a sabia observação dos filosofo que o homem é um ser político?
Não reza  a teologia, de qualquer cor que tenha ela, que o homem é um ser criado por Deus?
Uai?!! Como diz  com muita frequência o Tunico, como pode, sendo o homem considerado um ser, ter duas naturezas em si?
Será que nós os Corintianos podemos ser crentes e políticos ao mesmo tempo.
Podemos levar as teses clubísticas para dentro de nossa igreja, ou temos que escolher ser crente ou palmeirense. Ou qualquer outro nome que se queira.
Como crente posso me casar com uma mulher lindíssima, ou isso fará com que eu incorra em concupiscência (na segunda acepção do dicionário Michaelis) toda vez que olhar para ela com olhar de desejo?
O engulho se torna mais agudo ao ver como nossos autores televisivos veem nossas mulheres, quando não burras e gostosas, como gostosas e burras ou como constou ter dito a seguinte frase o senhor cujo nome se segue: "Las leyes son como las mujeres, están para violarlas"-(2)-, el presidente de los españoles en el exterior, José Manuel Castelao Bragaño, (*)“ que ao menos teve a hombridade de se demitir do cargo  logo que a coisa vazou.
Será que ele mudou, depois do caso, de opinião?
Na minha santa sandice entendo, me corrijam os que acharem diverso.
Quando verdadeiramente aceitamos a Jesus como suficiente salvador, a  fé deve ser intrínseca, imanente do nosso ser humano, coisa que não esteja agregada, mas coisa que ao abraçar a fé em Jesus Cristo, ela faça parte do meu ser de maneira inquestionável, indivisível  total e final.
Assim aonde for e o que fizer é parte da minha totalidade como ser, como filho de Deus adotado na Cruz de Cristo.
Não há mais dicotomia eu sou uno com Cristo. Eu sou perfeito, santo refinado e acabado?
Não, mas estou assim absorvendo a cada dia que passa a certeza da Salvação, estou a cada dia que passa trilhando o “Caminho a verdade e a vida” forma pela qual se identificou Cristo ao dizer “Eu sou...”
Logo a minha ação no mundo não comporta dicotomia  Política/Fé; é evidentemente lapidar, que na reunião do partido político ao qual pertenço não irei cantar hinos de louvores a Deus, mas irei louvá-lo com minhas posturas de sal da terra, bem como no local de Culto de Louvores a Deus, não irei fazer discursos de ordem política, a menos que o Culto seja mais um Show do que culto a Deus.
Hoje  dia de eleição de nossos representantes municipais, tratei de vencer essa náusea que  provoca tudo isso que tenho visto e escrever estas linhas...
Que Deus possa ter misericórdia de todos nós, apesar de nós mesmos.
E saibam todos os que perderem seus tempos lendo estas linhas que;

V.D.M.I.Ae.

(1)Náuseas.
(2)"As leis e as mulheres estão aí para serem violadas"

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Quem diria ! Eu "avis rara".


A cada dia que passo na superfície desta magnífica casa espacial que o Sr nosso Deus houve por bem criar para nos colocar e confiar ao nosso cuidado, agora que já estou por completar as setenta e três órbitas me sinto um pouco uma “avis rara subalbida”.

Eu explico, depois de tanto tempo decorrido em meio a um mar de gente, no serviço, trabalhando e por um longo tempo chefiando, portanto responsável por muitas coisas e pessoas, tendo que harmonizar interesses individuais, com objetivos de interesse do grupo, política da empresa, recebendo toda a sorte de pressões, buscando tornar bastante agradável o local de trabalho nunca esquecendo que ali estavam pessoas havidas de sucesso a todo custo, inclusive em pisar-nos outros, tendo que conciliar coisas como férias (todos querendo gozá-la no verão) tendo que atender a todos inclusive a empresas. Nunca foi possível atender a todos, pois somente quatro poderiam sair de férias em um determinado mês.

Quando adquiri meu primeiro posto de mando, me velho pais cuja memória procuro reverenciar chamou-me à parte e disse:
--Mandar, qualquer idiota pode fazer; chefiar exige sabedoria e respeito.
Assim sempre me conduzi.

Entendia então, como alias, ainda entendo que religião é uma coisa que tem que fazer parte intima do meu ser.

Religião nunca foi sob minha ótica algo para ostentar, tabuleta para se pendurar na roupa, não era algo que possuía regras exclusivas e excludentes, as famosas regrinhas do pode e não pode,

Religião não era para mim, e para aqueles de quem bebi ensinamentos, algo que me distinguisse dos demais, eu sempre entendi que tinha por obrigação ser o sal do mundo, sinceramente, nunca consegui em uma refeição bem equilibrada e saborosa; ver o sal, mas senti-lo deliciosamente se misturando com os sabores particulares de cada um dos alimentos.

O que nos era frisado que a santidade era uma caminhada, um crescimento, um objetivo a ser alcançado, não era algo imediato e ou instantâneo.

Deus era nosso pai, por adoção através de Jesus Cristo, nosso salvador, se assim o aceitamos, a nossa vida continuava sob nossa responsabilidade pessoal, as perguntas que nós os jovens fazíamos, não eram do tipo:
Posso beber?  Posso fumar?   Posso me tatuar?

Recordo-me muito bem que a construção das perguntas era diferente;

Convém que eu beba? É conveniente que eu fume? Qual a consequência de fazer uma tatuagem?

Quando me dirigia a meu pai, na busca de um dialogo, não o fazia com posições pré-estabelecidas como o fazem o jovens de hoje (dez anos como professor, respaldam essa minha visão).

Alguém que esteja neste momento lendo estas mal digitadas linhas poderá não concordar, alegando que essa era uma atitude pessoal, eu posso e vou negar isso, tínhamos nosso grupo de amigos e era assim que agíamos e pensávamos.

Nossos pais, o padre e ou o pastor e nossos conhecidos mais velhos eram pessoas nas quais depositávamos muito respeito.

Lembro-me de uma tarde quando me aproximei de um grupo de amigos de meu irmão, tinha na época uns oito anos de idade, e  é bom lembrar que entre meu irmão e eu haviam nove anos de diferença; ao me aproximar do grupo que ria a bandeira despregada, um deles me estendeu uma foto pornográfica na qual como é evidente me liguei.

Um dos amigos de meu irmão, o Joaquim, arrancou a foto de minhas mãos de dando um enorme empurrão no rapaz que havia me passado a foto acrescentou:

-Pô fulano (não me ocorre o nome) como você faz uma coisa dessas, ele é apenas uma criança, e acrescentou dirigindo-se a meu irmão, e você não faz nada? Que respeito você tem pelo seu irmão pequeno!

Isso por si só já demonstra a forma de pensar respeitoso que mantinha a sociedade de então, e cabe notar que na época os evangélicos não passavam de sete a dez por cento da população.

O que temos hoje nesse arraial chamado de evangélico, o desrespeito, a sevandice, a exploração, a falsidade, a mentira, não me venha criticar, pois um bispo que afirma que se você diz que aceitou Jesus e dá o dízimo, deus é obrigado a atender tua oração, ele não faz outra coisa senão faltar com a verdade?

O que para justificar a defesa de seus interesses diz que Jesus é o dizimo de Deus... O que ele é senão um enganador? Dizimo de Deus, dado a quem? Ao diabo? E acreditem é o mesmo que fez a afirmação grifada no parágrafo acima.

Afora o outro tele pregador que diz com todas as letras que Deus não se vende, e que não podemos comprar a deus...faz sua arenga, e em determinado momento pede o testemunho do irmão PATROCINADOR, e tome declaração de que:
“Depois que eu patrocinei meu filho, (patrocinou o filho ou o pastorastro?) deus me abençoou e três dias depois arranjei um emprego”.
“Eu comecei a patrocinar e uma semana depois deus me livrou de uma doença que eu já tinha há três anos...”.  E por aí vai.

E um mundo de outros mais anônimos que auto se intitulam “Apóstolos” Patriarcas proféticos do fim do mundo ou de uma mudança de rumo espiritual na data tridua de 12/12/12, tão a gosto dos gnósticos.
“Por minhas posições, e pelas setenta e três órbitas que tingiram minhas parcas guedelhas (1) de branco é que me sinto uma avis rara subalbida” uma ave rara esbranquiçada, a cada dia menos merecedor de crédito, pela péssima cultura de desvalorizar as cabeleiras “subalbidas”.

Tenho depositado algumas ideias estapafúrdias ou neste pedaço, tenho visto pelo registro das estatísticas que em alguns lugares desta linda nave aos quais nunca poderia imaginar que esta sandice tem sido lida. A todos vocês que perdem seu tempo que estas interpolações, do fundo do coração que Deus, o criador, os abençoe abundantemente em suas vidas.

(1)  Cabelos desarrumados
.
E saibam todos que verdadeiramente a
V.D.M.I.Ae.

sábado, 1 de setembro de 2012

Deus, o hodierno dispensador logístico das "benças"?

(republicação revista)
Diante de tantas sandices vociferadas nos tele-púpitos, nos radio-púlpitos em meio a raras pregações do verdadeiro evangelho, aquele o da Salvação, não esses evangelhos neo-penteca, da prospera idade, não o evangelho pós-moderno, teologia da pobreza, da riqueza e sei mais lá o quê, às vezes me ponho a pensar, já que, ainda neste país, nunca ninguém pensou em tributar o pensamento, portanto pensar ainda é grátis, e como professor aposentado não posso me dar o direito de pagar por fósforo que seja... fora do orçamento que de tão estreito cabe em apenas uma linha do caderno de registro.
Pera ai, estou saindo ideia principal, voltemos a ela, em meio a tudo que citei ai em cima, me ponho a pensar:
-Como pode nossa ignorância ser tão imensa? -Como conseguimos ter memória mais curta que minhas rendas de professor (no Brasil, não sei como isso ocorre pelo mundão de Deus).
-Como pode, termos o orgulho de já contar com cerca de trinta milhões de evangélicos, principalmente em grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro, e ainda contarmos com cerca de vinte a trinta mortes diárias pela violência dita urbana. Só para entender a indignação façam o cálculo comigo: vinte por dia, vezes trinta dias, são seiscentos por mês, vezes doze meses, se me lembro bem de como calcular, pois faz tanto tempo que sai da escola, são sete mil e duzentos mortos por ano.
Repito são sete mil e duzentos mortos por ano, isso só de assassinatos em uma grande cidade, isso fora os atropelados no trânsito desta mesma cidade, aí o número de mortos por ano chega ao absurdo de dez mil e poucos mortos por ano.
Creio que não só eu, mas muitos estejam, estarão ou estiveram preocupados com isso, estamos vivendo uma época de extrema hipocrisia, extremos narcisismo, extrema alienação, em que a mulher não é para ser amada, mas pegada, ai se eu te pego, para fazer com ela o tchu tcha tcha, e deixar pra lá, estamos vivendo uma época em que o lema principal é: farinha pouca meu pirão primeiro.
Estamos vivendo um momento evangélico que queremos “Um milhão de dizimista” e não um milhão de convertidos; onde eu preciso de um avião de trinta milhões de dólares, mas não temos dinheiro para saúde pública, pois quem arrecada esses trinta milhões de dólares não recolhe impostos, (dízimos e ofertas são isentos de tributação), estamos em uma época que o governo distribui benesses com o dinheiro dos contribuintes, os de baixa renda principalmente;  para seus “amiguitos” e não cumpre o que a lei determina uma época que quando cumpro com minha obrigação, contrato marqueteiros, para decantar o meu trabalho como se fora algo extraordinário.
Mas não devemos estranhar muito tudo isso, pois a vida do homem é marcada por esses períodos de falta de lucidez histórica, e não é coisa deste século ou do anterior.
Não vou reproduzir, mas lembrar, quem leu seja na própria Bíblia ou em livros de história Bíblicas deve ter em mente, a saga dos Hebreus escravos no Egito, de Moisés comissionado para retirá-los do cativeiro, das peripécias necessárias para levar a efeito essa libertação.
Muitos desses Hebreus viram os milagres, os feitos realizados por Deus, viram o mar se abrir, passaram pelo vau do mar, viram a coluna de fogo e a nuvem que os acompanhavam dia e noite; sentiram a presença de Deus, mas ainda assim na primeira oportunidade, construíram seu bezerro de ouro, prostraram-se diante dele como se aquilo fora seu deus.
Assim ao longo da historia o homem vem se prostrando diante dos mais diversos deuses, o deus dinheiro, esse sempre esteve presente no histórico do homem.
Hoje é esse deus o mais cultuado, e dedicam-lhe uma logia travestida de theo, e são inúmeros seus seguidores, cultuadores e pastores que propagam suas ideias.
Como lá pelo século V, voltamos colocar Deus não como nosso pai celestial, mas como o administrador logístico e dispensador das benesses que temos direito, pois Ele mesmo prometeu, pois podemos segundo os sevandijas e sacripantas, podemos e devemos nos apropriar dessas promessas.
Hoje o templo é um amontoado de tijolos, vitrais, tapetes, cadeiras, aparelhagem de som, dos quais nós usamos para aos gritos  expor e ou exorcizar as nossas próprias mazelas, cultuamos “verdadeiros” adoradores, com luzes, brilhos, gritos e paroxismos, devaneios, desmaios, chiliques de toda a sorte a títulos de estarmos caindo no espírito, mas qual?
 Nosso corpo já não é mais o templo do Espírito Santo...
Contra instrução bíblica, marcamos nossos corpos com frases ditas evangélicas, usamos roupas (evangélicas*)) que declaram que somos soldados, guerreiros, gaditas e toda sorte de expressões vazias, em nome de que assim provamos pertencer a Deus.
Vendemos e compramos CDs e DVDs, lencinhos, meias etc. que nos abençoam, fronhas que no permitem sonhar com o reino, nos aproximam de deus, qual?  E nos permite assim receber as benções, quando ao que me consta, as bênçãos vêm do trono de Deus por sua livre e soberana misericórdia.
Vivemos em uma época em que achamos extraordinário, um homem que viveu por treze ou mais anos sofrendo de uma moléstia terrível, ter respondido a uma pergunta se sentia medo de morrer, disse sem titubear:
-Da morte eu não tenho medo, meu medo é da desonra (perder a honra, ser desacreditado, segundo o dicionário); e quer me parecer que os mega pastores e mesmo os de pequenas igrejas lideres de dúzias e toda sorte de sevandijas, nem consideram; honra o que é isso? O medo desses lobos travestidos é o perder o dízimo.
Disse esse senhor também em outra oportunidade a propósito de pergunta parecida que:
“Deus é soberano, se Ele quiser eu morro, Ele nem precisa do câncer para fazer isso.”
Seu nome: Sr. José de Alencar, nosso ex-presidente, recentemente falecido. E já esquecido na memória de minhoca do brasileiro, salvo raríssimas exceções...
Em ciclos vamos vivendo: “deixa a vida me levar, vida leva eu...”.
Quando vejo, ouço e vivo tudo isso; consigo vislumbra as razões para o crescimento par e passo dos que se dizem evangélicos e a violência urbana, o descaso da grande maioria dos políticos que nestes tempos de eleição, repetem os chavões de quinze ou mais anos passados, tais como: “eu vou lutar para a defesa da mulher, das crianças, e dos idosos”.” diz outro: vou trabalhar para melhorar o atendimento à saúde, por uma escola de melhor qualidade e a defesa dos desamparados.” Quando ouço isso reproduzido pelos trezentos ou quase isso candidatos a vereador em minha cidade , que tem cerca de dezenove vagas e de ter na memória que isso se repete há décadas, e nada mudou até o dia de hoje,e ainda por cima, ver pastores cedendo o púlpito para os discursos e ou apresentações vazias de programas políticos, pedindo votos. Diante de tanto descaso consigo compreender o chorar de Jesus Cristo por Jerusalém...
Vivemos uma vida divorciada da fé, em nossas manifestações, nos domingos, ou em dias de ir à igreja, nessas oportunidades somos religiosos, nos dias de semana, vestimos outras roupagens e vivemos outros interesses, quase sempre separados do cristão e ou louvadores que dizemos ser, este fica para nossa manifestação na igreja, fora dela, a vida é uma selva, quem pode mais chora menos, afinal, “eu não nasci para ser cauda”.
O coração chega a doer e os olhos marejarem...
Que Deus possa nos perdoar em sua infinita misericórdia.
Saibam todos que a verdade quer queiramos ou não é que:
V.D.M.I.Ae.


sábado, 25 de agosto de 2012

Sera?!!

Eis aqui a menor publicação do Barão.
Mais um recorde.
Eis aí frente e verso de um "santinho politico", será que  o apostolo se arvora a tanto? Nova Terra se liga...
Agora é que a coisa vai....rsrsrsrs aqui em S.Vicente...
A propósito o candidato a deus, digo vereador é o da esquerda. O da direita, eu ainda não sei se é o que apoia ou guia...
Mas a verdade verdadeira é que:

V.D.M.I.Ae.

Politicamente correto???


Dando uma olhadinha por este mar de informações eis que me deparei; não mais do que de repente, com um solerte ato da intolerância, que arvorado com azos de politicamente correto, querem dar a entender a ferro e fogo o que diz a lei, ora a lei. Querem em nome de um estado laico demolir a placa da foto abaixo.
Eis aqui instalado um lindo problema, eu pergunto aos Senhores futuros causídicos: Os senhores assistiram a festa final das olimpíadas de Londres?
Então por qual razão motivo ou circunstancia, não entram em juízo contra os organizadores da dita competição em nossa terra brasilis.eles são nada laicos.  Na dita festa o que vimos como apresentação da cultura brazuca, tivemos a exaltação das religiões africanas, com menções a orixás e etc Neste caso, não se enquadra o dito preceito jurídico não se aplica?
Deixemos de ser hipócritas em nome do politicamente correto, dos direitos das minorias, dos direitos dos velhos (idoso para mim é aquele que vai, rsrsrs, eu com setenta e três anos sou mais um ficoso, vocês terão que me aturar por mais uns pares de anos), continuando, direito do nascituro, direito tortos, direitos dos desviados, entendam dos que erraram o caminho, logo teremos que produzir o Código de defesa do japonês, Código de defesa do morador de rua, de favela, Código de defesa do Cachorro de rua, do gato safado e por aí vai...
Não nos basta  a Constituição que afirma que todos são iguais perante a lei? O Código Civil, o Código Penal, não nos basta as CPIs, as benesses da regressão de penas, que eles teimam em chamar de progressão rsrsrs.
Bão, como diz meu querido amigo o Tonico, vamos ao fato, os jovens “Haec Lex Alumni” querem que se retirem o dito na placa citada que estando à entrada de Sorocaba que afirma que ela, a cidade, pertençe a Cristo, devem ser ignorantes dos textos bíblico que afirma categoricamente que tudo a Ele pertence e tudo foi por Ele e para Ele criado, inclusive os dois querelantes, mas deixemos estes refinos de lado e vamos aos fatos, desconhecem os dois futuros causídicos que Jesus Cristo, inclusive não era cristão (outra hora eu explico),  Cristo sequer é uma religião, as ditas religiões por assim dizer são Católica Apostólica Romana, que de per si, já é maioria; as demais que tem Jesus por fé são: Protestantes de todas as cores, neopentecostais de todas as cores, que somados aos Católicos romanos, perfaz uma maioria esmagadora, diante de todas as demais religiões assim consideradas.
Logo, devemos diante de tamanha intolerância, exigir igualmente que não haja em local publico, entendido ruas e praças, pessoas portanto Bíblias, Alcorão e ou catecismos e com vestimentas que denotem indiquem ou sugiram pertencer a uma religião, seja qual for, pois o visual característico dessas religiões fere o visual publico laico que a sociedade deve exibir para não ofender os pruridos legais dos cidadãos, que os prédios destinados aos cultos dessas religiões sejam construídos como grandes galpões mais parecidos com grandes armazéns, para igualmente respeitar os direitos laicos dos cidadãos que se sentirão ofendidos em sua fé com fachadas ostentando vitrais, cruzes, e ou outras imagens que os ofendam em sua laicidade. convenhamos tudo isso não passa de sandice e das mais estupidas.
Vou me arvorar em uma atividade que eu não aceito, não quero e me rebelo em fazer, ser profeta como no passado que chamava a atenção dos que distorciam o direito dos desamparados: os futuros causídicos e todos os demais que se dedicam a separar moscas e não ver os elefantes da iniquidade, dos desmandos, do abandono, que acredito existem aí em Sorocaba, como por outro lado em todos os recantos deste nosso sofrido país, vamos entrar em juízo contra os maus tratos de nossos alunos em uma escola que finge ensinar, na qual faltam recursos para uma adequação aos ensinos modernos, vamos entrar em juízo contra os governos que pagam misérias aos professores.
Vamos entrar em juízo para que os criminosos cumpram integralmente a pena a que foram condenados pela sociedade através do tribunal de justiça, laico, e que tenhamos misericórdia para com os parentes das vítimas que perdem seus parentes e ou seu futuro através desses que se recusam a observar as leis; criminosos que depois são assistidos por essa mesma lei, com benesses.
Vamos interpor ações judiciais contra as autoridades que concedem benefícios legais; de saída programada para criminosos contumazes, atribuindo-lhes: “Bom comportamento”, como se isso fosse mérito. O Cidadão religioso ou laico usa de bom comportamento todos os dias, não transgride a lei diuturnamente e nem por isso ganha qualquer beneficio por isso... Vamos deixar de hipocrisia, vamos defender os trabalhadores que labutam diariamente, pagando refeições caras, tarifas de transporte absurdas, e gastam do seu dia de quatro a seis horas em um transporte que mais parece destinado a levar gado ao matadouro, recebendo como paga o salario mínimo (Seiscentos e quarenta reais), que mal dá para suprir uma casa com quatro pessoas com alimentos básicos).
Vamos processar as emissoras de televisão que em nome de retratar uma sociedade existente, exibem desmandos, sugerem maus costumes, exaltam a matreirice como se fora isso um valor,denigre a condição da mulher em nome de uma  liberdade que melhor seria ser chama de libertalhice, mais a serviço dos interesses dos machos que se dizem homens, que vez por outra nos meios de comunicação, atribuem as novas pretendentes a atrizes termos como:”carne nova no pedaço” e ou alardeiam orgulhosamente terem “comido” mais de mil e tantas mulheres..pasmem nem mesmo uma emissora de TV, pertencente a uma igreja escapa incólume desta observação.
Vamos fazer bom uso do título de advogado, defensor do direito, da justiça, tão em falta neste país, no qual por troca de alguns milhões defendemos mafiosos, em nome do direito de defesa, e quem irá defender a vítima desses mafiosos? ( Talvez o Chapolim Colorado) .
Estes somente tem por defesa a Lei divina, que os laicos  la e ca querem proibir...
Quero aproveitar esta oportunidade para apresentar as autoridades da cidade de Sorocaba uma solução, diria eu salomônica:
Apaguem a atual  frase e em seu lugar  escrevam em relevo e em cor vermelho sangue o seguinte: “Continuamos a pensar da mesma maneira”, assim serão respeitados os pruridos laicisistas dos dois volto a repetir “haec  Lex alumni”,e atendida qualquer sentença judicial para a retirada do texto. Rsrsrsrsrssrssrsrsrsrss!
Deus tenha misericórdia de todos nós, religiosos ou não, e que a Sua divina lei seja cumprida integralmente no devido tempo; saibam todos, os que aceitem ou não:

Verbum Domine Manet in Aeternum, amém.

Sorocaba é uma próspera cidade do interior do estado de São Paulo.

Saibam todos que de hoje em diante não serei chamado de Cristão e sim o seguidor, o mais fiel possível do Caminho, leia a razão disso em Jo 14:6. (mais adiante em outra publicação eu explico), mas o mais importante é que,


V.D.M.I.Ae.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Massa podre


Não sei por qual razão motivo ou circunstância, quando a pedido de minha esposa, copiava a receita com o nome de massa podre (veja a receita correta la no final), saiu o texto que se segue:
MASSA PODRE
Junte uma dúzia de doutrinas exóticas extras bíblicas, e meia dúzia de escritos de Apóstolos modernos visionários de dúzias, misture bem;
Acrescente uma colher de pó da marcha pra Jesus. (não use sal que poderá inviabilizar a massa em sua podridão).
Uma boa colher de fermento Levi tico de preferência da marca Gaditas, não sendo possível usar esta marca, serve a do Pai apostolo da nascer de ré, ou o fermento profético suado do Vai dormir seu Santiago; somente em impossibilidade total de encontrar um destes, use o fermento da Iurdmacedonico, este em quantidade menor.
Adicione uma boa xícara de óleo unção da alegria do irmão Nova terra, não adianta usar outro, não funciona.
Um quarto de xícara de leite de ornitorrinco.
Junte tudo isso aí em cima com muito cuidado para não desandar, reúna tudo isso em local que você denominará de Templo, prometa a todos que isso resultará em muita prosperidade e alimentação permanente.
Misture tudo isso com encontros tremendo, e informe a todos que os que não participarem desta mistura de massa podre não estará debaixo de sua cobertura gourmetica.
Ai esta a receita para uma igreja de massa pod... Digo um congresso de massa p... Digo uma igreja torta, não ainda, uma torta de massa podre. (já não basta ser massa podre é ainda uma torta).
Parei de copiar a dita receita, dei um tempo e fiquei a pensar qual a razão que me levou a escrever esse texto ai em cima. .
É, acredito eu, salvo melhor juízo, ando esquentando a mufa (*), com o desrespeito que se acumulam no meio dito evangélico, nestes dias de ufanismo, relativamente ao crescimento apontado pelo instituto de pesquisas oficiais.
Lembro-me aqui da figura que um grande professor nos disse sobre o cuidado que devíamos ter com estatística:
“Se você colocar a cabeça em um forno acesso a oitenta graus centigrados e ao mesmo tempo seus pés em um frízzer a menos cincoenta graus centigrados, seu abdômen está confortável a uma temperatura de trinta graus centigrados” ou ainda, lembrava ele,
“Um homem morreu afogado em um rio que tinha em média cinco centímetros de profundidade, ele caiu em um local do rio com vinte metros.”
Bom para não perder a viagem vai aqui a receita verdadeira para fazer uma torta de massa podre, o recheio você escolhe.
Massa podre:
Peneire uma xícara e meia de amido de milho  com uma xícara e meia de farinha de trigo,
Uma colher de chá rasa de sal,
Uma colher de café de fermento em pó,
Adicione uma xícara de óleo e                    
1/4 de xícara de leite.
Junte com as pontas do dedo até formar uma bola e deixe descansar por 30 min.
Rende uma torta pequena.”

(*) Mufa =  cabeça.
A propósito, apesar da brincadeira acima, a única coisa séria e verdadeira é que:
V.D.M.I.Ae.