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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Oi gente, ta aqui uma boa marmelada, aproveitem...



Oi minha gente, que desconheço, e que sei lá por qual causa, motivo ou circunstância, anda lendo este pequeno espaço na enormidade de outras informações deste cibernético espaço.
Vou mais uma vez depois de um tempo remoendo os fatos e feitos dos ditos evangelicais evangélicos, que se esqueceram da lei a ser obedecida, pois proveem  a dita lei ,diretamente da boca do Filho unigênito, entregue em nosso lugar na cruz. Ama teu próximo como a ti mesmo, a propósito esse é o segundo item, pois o primeiro é Amar a Deus de todo o teu coração.
Desprezado pelos grandes espertos; e vilipendiado pelas igrejinhas, biroscas da fé que crescem como erva daninha, ops, não estou falando da cannabis sativa; voltando ao caso, crescem a cada esquina, afora os grandes e espetaculosos, que também pululam nos nossos meios televisivos radiofônicos, procurando arrancar verbas e mais verbas para seus sonhos megalomaníacos de templos suntuosos para centena de milhares de incautos para na verdade aumentar suas bases de arrecadação, cansado de tudo isso e de perder meu rico tempo, azedando o fígado em procurar entender isso, vejam como sou um burro de nomeada, isso já está previsto na Bíblia, basta buscar, e quem esta se sujando com tudo isso se suje ainda mais, os que levam a sério o texto bíblico, cuidem de não cair.
A escolha é sua e de total e absoluta responsabilidade pessoal, a palavra está aí, apesar de tudo, ainda existem milhares por esta enorme terra chamando á verdade do evangelho, não há como vir alegar no futuro, eu não sabia...
Bem diante de tudo isso vou dar aqui uma receita, muito usada em nossos dias, nas casas, nas prefeituras, nas câmaras Estaduais, Federais, no Senado, na CBF, na FIFA, em muitas empresas, muitas vezes até mesmo na Republica.
A MARMELADA
Calma lá!
Vou ensinar abaixo como fazer uma marmelada. O que?
Como eu sei disso para poder ensinar?
A marmelada é uma delicia para quem a usufrui, e certo trabalho, para quem a faz.
Vamos ao caso:
Ingredientes:
1 quilo de marmelos
1 quilo de açúcar
1 litro de água.
Modo de fazer
Descascar os marmelos cozê-los em água e em fogo brando, paciência, muita paciência, este é o segredo de uma boa marmelada, falo para quem entende...
Depois de bem cozido, segundo minha avó pegar uma varinha mágica, eu cá pego uma colher de pau, e vamos amassar os ditos marmelos cozidos, mais paciência, muita paciência, depois de tudo ser reduzido a uma massa bem massa mesmo, acrescente o açúcar e leve novamente ao fogo, lento, brando, suave mesmo e tome mais paciência,.Quando tudo se tornar uma massa homogênea,e permitir ver o fundo da panela, assim como o eleitorado de seu curral, ops, desculpem-me o deslize, a marmelada esta pronta a ser usufruída, ou melhor, saboreada.
Tai! Uma boa receita para ser realmente usufruída, ou melhor, saboreada, tirante os deslizes de minha parte, creditem esses ditos deslizes à mordacidade que as setenta e quase quatro órbitas percorridas acabam por nos dominar e permear nossa visão de mundo.
A propósito entenda quem quiser.
A única coisa certa é que:
V.D.M.I.Ae.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Lembranças de um desconhecido



Estou neste exato momento pensando a respeito do passado, não, não do meu passado, este está muito claro como um filme em minha mente cansada de tantas órbitas percorridas.
Estou indo a um passado mais remoto, cerca de dois mil e alguns anos, e em um lugar especifico, terras de Israel.
Interessante que nessa invasão desse determinado passado, vejo um homem, forte, olhar penetrante, voz mansa, mãos com alguns calos, uma roupa simples e pés quase sempre empoeirados.
Um homem até hoje muito estudado e muito pouco conhecido.
Em nossos dias suas palavras, quase nada contam para nossa vida.
A pressa domina nossos dias, até mesmo nosso coração costuma bater mais rápido do que os setenta ou setenta e dois batimentos por minuto. Comemos muito acima de nossas necessidades orgânicas, ouvimos todos os sons que são produzidos neste mundo de ansiedades.
Aquele homem desconhecido lá do passado caminhou pelo mundo, o seu mundo, não usou aviões, não tinha nem mesmo onde repousar sua cabeça, e com sua fala mansa e suave, falou a multidões, sem usar qualquer aparelho e ou artifício e ao que consta era ouvido.
Não falava do que outros haviam pensado ou escrito, para ele as autoridades religiosas eram pouco mais que aproveitadores do povo, cegos conduzindo cegos.
Esse homem desconhecido, a um simples chamado, reuniu em torno de si, doze homens igualmente simples, de muito pouca formação intelectual, que mais adiante, quando nos templo encontravam-se doutores da lei que mais adiante iriam moldar o mundo de tal maneira que a história é identificada como antes e depois desses desconhecidos.
Esse desconhecido não tinha preconceitos, dirigiu-se às mulheres, quando elas pouco valor social possuíam, não as segregava por suas atitudes e ou atividades, as alertava para o caminho da verdade do reino de Deus.
Ensinou que a adoração a Deus não havia de ser feita em um templo e ou em um monte, tão em voga em nossos dias, mas chegaria o tempo em que adoraríamos a Deus em espírito e em verdade, adoraremos a Deus a cada instante em nossas vidas e em qualquer lugar.
Esse homem simples e desconhecido tem sido explicado por rios de tintas e toneladas de papeis impressos, por bilhões de registros eletrônicos, por quilômetros de fitas de vídeo e de celuloide, e ainda assim na sua iconografia é registrado como um fracote macilento, de um olhar de pessoa famélica, coisa impensada para o filho de Deus, que mui provavelmente em sua juventude trabalhou como carpinteiro, manejando ferramentas manuais como garlopas pesadíssimas, plainas, serras, martelos etc. o que no mínimo lhe desenhou os músculos.
Esse homem desconhecido se disse ser “o caminho a verdade e a vida, e ninguém vem ao Pai senão por mim”, coisa clara, lapidarmente cristalina e objetiva, que ao longo destes dois mil anos, muitos explicam por sua ótica pessoal, e ou até mesmo por seus desequilíbrios mentais, levando milhares e ou milhões por caminhos que de verdade nada tem, levando multidões até mesmo à morte, o que é pior não só morte física, mas também espiritual.
Esse homem simples e desconhecido, não criou nova doutrina, mas respeitou os profetas de seu povo, abraçou a lei religiosa, despindo-a de seus penduricalhos que mais atrapalhavam o acesso a Deus pelo povo.
Apanhou toda a lei religiosa, tão cara aos sacerdotes de plantão naqueles dias, e a resumiu e simplificou-a resumindo a dois pequenos itens que dizem: Amem a Deus de todo o teu entendimento, e amem ao próximo como a ti mesmo.
Por primeiro devo amar a Deus, segundo devo ter amor por mim e ter esse mesmo amor pelo meu próximo, advertindo-nos de como podemos dizer que amamos o próximo se não amamos a Deus.
Esse desconhecido até mesmo em nossos dias entendeu de que por si mesmo o homem não conseguiria tirar o seu pé do pecado, cujo resultado seria a morte, esse desconhecido chamou para si na cruz todos os pecados do homem, até mesmo o seu e o meu, e daqueles que irão nascer, pois deu testemunho disso quando no jardim antes de seu sacrifício vicário orou e disse a Deus pedindo que cuidasse dali em diante de todos os que haviam apresentado-Lhe, mas pedindo igualmente por todos os que vierem a crer no meu nome.
Se você ainda não sabe quem é esse desconhecido, vá procurá-lo, primeiro em oração, e em seguida abra uma Bíblia em qualquer dos evangelhos e leia-os, mas leia saboreando cada palavra, e depois leia a carta de Paulo aos Romanos, leia esta epistola com cuidado remoendo cada palavra, bem se depois disso você ainda continuar desconhecendo esse simples homem, bem, então que Deus tenha misericórdia de mim e de todos nós.
V.D.M.I.Ae.


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Hipocrisia: O politicamente correto


Em outro espaço, recentemente escrevi que estou vivendo um momento particularmente, angustiante, não por razões familiares e ou pessoais, mas exatamente pela quantidade de órbitas terrestre percorridas.
A saúde vai bem , portanto nem nesse departamento  se origina essa angustia, ela é fruto direto da possibilidade de poder ver a vida principalmente a na qual estamos inseridos, em um corte vertical.
Vou tentar explicar; eu nasci no século passado , no qual vivi cerca de cincoenta e tantas órbitas,  quando digo vivi, quero dizer que não deixei a vida passar por mim, mas estava inserido nessa vida. Desde muito cedo não conseguia entender que alguém doente, para se curar deveria pagar e caro o necessário remédio.
Lembro-me desse período, que meu pai, precisando de dinheiro para comprar o almejado terreno para construir  sua casa, recebeu de um amigo o valor do dito terreno, para pagar como pudesse, até aí tudo bem, mas via também todo o mês meu  pai, logo do recebimento do seu salário, separar o dinheiro para pagar o dito empréstimo, e nós vivíamos com o que sobrava do dito salário, o que nos obrigava a criar galinhas, vender seus ovos, plantar no terreno legumes e temperos que eram vendidos pela vizinhança, para reforçar a renda e ao mesmo tempo ter carne, ovos e legumes para reforçar nossas refeições.
Ao longo  desse período de vida,vi as mudanças, tanto no aspecto respeito e educação, tanto quanto nos deveres que tínhamos, para com os nossos professores, os mais velhos, o pároco o pastor,  se irem degradando a um ponto em que os nossos deveres se transmudaram em nossos direitos.
Os políticos se transmudarem de tribunos, em  arrotadores de asneiras e ou sandices, especialistas em falarem o que o povo quer ouvir, adaptando suas falas aos estratos sociais em que se encontram; o respeito, o interesse coletivo  transformado em interesse de classes e ou individuais.
Agora que estou no tempo  em que os idiotas chamam, de forma politicamente correta de terceira idade,  fico enchouriçado  com essa quantidade de leis; lei para não cuspir na rua, lei para a proteção do idoso, lei para a proteção do nascituro, lei da Maria da Penha para proteger a mulher da agressão do marido, companheiro ou eventual, lei da Débora Secco, para proteger as pessoas de terem suas idiotices armazenadas em computadores e ou telefones celulares roubadas por expertos.
Antanho tínhamos  somente o Código Penal onde todas essas violações estavam previstas, e se o indigitado desrespeitasse um idoso, se não sofria pena de perda de liberdade, sofria a sanção social do seu meio sendo por todos apontado com um refinado malcriado, e  não sendo convidado para festas e ou eventos da comunidade.
E pó aí vai, eu como velho não quero filas especiais, nos bancos, nos cartórios, não quero caixas especiais nos mercados, nas farmácias, não quero bancos especiais nos ônibus, não quero passagens  e  ou entradas gratuitas em nenhum desses lugares, quero continuar a ser tratado com o mesmo respeito que tinha aos  trinta anos, não quero benesses  promovidas por essa enorme hipocrisia chamada  “Politicamente correto”.
Sou velho, já não falo em anos vividos, mas em órbitas percorridas, mas sou velho, não deixei a vida esvair  pelos dedos, a usufrui, quando pequeno, lambuzei a boca com mangas colhidas na hora, comi amoras, goiabas, pitangas, peras, laranjas, carambolas, jambo, cajás-manga, nêsperas, figos,  Maria pretinha (vejam a hipocrisia, hoje deveria dizer  Maria Afro descendente), ingás, jatobás, de cujos caroços fiz muitos anéis, milho verde assado nas fogueiras que fazíamos com gravetos recolhidos aqui e ali. Chupei muito limão com sal, estudei em uma escola, D.Zalina Rolim aonde os professores, para nós eram pessoas idolatradas por sua postura e pelo amor que tinham por seu trabalho e por nós seus alunos.
Empinei muitos quadrados nas tardes friorentas do outono, joguei muita bolinha de gude, joguei muito pião, comi muito pinhão  cozido, muita batata doce assada nas brasas das fogueiras  junjnas,  mas nunca desrespeitamos, tanto eu como meus colegas,aos mais velhos, sequer o Zéca, um descapacitado, que não ofendia ninguém era prestativo, ajudando as senhoras mais velhas  para carregar suas cestas de compras, no seu retardo, um  profeta, pois pegava  latas de sardinha furava em uma se suas laterais, e falava nelas como hoje fazemos com nossos celulares.
Tínhamos espaço em nossas igrejas para atividades sociais, tanto a  Metodista ali no começo da Rua Edgar de Souza, como a Igreja São Pedro na rua Moises Marx, que tinham espaços destinados a acolher e propiciar atividades aos jovens,  brincares coletivos, teatro, e uma série  de outras atividades.
Podem dizer que isso nada mais é que olhos voltados para o passado, se assim fora não me angustiaria, mas é exatamente  por voltar os olhos para os meus dias e tentar ver em linha vertical o amanhã...
Quantas de nossas crianças de  até quinze anos colheu alguns dos frutos maduros em suas árvores, quantos deles podem brincar até as oito ou nove horas da noite em suas ruas sem que corram riscos.
Talvez devesse me recolher na minha insignificância  da terceira idade, me reunir para discutir os achaques, ficar numa roda de portadores de pressão alta para discutir os remédios, as mezinhas mais eficazes, caminhar cabisbaixo por aí, evitando cruzar com os mais jovens para não correr o risco de cair com um encontrão,  e aceitar sem me revoltar as misérias dos “benefícios que me são atirados pelas autoridades” como não pagar ônibus, receber, quando tem os remédios que os bondosos governantes nos dão.
Querem saber, está na hora de me recolher a um asilo e esperar a misericórdia de Deus, para desembarcar do mundo.
Tenho, por acaso, encontrado dentro de um velho livro, um texto manuscrito por meu saudoso pai, hoje em um papel amarelado  e muito frágil, onde leio o seguinte texto de um velho hino:nada ufanista como os de hoje, mas leiam:
“Quando afinal, em resplendor e glória /Jesus abrir as porta da mansão,/Eu quero estar de joelhos entre os santos,/Na mais humilde e vera adoração.”
Vou parar por aqui, já que não estou conseguindo ver o que estou escrevendo na tela desta máquina lindamente maluca.
Saibam todos os que lerem estas coisas, meu tempo é hoje, aqui e agora; o passado é a doce satisfação  de ter vivido, o futuro é a esperança expressa pelo hino acima transcrito, mas é também uma angustia dura e surda pelo futuro de nossas crianças neste mundo de desamor.
Um barão lacrimejante, mas que tem a certeza absoluta de que:
V.D.M.I.Ae.

sábado, 6 de abril de 2013

Deusa OCAP, ameaça novamente...


Atenção a Fafi, através de seu segundo sacerdote mor do bolfute, alega que não mais tolerará atrasos como o que esta ocorrendo com  a Conpacoferaderadação(1), que inicializar-se-á em julho deste ano.
A Ocap do mundo de bolfute é de muito maior responsabilidade, diz ele e deverá permitir um ensaio de no mínimo seis meses, com tudo pronto. Será que o legado esta dentro desse tempo? Ou será apenas mais um “Conto”(2)
Como todo é qualquer ser humano sabe que fazer coisas com pressa, sempre sai mais caro, o que quer dizer que para os próximos dez anos se tanto não teremos verbas para criarmos hospitais, escolas, resolver o problema do escoamento de nossa safra, melhorar a situação escabrosa de nossas estradas,  dos portos e aeroportos e etc. etc.
Mas eu estou reclamando do que, não diz uma cerveja em suas promoções que teremos a Ocap e ela será uma grande festa, daquelas em que os potentados bolivarianos se locupletarão e os “inimigos “ da pátria, os pessimistas, os homofóbicos  serão superados , exatamente o inverso da musica do nosso caro  Chico  “Apesar de  você”.
Dê uma olhadinha na letra da dita cuja.
Ah!   Como eu sou tolo!  Eles já disseram como irão fazer para tudo isso ser esquecido, não estava me ocorrendo o final de uma publicidade da mesma cerveja que está sendo exibido nestes dias.
Eles usarão o flash do esquecimento, sim aquele que foi tão usado no filme  MIB (homens de preto).
Apesar de tudo isso  a presidenta está tão contenta(1) na inauguração do altar do bolfute da Bahia, salvador.
Ah! Não percam de vista que o chute na bund, digo glúteos, prometido pelo  segundo sacerdote da FAFI, há um tempo atrás parece que está prestes a acontecer, leiam neste endereço:
, do qual  retirei somente estas linhas abaixo, leiam o texto inteiro, e vejam que a ameaça do chute na bun... digo, nos grandes glúteos brasileiros está iminente.
“Quero reiterar que algo assim não poderá se repetir para a Copa do Mundo da FIFA, com o que concordaram o Governo Federal, a FIFA e o COL. O prazo para a entrega dos estádios da Copa do Mundo da FIFA permanece o mesmo e se encerra em dezembro de 2013”
Preparem-se  para termos que arcar com aumento de custos da Adoração da Deusa Ocap;  bem hospitais, ainda que os construamos, eles não permitirão  a realização do culto da Ocap. Portanto, brasileiros e brasileiras deixem, com nunca antes o fizemos neste país, de serem pessimistas e não acreditarem na grande festa que será a adoração da deusa Ocap, para isso tratem de ter saúde perfeita e parem de exigir atendimento em postos de saúde e hospitais que não tem verba para atende-los, passem a usar essas denominações religiosas que em troca de um  bom troco, oferecem milagres e curas em dias específicos da semana... Além de garantirem que vocês ainda ganharão um bom trocado, pois afinal,  vocês não são donos do mundo, mas são filhos queridos do dono... Tomem posse imediata dessa bença...
Seria mui hilário, se não fora trágico, será que caberia tragicômico? Afinal, os mortos, sempre os tereis convosco. Ops!
Tomem todos muito cuidado, como nunca antes neste país, ter  opinião  que não se afine com as minorias  È CRIME.  Viva a Demo-cracia , ou seria crassia? Do Demo isso eu sei que é.
A única certeza que tenho é que:
V.D.M.I.Ae.
(1') Copa das confederações;
(2)  Conto do Vigário, ou  enganação, ou,,,

quinta-feira, 21 de março de 2013

Educere, prá onde?



Hoje foi ficar nas amenidades, pois levar a serio isso tudo que anda por aí, no dito mundo evangélico, ultimamente tem provocado engulhos a cada dia mais severos.
No mundo dito normal, estou também enfastiado com essa enorme preocupação com o chutebol, (acho este o melhor nome do que anda ocorrendo no mundo da bola), com a deusa OCAP, com os milhões de reais que estão sendo canalizados  para construção dos estádios, enquanto hospitais estão fechando o atendimentos aos pobres, entenda-se SUS, e com a falta de remédios para atender a diabéticos, e filas  em postos de saúdes para marcação de consultas que serão feitas na melhor das hipóteses, nos próximos três meses, isso se a vítima não morrer antes. E se morrer antes da consulta devera o “de cujos”, ficar esperando por no mínimo cinco horas para ser levado ao IML.
No mundo da fala da governamenta também não dá, pois me parece que a presidenta tem uma capacidade limitada para fazer os doze por cento de retirada do imposto da cesta básica, chegar ao bolso do consumidor,  este que se de por satisfeito se conseguir os sete ou seis por cento, afinal os intermediários entre o produtor e o infeliz consumidor tem que reajustar os seus índices de lucro, na apropriação de parte desses doze por cento...
Então não dá para abordar nem uma coisa E nem outra... Ops! Tai um assunto momentozo, a prova de redação do ENEM, sem ezagero, comsertesa, esse eh um açunto momentozo.
Ocorreu-me agora que há uns cinco anos  recebi como curiosidade um folha impressa inclusive em cores.
Segundo a pessoa que deu essa folha,  a havia conseguido na internet.
Lí, ri um bocado e a guardei em uma das bíblias de estudos que mantenho, só não sabia qual, mas diante do assunto escolhido não me foi difícil achar a indigitada folha, afinal, não tenho tantas bíblias de estudo quanto gostaria de ter.
Não tenho na folha em questão a identificação de sua origem, razão pela qual deixo de fazer essa identificação e vou tomar a liberdade de  reproduzir aqui a sua idéia básica, vamos lá, vou  fazer um apanhado.
Diz o autor que a proposta é um plano de cinco anos  para permitir que o brasileiro tenha auto confiança na sua capacidade gramatical e ortográfica. A proposta visa facilitar as coisas para os analfabetos funcionais ao invés de propor uma melhora no ensino.
Proposta para o primeiro ano de aplicação da reforma ortográfica.
O “Ç” irá substituir o “S”e o “C” sibilante, e o “Z” e “S” suaves, veja como ficará um texto  redigido com tal modificação
-Peçoas que açeçam a internete com frequência vão adorar, principalmente os adoleçentes,
Neste mesmo ano o “QU” em que o “U” não é pronunciado çerão trokados pelo “K”, já que o com é ekivalente. Iço vai akabar kom a konfusão e os teklados de komputador terão uma tekla a menos.
Para o segundo ano:
Aproveitando o entusiasmo do públiko no çegundo ano, kuando o “H” e todos os acentos, inkllusive o til seraum eliminados.
O”CH” çera simpllifikado  para”X” e o”LH” para “LI” ke da no mesmo e é mais fácil. Iço fará ko, ke palavras como “onra” fikem vinte por cento mais kurtas e akabara de vez com o problema de çaber komo CE eskreve xuxu xá e xatiçe.
O”G” ço cera uzado kuando o çom for komo em “gordo”, e cem o “u”porke naum çera preçizo, já ke kuando o com for igual de “G” como em tigela, uza-çe o “J”, iço ira façilitr bastante a vida da gente.
Já no terceiro ano a açeitaçaum publika devera atinjir o estajio kom mudanças mais komplikadas. Çeraum removidas as letra dobradas , que çempre foram um problema  para kem ker soletrar, além de çerem abolidos os çinais de pontuaçaum já ke çaum difíceis de usar, e olia falando cério já vaum tarde.
No quarto ano:
Kom o uzo das modificaçauns até aki, poderaum  çer introduzidas a eliminaçaum do plural nos substantivo e no adjetivo e o uso do “U” nas palavra  komo fuziu, kriminau, já ke afinau a gente fala tudo iguau e açim fika mais façiu.
No kinto ano:
A reforma akaba kom a ipokrizia de çe kolokar o “R” no finau dakelas palavra no infinitivo já ke ningem fala mesmo e também o “U” ou “I” no meio das palavra ke todo mundo pronuçia com U ou I ai im  vez di çi iskreve pur ezemplu kem ker falar kom ele vamu iskreve kem ke fala kum Eli ke e muito milio  çertu? Os  çinau de interogaçaum  i di isklamaçaum kontinuam para açinalar as pergunta e as isklamaçaum  e pra jente sabe kuandu uma  fraze akabo.
Adotada eça reforma ningem vai te mais barrera pra çua açençaum çoçiau e çegurança pçikolojika todu mundu vai iskreve sempri certo i çi intaende muitu melio e di forma mais façiu e finaumente  todu mundo no Braziu vai çabe iskreve direitu  (E num vai te mais problema nus ezame do ENEM i vaum tira nota máxima na redaçaum), us blogeru us advogado us iskrito e até us pulitiko vaum  fala e iskreve ki e uma maravilia.
Intaum atinjiremu a perfeiçaum i a evuluçaum  finau da língua portugeza.
Baum, ops, digo Bom, eu como disse anteriormente não consegui achar o autor da ideia dessa reforma, se alguém o souber me passe essa informação pelo  email deste blog, e me perdoe o autor por ter feito esta síntese dessa  linda brincadeira.
Tai, um barão enfastiado com tudo o que anda por aí, até mesmo com esse negocio de  Enem, Enade, E não sei mais o quê lá, ao invés de realizarmos uma verdadeira revolução no ensino, ficamos com avaliações, quotas e  toda uma parafernália de manobras diversivas para justificar o injustificável,  os nossos amados e incuidados analfabetos funcionais.
Deus tenha piedade de todos nós apesar de nós mesmos.
V.D.M.I.Ae.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Diversidade sexual


               DIVERSIDADE SEXUAL



                                                                                                                                     
Mulher                                       Homem   

Isso é o que foi criado,  Gen. 2:18-25 e aí esta há séculos. 
 Viva essa diferença...
O resto é frescura...

Será que ainda gozo do direito de ter meus pensamentos sem patrulhamento?
Ou estarei sujeito a um processo por homofobia?


Quem quiser saber um pouco mais, vá até este endereço: http://escolovar.org/corpo_reproduz.htm, e aprenda didaticamente sobre a diversidade sexual do ser humano, depois faça, de seu corpo o,uso como lhe aprouver, nunca foi      necessário lei para exercer esse direito.

Ah!   mais uma coisinha  apenas: que para muitos, infelizmente muitos mesmo, parece não ter importância alguma...
Verbum Domine manet in aeternum...
e isso não depende de nós.

Um barão enfastiado com tudo o que rola por este mundo...principalmente no meio dos ditos evangélicos.

Deus possa ter piedade de todos nós, apesar de nós mesmos.

V.D.M.I.Ae

sábado, 16 de março de 2013

No amanhecer de um dia de verão


Num principio de tarde de um final de verão, estava sentado em um tronco caído a pensar o quê escrever para publicar em meu blog, a cabeça fervilhando de ideias como estivera no dia anterior quando apanhando uma folha em branco começara a escrever um amontoado de frases e ideias sem que alguma me cativasse.
Ali sentado à sombra de uma árvore, deixando o pensamento evolar sem cuidado, quase que numa presensausência, quando num suave arabesco vejo um avião de papel evoluir e pousar aos meus pés.  Reconheci nesse brinquedo de papel, o aviãozinho que havia moldado no dia anterior quando se fazia tarde sem que me ocorresse ideias melhores.
Ao estender a mão para apanhá-lo, uma mão mais jovem, pegou-o quando ouvi uma voz a dizer:
-Desculpe senhor ele é meu, o encontrei caído mais ali na frente, e apesar de minha idade, decidi brincar com ele;
Levantei a cabeça e me deparei com um Jovem, pela aparência bem machucado pela vida, como me havia testemunhado sua mão um tanto rústica.
-Respondi a seguir, eu ia somente levantá-lo, pois identifiquei o avião que havia moldado ontem ao final da tarde e depois de arremessá-lo deixei estar aonde havia pousado, pelo visto você o encontrou, e esta lhe permitindo novos voos.
-O senhor não vai querer... Atalhei rapidamente: Não, não o quero de volta, era só o que faltava, depois de tê-lo abandonado.
Estava alinhavando umas ideias e frases nesse papel que depois de achá-las sem importância modelei esse avião que agora esta em suas mãos, vá, continue a se alegrar, imprimindo-lhe novos voos.
Enquanto assim falava vi aquelas mãos jovens já calejadas a desfazer as dobras do papel e deter-se a ler o que anteriormente eu havia escrito.
-O senhor escreveu estas coisas? Enquanto assim falava se acocorou à minha frente, me olhando com os olhos num misto de incredulidade e admiração.
-O senhor escreveu coisas bonitas aqui, fez um brinquedo e jogou fora? E me estendeu o papel agora sem a forma de avião, mas com cada vinco denunciando o fato, acrescentando:
-Não jogue fora essas palavras tão bonitas, em um tom de respeitosa reprimenda.
Apanhei o papel que me esta estendendo e li o que havia no dia anterior escrito, ali esta anotado o texto feito por Salomão, quando diz que na vida tudo é ilusão. E que mesmo a vida é uma linda ilusão. Eclesisastes
No rodapé da página havia escrito uma frase dita outrora nada mais nada menos que Sir Winston Churchill em uma de suas muitas palestras feitas após o grande sacrifício da segunda guerra mundial respondendo a pergunta de “Onde começa uma família? "Ao que ele respondeu:
A família começa com um rapaz se apaixonando por uma moça – ainda não foi encontrada nenhuma alternativa melhor.”
Ao reler o que havia escrito reparei que o jovem rapaz me olhava com uma admiração estampada em seu rosto...
Perguntou-me de chofre:
-Me diga como fazer para ter essas ideias? E o que é a vida?
Expliquei que as ideias não eram originalmente minhas, as havia escrito de memória e que para ter essas ideias deveria ler muito e passar a prestar atenção nas mínimas coisas que acontecem a cada instante em nosso dia a dia e ao nosso redor. E acrescentei que a vida é um dom de Deus para cada um de nós.
Expliquei-lhe que ele era capaz de ter ideias criativas, e convidei-o a fazer justo agora um exercício, caminhasse para qualquer lado de onde estávamos prestando atenção em tudo àquilo que naquele espaço existia e que ele até então não havia observado com detalhe.
Levantou-se de um pulo, e começou a caminhar para nosso lado esquerdo, olhando avidamente para o chão, para os lados; a principio em passos lentos abaixou-se aqui e ali apanhando coisas do chão, olhando-as atentamente, depois o seu caminhar tomou  azos de dança e saltos alegres, em determinado momento iniciou a volta para onde estava eu. Agora vinha saltitante e alegre.
Ao chegar perto me perguntou se podia fazer o mesmo em outra direção, respondi: - Faça-o.
Agora ele foi para a direita, encontrou no caminhar com uma mãe que trazia a filha pela mão, vi que a menina estava estranhando a sua dança, deve ter lhe dito algo que provocara o sorriso tanto da criança como da mãe.
Demorou-se um pouco mais do que demorara quando fora para a esquerda, e ao voltar pediu desculpas por demorar tanto:
Obervei que não demorara tanto assim, apenas vinte e poucos minutos, somente um quinto de uma hora. Então, lhe perguntei o que você observou?
Disse ele muito alegre:
Vi pedras de várias cores; vi uma variedade de formigas de tamanhos e cores diferentes, percebi que o verde das plantas não é um só verde, tem variedade muito grande, ouvi alguns pássaros cantando pelo menos um só tinha um canto tristonho, Ah! Ali, apontou para o lado direito, vi como as crianças são bonitas e alegres... E lembrei-me de minha infância miserável de bens, mas alegre a correr atrás de borboletas coloridas, das pescarias que fazia em uma lagoa apanhando labaris de rabo vermelho que enriquecia nosso almoço pobre, lembrei-me neste caminhar da alegria de chapinhar na água da chuva, do futebol com meus colegas, jogado com bola de meias que nós mesmos fazíamos, lembrei-me do dia em que consegui ler por primeira vez uma palavra que não estava na cartilha, lembrei-me do rosto de minha mãe feliz por tal feito... acrescentou em um tom mais baixo: E eu que pensava que minha vida até aqui fora só de misérias; a essa altura pegou minha mão e quis beijá-la, o que não permiti.
Mas, me diga o senhor que me fez ver coisas tão simples e bonitas que nos cercam em tão pouco tempo, o que verdadeiramente é a vida afinal.
Depois de lembrar-lhe a frase de Sir Churchill que havia escrito no rodapé da nossa folha avião, que eu modelei novamente enquanto aguardava a caminhada e lhe disse:
A vida é uma vibração que nos foi dada por Deus quando nos soprou o fôlego da vida,(1) vibração que nos coloca em harmonia com a criação(2) e que nos acompanha do nascer ao morrer, quando essa vibração adquire a frequência da eternidade, para a felicidade e ou o tormento.
É essa vibração que quando jovens nos faz entrar em sintonia com uma moça, é essa vibração que nos acende o desejo, de vê-la sempre, é essa vibração no faz desejar tocar seus cabelos, admirar o brilho e a cor de seus olhos, e essa vibração que nos faz ouvir sua voz como se fora a voz de anjos, que nos impulsiona a tomá-la como esposa e companheira, são essas mesmas vibrações que agem sobre essa moça.
É essa vibração que nos impele para realizações pessoais, é essa vibração que nos faz ver as belezas do mundo que nos cerca, O sopro com que Deus nos animou isso é a vida, e eu acho interessante como lutamos para nos afastar dessa vibração desse sopro, na busca de outras experiências fora dos objetivos dos planos do criador, o afastamento desse sopro dessa vibração divina é que nos torna tal e qual os animais.
Isso é a vida, o dom de Deus, para agirmos, nos movendo no mundo de sua criação em harmonia com Seu plano.
O rapaz me fitou com um olhar profundo e demorado, depois, apanhou o avião de papel que havia remodelado, disse-me com uma voz calma e profunda:
-Deus lhe abençoe, e retirou-se cantarolando e lançando ao ar o avião de papel, já meio afastado, com o brinquedo na mão balançou-o para mim e disse:
-Muito obrigado por ele, até um dia se Deus quiser...
O despertador tocou e eu acordei repentinamente, ainda com a visão daquele jovem do que eu acho, meu sonho...
Deus tenha misericórdia de todos nós.
V.D.M.I.Ae.
(1) – Gênesis  2:7
(2) – Gênesis 1: 1-31