Páginas

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O evangelho do escambo



Não estou me referindo ao cambau(*), que é muito usado por certos pastorastros para manter suas ovelhas presas no  seu (dele)  ovil, ou se julgar melhor  aprisco.
Esta atitude de colocar o cambau nos  seus obreiros(interessante o dicionários registra essa palavra como “aquele que trabalha ou realiza serviços em atividades artísticas, ou obra de arte”)
Veja o vídeo encontrado no You tube de um famigerado  bispo, que esta aplicando o cambau psicológico, através, de demônios incorporados dizendo que foram obras do demônio o derrubamento dos prédios do Rio de Janeiro, denegrindo o ex-companheiro de fé irmão camarada, o apostolo das meias ungidas de centro e cincoenta e três reais, o conhecido Vai dormir  seu Santiago, através de demônios que asseguram que a tal igreja  um pouco mais modesta que a do bispo, que é universal e a do Sr vai dormis é apenas mundial, uma é do reino a outra apenas do poder.
Mas não estou querendo me estender no discutir o cambau, a propósito  esse nome designa  uma armação triangular de madeira que se coloca nos caprinos e ovinos para que não passem por cercas ou cercados.
Mas estou querendo falar da nova igreja a do escambo, a igreja da prosperidade, sim essa ai que diz que é dando que se recebe, (me perdoem isso mais parece propaganda da profissão mais antiga do mundo rsrrsrsrs).
Se atentarmos para a historia da humanidade iremos relembrar que nos primórdios da historia quando o homem deixa de ser nômade, e começa a se fixar na terra, (as primeiras grilagens que se tem notícia), e se dedicar a agricultura, começou a aparecerem as primeiras necessidades, como não havia dinheiro como tal o conhecemos hoje, os primeiros negócios foram na base eu tenho A e você tem B logo podemos trocar (escambo).
Só que os pastorastros  não tem nada para trocar com você, perceba uma coisa: é você que tem que ter fé, e é você que tem o dinheiro, que o pastorastro quer, então ele aplica um papo de l7l (artigo do código penal que capitula estelionato) é diz que se você semear, com o seu dinheiro ,com fé (que é sua) ele garante que Deus te dará em dobro, perceba e faz com você um escambo vazio, ou seja você entra com a fé e o dinheiro que entrega a ele,  e é Deus que tem que de devolver em dobro.
Quando eu era um moleque, sempre fui meio irreverente desde então, um dia me dirigi a um padre e perguntei:  “Deus deve estar endividado a não poder mais, verdade padre ?
Ele me perguntou o porque de tal pergunta, ao que lhe respondi:
Toda vez que alguém coloca um dinheiro ali no gazofilacio, ou dá uma esmola, o que eu mais escuto é:
Deus lhe pague meu filho... Não é necessário dizer que tive que sair à francesa, certo?
Desde então a coisa não mudou muito e até esta ficando pior, pois hoje temos fogueiras para queimar a grana, a carteira, a casa, o automóvel etc;etc., Afora as campanhas, os trizimo, tudo isso baseado  em sua fé e em o seu dinheirinho, e quem deverá te dar em dobro, ou o triplo é Deus.A igreja não está obrigada.
Esse pessoal mais esta parecendo o governo, que te cobra em tudo  até o limite de 45% de tudo o que você faz ou compra, mas não te devolve em escolas decentes, sistema de saúde digno do nome, rua e estradas esburacadas, sistema de segurança dos mais inseguros do mundo, onde algumas delegacias fecham a noite por questão de segurança, rsrsrsrs, seria mais para chorar, pois isso não piada.
 Tai, uma duvida me assaltou ( eis aqui mais uma insegurança), Estariam as igrejas copiando os governos, no receber sempre, devolver nunca? Ou realmente estaríamos retornando ao passado medieval do escambo?
Os cambaus (**) que eu vou queimar este meu lindo cérebro de setenta e dois anos de cultivo com isso, quer saber prefiro ficar com  Jesus Cristo  que a única coisa que nos cobra para a obtenção da salvação é a Fé, e aceitar o seu sacrifício vicário.
Um barão um tanto aborrecido com o andar da carruagem...

Deus tenha misericórdia de todos nós, apesar de nós mesmos.

Mas saibam todos que a verdade é que:
V.D.M.I.Ae.





(*) cambau
s. m. Triângulo de madeira que se põe ao pescoço de cabras para impedi-las de atravessar cercas.
(**) Regionalismo no estado de São Paulo- significando faltara um encontro, fugir sem ter que dar explicações, o cambau, os cambaus...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A proposito de energia...

 Caros leitores deste blog, já devem ter percebido ali ao lado direito do mesmo, logo ao lado dos títulos das publicações, um banner que se refere a “Energia a preço justo”, pois é, trata-se de um movimento visando obter assinaturas que venha o obrigar a observação da legislação vigente.
Existem grupos que defendem a prorrogação dos atuais contratos, fato que lhes garantiriam lucros  extras em detrimento da lei e dos benefícios que os novos leilões garantiriam a nosso povo.
Leiam o arrazoado abaixo, e não se omitam, ainda que  você conte com recursos tais que as contas de energia de luz não  lhes afete, lembre-se que existe muitas famílias que um mínimo de redução em sua conta lhes trará benefícios importantes.
É nosso dever lutar por justiça, como brasileiros e como cidadãos que almejam o Reino de Deus.
Clique no banner e assine o documento, participe.
Cumpramos assim o nosso dever social.

"Se é bom para todo mundo, qual o problema ?
Essa dívida não acaba nunca?
Nossa energia pode ficar mais barata?

No Brasil, 77% de toda a energia produzida vêm de usinas hidrelétricas, a fonte mais barata que existe.
 Mas a construção   das usinas e sistemas de transmissão e distribuição é um investimento bilionário.
Para viabilizar essa construção, o governo faz contratos de concessão com empresas e o investimento é recuperado cobrando-se um valor adicional nas contas de luz.
Portanto, quem paga pela construção do sistema elétrico é o consumidor.
As contas são mais altas no período de amortização.
Porém, passados 35 anos, limite máximo definido pela lei para a recuperação do investimento, a tarifa tem que baixar, e muito...

COMPETITIVIDADE.
Reduzir o preço da energia permitirá que as famílias economizem na conta de luz, que os produtos fiquem mais baratos, que as pessoas comprem mais.
Isso movimenta toda a economia, gera empregos, enfim, todo mundo ganha.


O LOBBY DE POUCOS.

Os atuais concessionários querem dar algum desconto para manter tudo do jeito que está ignorando o cumprimento da lei e os direitos dos consumidores.

Afinal, há muito dinheiro em jogo.
Estão pressionando o Governo e o Congresso para mudarem a lei e  prorrogarem os contratos mais uma vez, sem leilões, prejudicando todos os brasileiros.
Um absurdo.


TEM QUE ACABAR. A CONTA JÁ ESTÁ PAGA.

As concessões das usinas mais antigas do Brasil venceram em 1995.
 Na época, as companhias receberam compensações bilionárias, equivalentes a aproximadamente 144 bilhões de reais, em valores de hoje.
Além disso, tiveram seus contratos prorrogados sem leilão, sem concorrência, por mais 20 anos, totalizando uma média de 56 anos de concessão.
 Ou seja: os brasileiros já estão pagando essa conta há mais de cinco décadas. Tempo mais que suficiente para pagar os investimentos. Esses contratos vencerão de novo em 2015.

PODE. BASTA CUMPRIR A LEI.

A lei atual não permite novas prorrogações e determina que sejam feitos leilões para novos períodos de concessão.

 O Brasil está diante de uma oportunidade: a partir de 2015, terminam os contratos de 82% das linhas de transmissão, de 40% da distribuição
e de 112 usinas hidrelétricas (28% da geração).

Os novos leilões devem ser realizados pelo critério de menor tarifa. Hoje, o preço médio da energia comercializada por essas usinas é R$ 90,98 por megawatt/hora.

 No entanto, nos leilões mais recentes de concessão (usinas de Santo Antônio, Jirau, Belo Monte e Teles Pires), o preço médio dessa energia, descontada a amortização dos investimentos, foi R$ 20,69 por megawatt/hora, em média. Ou seja: 77% mais barata.

Com a realização de novos leilões para os contratos que vencerão a partir de 2015, estima-se que a economia para os consumidores poderá chegar a 918 bilhões de reais, em 30 anos.
Ou 30 bilhões de reais por ano, o que daria para manter mais dois programas sociais do tamanho da Bolsa Família."

Leu, então vamos lá faça a sua assinatura, você que é brasileiro não pode se omitir.

Deus possa ter misericórdia de todos nós.

Saibam todos que:

V.D.M.I.Ae.




O Reino de Deus pode esperar. Primeiro acertemos nossas diferenças,

La vamos nós, os reformados, os pentecostais, os arminianos, os calvinistas luteranos, Wesleyanos, Quadrangulares, os isso os aquilo, a caminho de iniciar mais uma contenda humana no sentido de domínio de glória ou no mínimo de orgulho, e isso não é privilegio dos atuais envolvidos, mas ocorre em toda e qualquer organização humana, mesmo a título de Religiosidade, Igreja, ou outra instituição que se queira assim classificar.
Os católicos, lá nos primórdios da reforma, se colocando contra o sacerdócio universal, acusaram a reforma de que iriam promover um tal florescimento de seitas, denominações que tornaria a gloria de Deus embaciada, defendiam seu sistema que alegavam, como, todavia ainda o fazem de sua unicidade de governo, centrado no Apóstolo sucessor de Pedro, com um governo único onde estariam centradas todas as diretrizes, não permitindo assim evitar os desvios da verdadeira fé.
 Começaram a errar quando para evitar contestações criaram a tão malfadada “infalibilidade”.
O que estamos vivendo hoje; pai apostola, patriarcas, bispos, missionários, visionários, só que conhecedores do ego. Ego esse que propõe novas igrejas, só que mediante visões, revelações, decretos, novos títulos, novas posturas e ou ameaças (vide a IURD) procuram manter a hegemonia de comando inconteste.
Gostaria de lembrar a quem estiver gastando o seu tempo para ler as coisas que passam pelos neurônios de um velho aposentado, aquilo que disse Jesus sobre um reino, me permitiria escrever que uma instituição que se apresenta como igreja cristã estar dividida em duas facções antagônicas litigando entre si, esta fadada ao fracasso; leiam Mateus 12:25, atentem que na sua segunda parte está mencionado, “casa” em outra tradução aparece “família”.
Quem sou eu? Me pergunto; mas gostaria de exortá-los a em primeiro lugar, antes de qualquer confronto, se colocar de conformidade com o que declara a própria Bíblia sobre contendas entre irmãos, se nunca leram (o que quer me parecer), leiam o Capítulo 6 de 1Co., atentem para o versículo 5.
Contendas onde houver quatro ou cinco pessoas reunidas em torno de uma idéia é inevitável, pois, quase sem exceção, o ego normalmente é um pouco maior que a nossa própria presença física, mas se somos verdadeiramente cristãos, onde ficam os ensinamentos do Mestre?  E como fica o Reino de Deus.
Ao o que este escrevinhador esta se referindo?
AH. Tá!  Mais uma discussão pelo poder hegemônico da direção, de uma importante Denominação pentecostal, a Igreja Quadrangular, em um passado recente foram os Assembleianos; na metodista isso ocorre a cada quatro anos, mas via de regra fica restrita ao âmbito dos Concilio, que dividem igrejas e irmãos em torno de disputas de cargos, ou seja, nenhuma “instituição” escapa do embrulho, salvo se for dirigido por um papa, um patriarca, um pai, um apóstolo, um bispo, um pastor fundador que estabeleça uma igreja hereditária, como estao fazendo alguns hoje em dia.
Mas disso deriva o título acima:
A gloria de Deus deve esperar?
Até quando?
Deus possa ter misericórdia de todos nós apesar de nós mesmos.
O bom de tudo isso é que:
V.D.M.I.Ae.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Tenham cuidado para que ninguém os torne escravos


Vez ou outra ao ler a Bíblia me defronto com um texto que me parece se iluminar destaca se dentro da mancha impressa, a despeito de ser criticado aqui em casa, grifo o dito texto, sublinhando-o ou fazendo uma marca vertical ao lado do texto em causa.
Releio o texto grifado, fecho a bíblia e me coloco a pensar no seu sentido, depois de um tempo, retorno a ele e então faço uma busca para encontrar outros textos e ou trechos que demonstrem o mesmo sentido e ou complementação da mesma idéia por ele expressa.
Essa atitude foi o que me levou a transcrever, sem anotações de capitulo e versículos, vários trechos, publicações que identifiquei neste blog como “Alguém já leu isto.
Pois me causa espécie, ver e ouvir, ler a respeito das sandices que no mundo Eva angélico temos feito, você poderá neste momento dizer:
Eu não fiz ou faço essas sandices.
Lamento discordar, pois todos nós estamos sujeitos ao sabor da vida, sem mais essa ou aquela, perpetrar uma sandice, de maior ou menor monta. Ou muitas vezes nos omitirmos diante de uma. (Veja a publicação anterior, o Barão embora nela, agradeça a Deus por uma memória vívida, não  me ocorreu já ter publicado anteriormente o texto que ainda estava em minha pasta textos aguardando publicação), pelo que lhes peço desde já perdão;
Mas voltemos aos fato em questão, Evidente que podemos perpetrar sandices monumentais e até mesmo memoráveis, que nos arremessarão nas garras da heresia ou pecados mais ou menos cabeludos.
Tenho me perguntado, tenho sido questionado com a mesma ordem de fatos:- Como pode pessoas medianamente ilustradas cometerem coisas que ate mesmo contra a sua própria vida atenta, como fumar, beber, beber e dirigir, não se alimentar em busca de uma estética absurda, até mesmo a operações físicas em busca de um ideal estético colocando e ou tirando pedaços de seus corpos. ( sinceramente me preocupa a poluição que iremos encontrar no futuro nos cemitérios com tanto silicone que hoje estão sendo implantados).
No campo religioso, tenho visto pessoas de até uma formação intelectual boa, se agregar a lideres visivelmente despreparados, mal intencionados tão evidentemente aparente, que até jovens de formação mediana conseguem identificar.
Lideres com um preparo teológico/filosófico de bom nível, proferir sandices que só seriam compreendidas em bocas de desequilibrados mentais.
Pessoas que a despeito do Evangelho, insistem em criar, divulgar e querer subordinar as pessoas essas doutrinas, flagrantemente opostas ao Evangelho registrado na Bíblia.
Pastores, bispos, sem falar em Patriarcas, Apóstolos e toda uma sorte de nomeações, ou melhor, auto nomeações, infundadas, infaustas e mentirosas. Ora pensem comigo e se sentirem que estou errado (viajando na maionese, como dizem os mais jovens), critiquem, se esse negocio de apostolo na igreja deva ter continuidade, informo-vos que a ser isso uma verdade, que me for demonstrada pela lógica e pela Palavra de Deus como a temos expressado na Bíblia, vou deixar a igreja reformada e vou voltar ao catolicismo romano, pois eles conseguem apresentar uma lista sucessória que, se verdade ou não, eu acredito que não, se inicia em Pedro (O Apostolo) e chega aos dias de hoje; logo uma lista insofismável, A não ser pela tradição humana.
Se isso é verdade me parece que os Reformadores todos, e todos os que abraçaram o retorno ao Evangelho puro no século XVI e seguinte, foram enganados e entregaram suas vidas á manutenção e a luta para manter essa verdade (o evangelho), vivo.
Pessoas a despeito de toda uma lógica racional, que vendem seus bens, adquiridos as custas de muito esforço e perseverança, entregando o referido valor, a troco de falas e promessas que em lugar algum da bíblia se encontra, e quando querem justificar suas arengas exploradoras, distorcem de tal maneira as verdades bíblicas, já não oro mais por tais, mas faço como Paulo entrego-os a misericórdia de Deus.
As veze a angustia por tais coisas me leva a questionar se não estou há perder meu tempo com sevandijas, pensando, melhor seria deixá-los se afogarem em seus próprios vômitos (palavras falsas), mas me ocorre que se houver essa omissão, muitos poderão não encontrar uma taboa para em meio à procela se agarrar e sobreviver à tempestade em busca de uma oportunidade na calmaria, outras vezes quando me tomo pensando nisso me julgo presunçoso, por assim pensar. Mas quando me defronto com um texto como o que se segue, me dá ganas de reproduzi-lo, para que alguém em algum lugar desta linda nave espacial a que chamamos terra possa vir a lê-lo e ter despertada a curiosidade de ir buscar na Bíblia e ali ser iluminado pelo Verdadeiro Espírito Santo de Deus, que o venha convencer do valor de aceitar o sacrifício de Cristo.
Contrariando o que me propus aí vai o texto:
Tenham cuidado para que ninguém os torne escravos por meio de argumentos sem valor, que vêm da sabedoria humana.
Essas coisas vêm dos ensinamentos de criaturas humanas e dos espíritos que dominam o universo e não de Cristo.
Pois em Cristo, como ser humano esta presente toda a natureza de Deus, e, por estarem unidos com Cristo, vocês também tem essa natureza.
Ele (Cristo) domina todos os poderes e autoridades espirituais.
Por estarem unidos com Cristo, vocês foram circuncidados não com a circuncisão que é feita no corpo, mas com a circuncisão que é feita por Cristo, pela qual somos libertados do poder da natureza pecadora.  Pois, quando vocês foram batizados, foram sepultados com Cristo; e no batismo também foram ressuscitados com Ele por meio da fé que vocês tem no grande poder de Deus, o mesmo Deus que ressuscitou Cristo.
Antigamente vocês estavam espiritualmente mortos por causa dos seus pecados e por que eram não-judeus e não tinham a lei.
Mas agora Deus os ressuscitou junto com Cristo. Deus perdoou todos os nossos pecados e anulou a conta de nossa dívida, com os seus regulamentos que nos éramos obrigados a obedecer. Ele acabou com essa conta pregando-a na cruz. E foi na cruz que Cristo do poder dos governos e das autoridades espirituais.
Ele humilhou esses poderes publicamente, levando-os prisioneiros no seu desfile de vitoria.
Leia isso em Colossenses capitulo 2, versículos de 6 ao 15, mas leiam o livro inteiro
Sera que alguém desconhecia esse texto?
Deus possa se apiedar de todos nós apesar de nós mesmos.
Pois somente,
V.D.M.I.Ae.

Brincadeiras a sério, ou Lembranças hoje do ontem ou ainda tertúlia da saudade.

(re edição)
Sábado à noite, quase hora de ir dormir, eis que minha neta veio até mim e sem mais fez uma pergunta quase que solta
--Vô houve algum brasileiro que se destacou ou fez alguma coisa importante?
Respondi-lhe que muitos brasileiros se destacaram em feitos importantes, falei de Santos Dumont, dando dirigibilidade aos balões, criando o avião o primeiro a voar por meios próprios, o Demoiselle, o ultraleve de então, usado por ele como meio de transporte para seus passeios por Paris... E como só os jovens sabem ser, fui contestado:
Mas ele não fez isso no Brasil, fez la na França, daí surgiu uma discussão de que pouco importa o local, mas quem o fez...
Citei a importância de César Lates, dos trabalhos de Oswaldo Cruz, tentando destacar algumas grandes contribuições desses nomes à cultura e ciência mundial... mas como os jovens insatisfeitos, novas contestações, e eu acabei por desafiá-la a buscar na internet, não jogos, mas a pesquisa desses nomes, para sentir o que outros registraram a respeito, inopinadamente lá vem outra pergunta:
-Vô quando você era jovem, como você e seus amigos se divertiam? Já emendou outra pergunta a essa: Você tinha muitos amigos?
Ao iniciar a satisfazer-lhe a curiosidade extemporânea em razão do avançado da hora, acrescentei que a sua forma de perguntar me fazia sentir um verdadeiro tiranossauro – quando você era jovem – com seu pedido de desculpas ambos rimos...
Mas lhe contei que ali na periferia de São Paulo – Vila Aricanduva – tinha cinco ou seis amigos, e morávamos na mesma rua. Eu morava na esquina da Rua Edgar de Souza com rua Rodeio, a casa que meu pai construiu está lá ate o dias de hoje, e mesmo a casa que eu construí nos fundos do quintal, ainda está lá quase do mesmo jeito- e viva o Google-Street.
Mas voltando à resposta; lembrei-me dos amigos mais chegados, o Vílson, assim mesmo com V, o Roberto que era tio do Vílson, embora mais novo três anos, o Espanhol, cujo nome não me ocorre a sessenta anos desses dias, O Dadão, - Eduardo, o Orestes, o Dácio, afora o Ico-Francisco e seu irmão a Batatinha, cujo nome também não me recordo.
Isso colocado iniciei a explicação de que nos divertíamos muito, alem da escola, que tínhamos o prazer de frequentar, por verdadeiramente ser ela  risonha e franca; mas lembrei-me das tardes em que empinávamos quadrados, hoje chamados de pipa, naqueles dias este nome era destinado a quadrados de grande tamanho.
Nós nos divertíamos nessa atividade, pois construíamos nossos próprios quadrados, desde a escolha do bambu para a confecção das varetas, não podia ser seco demais nem verde, pois os primeiros quebravam facilmente e os segundos vergavam com muita facilidade.
Expliquei a minha neta as várias formas que dávamos a essa pipas, vou usar este nome por ser mais facilmente identificado hoje com o objeto-.
Fazíamos o que era padrão o de três varetas -ver desenho anexo- uma pipa em formato de avião, a pipa navio, a arraia e os coadores pipas essas que voavam sem rabiola.
Rabiola era uma tira de pano fino, cortado em tiras estreitas destinada a dar estabilidade à pipa, falei-lhe das formas de amarração dos estirantes e a formas de dimensioná-los, sem o que as pipas não voariam estáveis.
Passávamos horas nessas atividades de confecção, na escolha dos desenhos, cores, nos cuidados na colagem dos papeis nas pipas procurando evitar desequilibrá-las na distribuição de peso e muitos outros cuidados e esmeros...
Tudo isso feito íamos aproveitar os ventos e passar horas a empiná-las, não existiam as disputas para cortar linhas dos outros, com os riscos que vemos vez por outras nos jornais, causando inclusive algumas mortes; divertíamos-nos pelas habilidades em fazer manobras com as pipas, fazendo-as cabecear a esquerda, ou à direita, descair, como se a linha estivesse cortada, fazendo os desavisados correrem para pegar a pipa que caia.
Questionado se essa era a única citei muitas outras, como jogar pião, a brinca como dizíamos ou a ganho, a primeira o prazer era rodar o pião e tirar outros da roda apenas, a outra forma a ganho, quando tirávamos o pião da roda nos apropriarmos dele.
Para jogar ou rodar pião, fazíamos um círculo no chão de terra com um raio de mais ou menos uns oitenta centímetros, assim como um passo largo, aonde dentro do círculo, cada jogador colocava um pião, sorteada a ordem de jogadores, ou pondo dedos e contando, que caísse no número de dedos expostos saía da contagem, determinado a ordem de jogar;
O objetivo era arremessar o pião e com ele tirar do círculo os piões ali colocados, para a validade da jogada, o pião arremessado deveria rodar em pé por alguns segundos, pelo menos.
Falei a minha neta das bolinhas de gude - pequenas bolas de vidro colorido, que nós os garotos gostávamos de colecionar, quem tinha poucas tinha no mínimo cinquentas, sempre escolhidas a dedo, pelas cores e desenhos feitos pelos vidros de cores diferentes, além das escolhidas para serem as favoritas para jogar, escolhidas por sua perfeita esfericidade, pelo peso e tamanho – a menores e mais pesadas eram as melhores, pois dificultavam as estecadas como chamávamos as caramboladas, ou ainda as batidas entre bolinhas. Ah! Os jogos existiam na de box, que era um jogo desenvolvido em um chão de terra batida e plano pelo menos nas proximidades dos boxes, quando não tínhamos o local plano necessário, nós apanhávamos enxada, pá e outras ferramentas e construíamos em um canto da rua sossegado o plano necessário.
Os boxes eram pequenos buracos feitos com uma arruela e outro objeto arredondado com um diâmetro um pouco maior que as bolas de gude e com uma pouca profundidade.
A construção dos boxes comportava quatro boxes -buracos- arrumados em forma de L, três em linha e um em ângulo reto; o inicio do jogo se dava pela escolha da ordem dos jogadores e era feita com o arremesso da bolinha a partir do ângulo reto dos boxes em direção ao primeiro box que era o primeiro da linha de três opostos ao ângulo reto, se classificava como primeiro aquele que colocava a bola no box ou o que mais se aproximava dele, e assim se classificavam os demais tendo como distancia o parâmetro, sendo o mais distante o último a jogar.
As regras eram colocar as bolas de gude nos boxes, obedecendo à ordem do primeiro, até o quarto.
Quando era atingido o quarto box, o da perna do L o jogador retornava ao primeiro e iniciava a volta ao quarto box, quando atingia o segundo box de retorno ganhava o direito de atingir os adversários para longe para dificultar seu avanço, esse retorno, chamava de matança, assim eram denominados os boxes, primeiro de matança, segundo de matança, terceiro de matança e o de matança, o quarto box, quem aí chegasse tinha o direito de matança.
Assim quando quem estava com esse direito atingia a bola de gude de outro jogador este era eliminado, se todos atingissem o quarto de matança o jogo se desenvolvia por todo o espaço ao redor dos boxes, sendo obrigatória a tentativa de atingir um dos adversários, sendo proibido o jogador da vez arremessar sua bola para longe dos adversários para fugir das dificuldades do terreno
Existiam algumas regras como pedido de vantagens, como limpinha, quando se pedia para mudar a posição de jogo, ou tirar algum obstáculo da frente da bola que se quisesse atingir, que poderia ser negada desde que o dono da bola tivesse dito antes do referido pedido – não dou nada – isso obrigava aos participantes do jogo de gude ficar atentos as jogadas.
Esse brincar, às vezes acabava durando horas.
Outra forma de jogar bolas de gude era o de cela, fazia-se um círculo de mais ou menos um passo de diâmetro, cada participante colocava no centro da cela o número de bolinhas combinadas, quase sempre de uma a quatro, quase nunca mais, para isso eram descartadas as bolinhas com pequenas lascas ou as bolinhas não muito perfeitas quanto à esfericidade, a ordem dos jogadores era sorteada a partir da cela para a linha de lançamento, e a classificação era feita a partir da distancia da bolinha arremessada da linha demarcada.
O jogo de bolinha de gude nessa modalidade era desenvolvido jogando-se a bolinha em direção da sela com o objetivo de retirar de dentro do círculo o maior número de bolinhas possíveis, que iriam pertencer a quem conseguisse, se o jogo fosse a ganho, caso contrario o jogador limitava-se a tirar o número de bolas que havia casado no inicio do jogo. Caso a bolinha jogada ficasse dentro do círculo, sem conseguir retirar nenhuma o jogador ficava fora das jogadas, caso não houvesse previamente estabelecido que cada jogador pudesse ter duas bolas de jogo. Caso o jogo fosse a brinca, no final recuperaria sua bolinha retida, se fosse a ganho perderia inclusive essa bolinha.
Outra diversão era devida a coleção de figurinhas de jogadores de futebol, que naquela época vinha embalada em pequenas balas, os álbuns para a colocação das figurinhas eram distribuídos gratuitamente, inclusive como forma de incentivar a compra das balas, que eram de muito baixo custo relativo, já que com dez centavos comprávamos cem balas.
As figurinhas vinham de forma muito repetida, o que ocasionava um número muito grande de figurinhas que eram usadas para jogar, o que chamávamos de jogo de Bafa ou Abafa.
Esse jogo constitua-se colocar – casar – um número de figurinhas previamente combinadas sobre o solo preferencialmente plano, com a imagem do jogador voltada para o solo, e sorteado a ordem de jogada com a contagem de dedos, e se eliminado os jogadores pela contagem desse número, sendo estabelecida a ordem pela saída do jogador.
O jogo consistia em usando a mão em forma de concha, bater sobre as figurinhas e elevando a mão rapidamente, provocando um vácuo e fazendo as figurinhas casadas voarem, as que caíssem com a imagem do jogador para cima, elas pertenciam ao jogador, voltando-se a organizar as demais e assim procedia ao segundo jogador.
A jogada terminava quando não mais existissem figurinhas com a imagem voltada para baixo.
Conforme o previamente combinado, se o jogo fosse a brinca, ou a ganho, no primeiro caso o jogador ficava com o número de figurinhas houvera previamente casado, devolvendo as que não lhe interessado e retendo as que ainda não possuía em seu álbum, no segundo caso ficava com todas as figurinhas que havia conquistado.
Existiam, disse eu a minha neta muitos outros brincares que fazíamos principalmente o inicio das tardes e ou até, quando era verão, até bem tarde da noite, quando então brincávamos na rua na frente da casa de nossos amigos sob os olhares e cuidados de nossos pais que ficavam a conversar, quase sempre sobre nossas próprias travessuras.
Disse a minha neta que éramos muito felizes na simplicidade de nossas brincadeiras e de nossas vidas livres das ameaças hoje tão presentes nas vidas de nossas crianças, para quem a rua hoje é somente ameaças e riscos.
Não é saudade da infância, coisa de velho, mas uma triste constatação, muito triste mesmo, de um velho que Deus permite ter uma memória quase fotográfica daqueles dias de sessenta e poucos anos atrás Vamos dormir, pois já está quase se fazendo manhã, um tanto chuvosa deste domingo.
Minha neta, abraçando-me disse:
Boa noite vô.
-Boa Noite minha neta, Deus te abençoe...
Enxuguei algumas lágrimas, apaguei a luz, dirigi-me ao quarto, refugiei-me no calor do cobertor, e pedi a Deus que nos olhasse com muita misericórdia, a nós e aos nossos amigos, de ontem, separados pela vida, mas tão perto aqui em nossa memória...
Louvado seja Deus que nos tem permitido às setenta e duas órbitas terrestres ter ainda uma memória vívida e saudosa de uma infância  de pés no chão,muito feliz.
V.D.M.Ae.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A proposito de sufocar o planeta, ou Deve um cristão ser ecologista?


La vem o protestante novamente, aqui  no estado de São Paulo, os senhores lideres de sindicato dos Supermercados,  decidiram abraçar mais uma refolhagem(*) travestida de salvadores dos problemas causados pela utilização da famosa sacolinha de plástico com as quais os infelizes consumidores acondicionavam  seu produtos adquiridos.

Evidentemente, acredito que ninguém é a favor de poluir este nossa única nave espacial linda e maravilhosa. A propósito esta é a única coisa que por mais absurda que seja eu ainda teimo em acreditar, já que há muito tempo deixei de acreditar em Papai Noel, Mula sem Cabeça, Saci Pererê,  honestidade de muitos políticos, promessas de anos eleitorais e promessas de muitos Apóstolos, exceção feita aos dozes nomeados por Jesus Cristo, inclusive o temporão Paulo de Tarsso.

Bem voltemos ao fato, mesmo esses que se dizem favoráveis a exclusão do fornecimento das ditas sacolinhas, continuam a comprar: Farinhas, de trigo, de mandioca, de soja, todas embaladas em PLASTICO; feijão, arroz, molhos, alho,  cervejas em latas, pirulitos, balas, biscoitos und todos os demais produtos,  incluindo queijos, carnes, lingüiças, etc.,etc.,etc.

Todos embalados em PLASTICOS, só que esses não fazem parte da preocupação de não sufocar o planeta; qual a razão e ou motivo e circunstância de que todas essas formas de embalagens, igualmente  sufocadoras do planeta, estarem fora da preocupação dos senhores donos dos supermercados?


Pare e  pense um pouquinho que seja, já que pensar da dor de cabeça; mas vamos lá se esforce, tome um analgésico, mas pense...

-Ah!  Como não  pensei nisso antes? 

Sim é isso mesmo, eles não estão minimamente preocupados com essas todas e demais embalagens de plástico, que sufocam o planeta pois não são eles que pagam por elas.

Ah! A propósito, as sacolinhas  cedidas no mercado a título de gratuidade, (mais uma refolhagem), o  preço que ele donos de supermercados pagam, já esta incluído na planilha de custos da empresa, o que no final das contas é repassado para você consumidor,

De repassar a economia que irão fazer nas suas planilhas de custos com a abolição  do fornecimento das sacolinhas, isso ninguém fala ?
O uso ou mau uso das sacolinhas é uma questão básica de educação.

Quero deixar claro que eu sou ecologista de primeira hora, faço compostagem de resíduos de cozinha. Mantenho, com a graça de Deus uma área de 300 metros quadrados com árvores frutíferas alguma grama e muito mato para desespero de minha esposa,(olhe na foto ao lado um tiê que me visita regularmente), pois para mim o que Declarou Deus  na criação do homem colocando-o no Jardim do Edém ainda é válido;  Ele o fez para que o homem tomasse conta, ou cuidasse do jardim, tá você não acredita; tá! Ta!, vá lá na Bíblia e leia em Gênesis Capitulo  2, especialmente no versículo 15, com todas as letras.


Assim se você se diz cristão, e gosta de voltar  aos velhos ritualismos, qual a razão  para estar jogando    por aí todo e qualquer tipo de refugo, você que se diz seguidor dos ensinamentos de Deus, louve-o com sua voz, faça isso mas não se esqueça do versículo 15 de Gênesis.

Quando iremos parar de refolhismos, neste país, já não nos bastam os políticos corruptos, os sevandijas da fé, com suas teologias de prospera- idade ?

Deus tenha misericórdia de todos nós apesar de nós mesmos, ah! Em tempo, se você se diz cristão, então pare de embarcar em modismos, seja ele qual for, pois:

V.D.M.I.Ae
.
(*) Refolho = hipocrisia.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A verdade que podemos encontrar num lustre.

Ola Estou eu aqui novamente a correr meus dedos neste teclado, e a cada dia muito mais apreensivo do que o dia anterior.
Acredito que como muitos, sofrendo um processo angustiante de expectativa do caminho disso que por comodismo ou interesse continuam denominando Eva angelio.
Multiplicam-se geometricamente os feitos e fatos esquisitos, para não dizer escabrosos que ocorrem pelos espaços físicos que insistem em chamar de igreja, casa de oração, templo, catedrais disto ou daquilo, onde ocorrem cerimônias que insistem em chamar de cultos, apodados de do espírito (qual ninguém esclarece) da prosperidade, da vitoria, dos casais, dos jovens, da saúde, do empresário, do empreendedor, etc., etc.
Quando essa coisa toda se denomina de louvor, sai de baixo, que la vem um besteirol de musicas egocêntricas, de exaltação de personagens vitoriosos do velho testamento, e recheado de glorias, de vitoria, de poder de derrotar com suas determinações a satanás, coisa que desde pequeno me foi informado que na cruz Jesus já havia feito, e que tudo o que devia eu fazer era resistir ás tentações que o capiroto iria pôr à minha frente,
A propósito, se você não pular se agitar como se estivesse com doença de são Guido ou Síndrome de Syndenham, caro irmão que esta a ler estes escritos, você estará sendo classificado como não espiritual.
Oportunamente, se algum incauto pensar que esses acontecimentos esdrúxulos estão a ocorrer em igrejas evangélicas e ou no meio neopentecostal, esta rotundamente enganado; ao correr por este grande oceano de informação eis que deparo com um artigo no Corriere dela Sera dando conta de que a dança invadiu uma igreja, centro mais importante do catolicismo até a reforma, igreja passada aos protestantes no ano de 1591, teve montada em sua nave um espaço para a pole dance, ou dança do poste, e a apresentação de uma bailarina em roupas pouco indicadas para o local.
O artigo de Giacomo Galeazzi, nos cita outros fatos, como o mais recente na Espanha, que acabou por gerar protestos pelas fotos realizadas para um calendário com a modelo Paz Vega rezando nua coberta apenas por um véu, alegando que fez essas fotos não querendo ofender, e que o fez por amor “em honra ao meu país e a minha tradição, não ficando claro se a sua tradição de posar nua ou a sua tradição religiosa e os autores da façanhaapelam para o direito à expressão artística,
Tudo isso seria extremamente, absurdamente estranho, inesperado, mas devido ao distanciamento da verdade, torna tudo mais fácil entender. Mas enfim qual a verdade? Perguntam alguns, mas você que se diz cristão e digno de ostentar essa classificação, já deveria saber que a verdade é Cristo, isso dito por suas próprias palavras dirigidas a Tomé que alegava não saber para onde Cristo iria. Jo 14:6.
Os rumos que a dita igreja cristã esta tomando nos nossos dias, me parece é aquela de quem não sabe o que é Cristo.
Usando a triste figura de um comandante de um navio que a seu julgamento, adotou uma rota, para fazer “uma graça” a seus amigos, aproximando-se perigosamente de uma ilha, resultando em perdas de vidas e enormes perdas pecuniárias com o afundamento parcial do navio, além de confirmar sua falta de compromisso com sua tripulação e passageiros, abandonando o navio quando seria dele esperado o cumprimento de suas obrigações inerentes a seu cargo de Comandante. Que admoestado com insistência para que voltasse a seu posto e assumisse o controle da situação e a sua responsabilidade.
Assim me parece estar a igreja hodierna e seus mais visíveis lideres, evidente deva existir por este mundo ainda, verdadeiros e sinceros homens dedicados a verdade do evangelho. Sem voz, ainda, para fazer o retorno a luz do evangelho verdadeiro.
Nossa igreja cristã, de qualquer denominação que você queira considerar, está mais ou menos afastada da verdade; descompromissada com a vida, não só a vida neste estagio como no caminho da vida eterna.
Muitos alegam que a verdade é relativa, esse é o cerne do que acontece em meio às igrejas instituição, existe nessas igrejas em maior ou menor grau de intensidade, um desinteresse com a verdade; seus lideres, Apóstolos, (e, ou seja, qual forem seus nomes), dos ministérios de adoração, dos jovens, dos grupos de dança, do ministério da palavra, da administração, cada um deles tendo a sua verdade particular, inerente aos dons que deus lhes deu e ou lhes revelou, segundo eles mesmos.
Meu velho e saudoso pai, de poucas e sábias palavras, certa feita tendo um dos raros bate papos comigo, ainda jovem,  me disse:
“Filho guarde estes dois conceitos em seu coração, primeiro a verdade é como um lindo lustre pendurado em meio a uma sala, ele poderá ser composto de inúmeras pedras translucidas, de uma armação elaborada de vidrilhos, se nele não existir uma fonte de luz, não passara de um penduricalho sem função, a verdade de um lustre é a luz.
Outra coisa, se você ocupar lugares diferentes na sala, verá seguramente novas facetas do lustre, poderá parecer a você incautamente que a verdade tem muitas faces, tenha presente que isso é um engano, pois o que você esta vendo é a verdade com brilhos diferentes, mas nunca se esqueça filho, a verdade é a luz e não os vidrilhos. Logo a verdade é uma só, ainda que tenha muitos brilhos.”
Na oportunidade não me falou de religião ou de Cristo, mas a vida me mostrou que no fundo de suas palavras estava implícita essa verdade
Evidente que por sua natureza a verdade é insubmersível, é uma luz que nunca se apaga, é como o óleo sobre uma superfície de água, pode se adelgaçar, mas sempre sobrenadará e que mais cedo ou mais tarde voltara a brilhar, nesse dia a vida voltará a ser plena e abundante de brilho, e alegria e paz, a paz que nos será dada não como o mundo o faz, mas a paz vinda diretamente de Deus...
Até lá Deus nos ajude a suportar, tantas sandices, idiotices, tantas imoralidades em nome da arte e do progresso, possa nos dar forças para sobreviver às investidas enganadoras, preservando-nos dos engodos do capiroto, que a muitos esta envolvendo em uma santidade enganadora, esbulhadora não só da vida como dos recursos para uma vida mais abundante em detrimento de lideres sevandijas e sacripantas enganadores;
Eu aprendi de meu velho e saudoso pai, o lustre pode ser lindo, de cristal verdadeiro, mas se não tiver luz verdadeira, para nada serve, leiam em Jo 1:18.
Deus possa ter misericórdia de todos nós.
V.D.M.I.Ae.