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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Me desculpem, mas não estou me sentindo bem...








Salmo 73
Isaias 5:20 -23
Isaias 59:


Estou particularmente atravessando momentos difíceis, enfadonhos, e tristes...
Nunca em tempos anteriores em um passado recente, imaginaria que viveria tempos como os destes dias...
Acalmem-se, os que divagam mais adiante a conjecturar doenças, dissabores físicos, sim eu os sofro, mas pela graça única e exclusiva de Deus meus achaques físicos não passam de uma pressão pouco convencional e ou talvez alguns incômodos com a vista que teima em ser míope.
Mas os momentos difíceis estão por conta de ver ou antever coisas tão óbvias que todos os demais não veem e ou não arrazoam, já que os acontecimentos e os feitos e fatos são evidente como uma bússola a indicar o caminho.
Nosso povo, até mesmo aqueles que dividem nosso teto, em algumas oportunidades parecem cegos aos ensinos e admoestações, até mesmo a arrazoados lógicos e incontestes, preferem dar ouvidos a cantilenas de sereias, mentiras descaradas e infantis.
Já alertava no passados a meus alunos a prestarem muita atenção no que ouviam com tanta ênfase que um chegou a me perguntar:
-Professor me diga então, porque devo acreditar no que você diz?
Como resposta lhe disse:
-Nem mesmo em mim você deve acreditar sem um questionamento, tal qual este que você está fazendo agora, busque se inteirar dos fatos, pesquise, busque aprofundar a ideia, confronte com outros juízos, converse com outros, leia a respeito  enfim, busque a verdade.
No momento que estamos atravessando os males que vivemos parecem não estarem afeitos a uma região ou país.
Pouco tempo atrás um primeiro ministro acusado de promover noitadas de orgias em próprio do governo; para desqualificar a acusação e seus acusadores se saiu com esta nos meios de comunicação:
“O povo italiano deveria ficar orgulhoso de ter um primeiro ministro “maschio”.”
Em outro pais ali da Europa, tida como área do primeiro mundo um  ex primeiro ministro  está preso em razão de corrupção....
O que vemos por aqui?
Desrespeito, mentiras, se isso fora no âmbito das relações humanas aqui na base, poderíamos lançar essa conta no título da falta de educação familiar, e ou educação formal.
Mas o que vemos?
A mentira, a exploração a corrupção estão instaladas nas mais altas esferas do governo, junto com esses males ainda temos a desfaçatez, cinismo e descaramento, quando eles veem a público para tentar explicar o inexplicável, ou nos empulhar, zombar, menoscabando a verdade, como se fôramos imbecis refinados e ou doentes mentais.
E nós somos aqueles que iremos pagar, não só moralmente, mas também financeiramente.
Quando o preço da carne de segunda chega aos valores de vinte ou vinte e cinco reais o quilo, temos que ouvir com a maior cara lavada a presidenta ou seus sequazes na televisão que esse sacrifício é necessário para voltarmos a crescer, temos que ver, “aquele que não vai voltar pois nunca saiu” de marombeiro que está preocupado com a sua saúde, enquanto aqueles pobres que os elegeu não terão sequer dinheiro para comprar três porções de carne semanalmente, mesmo que faça uso de sua bolsa família.
O que me espanta é a caterva intelectual (sic est) a divinizar aos mentirosos, achacadores, corruptos e corruptores como se  eles fossem meras vítimas, do que dizem:
-Se todos fazem, eu também posso.”
O povo? Este não passa de um detalhe que podemos enganar e ou comprar.
Os políticos, esses agem de conformidade como o “Capo”. Em sua grande, mas grande mesmo, maioria, também se vendem, quando não por dinheiro, por ideologias exóticas, pelas quais no passado tentaram implantar  pelas armas, hoje o tentam fazer, menosprezando as instituições democráticas que hipocritamente juram defender e sob as quais se abrigam para destruí-las mais eficazmente. (plebiscito, constituinte exclusiva, voto em lista partidária, financiamento público de campanha, etc.),
Esses que ai estão há mais de uma década aparelharam o estado para lhe dar no momento certo o golpe de misericórdia, com fizeram na Venezuela. A oposição política a esses sacripantas age de forma fisiológica e tão fraca que mais parece um grupo de tísicos em fase avançada da doença; não tem nem vez nem voz.
Quando as ruas se levantaram, não levadas por interesses, o poder estabelecido se manifestou por aquele que não vai voltar pois nunca saiu, ameaçou a manifestação com a convocação do exército do stedeli; em qualquer pais descente, não aparelhado, o sistema jurídico chamaria o referido sujeito e o enquadraria como incitador da violência pública, ameaça ao regime vigente, ameaça de guerra civil, mas não irão fazer isso. o que aconteceu depois disso?
O general do exército convocado por aquele que não vai voltar pois nunca saiu e pretende na verdade nunca mais sair, Foi molestado? Foi chamado pelas autoridades jurídicas para explicar que exército ele mantem irregularmente sob a ótica da constituição vigente?
Não, ele o general stedili, foi agraciado com a maior comenda do govêrno estadual de minas gerais, por serviços prestados de, com seu exército:
-tais como: invadir propriedades privadas, institutos oficiais de pesquisa agropecuária, destruindo pesquisas de vários anos em questão de minutos. à revelia da lei vigente
São esses a quem o desgoverno de plantão acha ser heróis do povo.
Atenção, oposição, no momento a única arma que dispomos é a palavra, o alerta, a verdade, que deve ser proclamada a todos os instantes possíveis, não estou vendo o espaço do povo tanto a tribuna da Câmara de deputados e/ ou  o Senado ser ocupada e dali vociferada a última oportunidade de defesa da Democracia, se isso falhar só nos restará a DEMOCRATURA bolivariana, ou o enfrentamento do exército do stedili nas ruas, 
com a já conhecidas e imaginadas consequências.(1)
Eis aí exposto a razão da minhas palavras iniciais.


Em tempo: Leiam em sua Bíblia as citações colocadas la no começo, e vejam que o assunto é velho, e constate que não aprendemos nada até hoje, lamentavelmente.

A única verdade incorruptível e imutável é que:
V.D.M.I.Ae.


quarta-feira, 25 de março de 2015

Liberdade...




li.ber.da.de
s. f. 1. Estado de pessoa livre e isenta de restrição externa ou coação física ou moral. 2. Condição do ser que não vive em cativeiro. 3. Condição de pessoa não sujeita a escravidão ou servidão. 4. Independência, autonomia. 5. Ousadia. 6. Permissão. 7. Imunidade. S. f. pl. 1. Regalias, franquias, imunidades, privilégios concedidos aos cidadãos pela constituição do país ou de que goza um país, uma divisão dele, uma instituição etc. 2. Familiaridade importuna; atrevimento, confiança: Tomar liberdades com alguém.

Desde já há algum tempo tenho ocupado minha mente em tentar entender o quê na verdade é essa tal de liberdade, tão almejada e tão buscada por todos.

Interessante é que ao longo de todas as órbitas percorridas, já são setenta e cinco e quatro meses, nossa visão de liberdade se apresenta multifacetada em decorrência de nossa idade..

Outra constatação é que essa ideia, sensação, ou aparência de liberdade sofre restrições maiores e ou menores, sobretudo no seio da família, coisa que nem sempre naquele dado momento entendemos ou aceitamos.

A idade mais avançada, quando o cérebro e a memória pode nos acudir, conseguimos enxergar a liberdade como algo bem palpável e diria eu com uma certa arrogância, imprescindível para a consecução da vida, não somente a nossa mas a de todos e tudo o que nos cerca e tem em si esse dom fabuloso a que chamamos vida.

Como na colocação logo ali em cima, uma definição obtida de um dicionário no caso o Michaelis, podemos verificar a sua complexidade para a compreensão do que venha a ser verdadeiramente a liberdade.

Neste muito pensar fui levado a comparar o conceito liberdade ao ar que nos cerca, não o vemos, mas vez por outra sentimos o seu frescor em nossa pele atordoada pelo calor intenso.

Sabemos da sua importância fundamental para o ser humano animais, vida vegetal, para os mares e seus habitantes, sabemos o quão importante é mantê-lo livre de inquinamentos, para a manutenção da vida

A liberdade não existe quando estamos sujeitos a qualquer sorte de submissão domínio, imposições; quando conversei sobre este aspecto da liberdade com uma de minhas netas obtive como contraposição a pergunta:
-Então qual a razão de tantas regras?

Não respondi de pronto mas pedi que ela mesmo me desse algumas implicações que ela mesma achava do porque disso.
Socorreu-lhe a memória com a lembrança de algumas aulas de filosofia e com a compreensão de que necessariamente as regras nem sempre são restritivas de liberdade.

A liberdade pressupõe normalidade, eliminação de óbices para a consecução da vida, necessidades que garantam a própria existência dessa mesma liberdade.

A total ausência de normas para a vida, implicará fatalmente em caos, anarquia, desvios, elementos esses que contrariam a definição e a compreensão de liberdade.
Pode existir liberdade com normas?
Não seria isso um contrassenso?


Por óbvio que não; tudo o que existe de visível em nosso mundo todo, está sujeito a uma lei uma norma regulatória, a um planejamento ou se quisermos, no mundo natural a uma lei previamente estabelecida.

Essa lei que a ciência em seus estudos tenta desvendar e ou entender.

Na convivência humana ou de grupos humanos havemos de ter essas regras escritas ou não, para que a vida possa se desenvolver de maneira harmônica.

Quando nos reunimos em grandes grupos damos o nome a essas regras civilizatórias guardiãs da liberdade interpessoais do grupo, constituição, assim poderão aparecer regras restritivas de comportamento individuais em favor do grupo.
;
Essas regras assim constituídas devem apenas preservar algumas situações que balizem o caminho a ser seguido, limitando os desmandos evidentes e a própria preservação da liberdade.

Me ocorre neste momento a memória as modificações que foram introduzidas sub-repticiamente nas praticas da igreja a que frequentava.
Os leigos se ocupavam de atividades na igreja, que como era administrada de forma conciliar, os elegiam a cada ano para o exercício da atividade, assim tínhamos : O guia leigo, os ecônomos, o superintendente da ED. os professores das varia classes de alunos, houve um tempo que alguém em um concílio introduziu a ideia de “Dons e ministérios”, parece coisa pouca, mas subverteu o sentido até então vigente de estar “prestando um serviço a comunidade de fé, para o sentido de estar a serviço no exercício de uma atividade para qual fora eleito por Deus e o orgulho de estar exercendo um ministério.

Bobagens! Mas foi o fulcro da criação de feudos pessoais e ou familiares, e com isso introdução de doutrinas espúrias do pentecostalismo, que estava grassando com coisas e atitudes totalmente antibíblicas, como consequência, quando o grupo ou pessoa vinha na ED, ou mesmo em reuniões de culto com esses tais novidadismos, sendo admoestados para nos conservarmos atados aos ditames bíblicos, logo ouvíamos;
-Irmão eu estou ouvindo a Deus em “MEU ministério e exercendo como Deus me indicou”
Na ED muitas vezes ouvíamos: “Deus hoje pela manhã me deu uma mensagem para trazer a esta igreja e eu vou falar” e la vinha um monte de heresias doutrinárias. Quando admoestados, mais uma vez vinha a fala, estou exercendo o “MEU ministério”.
Dai às praticas mais exóticas tais como: Cair no espirito, com direito a alguns hematomas e ou coisas um pouco mais pesadas, gritos histéricos, glossolalia, profetadas, convites para o púlpito e pregadores de doutrinas contraria a bíblia.

Nos últimos tempos Gedozismos, Encontros Tremendos com Deus” Sermões exaltando lideres do passado como forma de estabelecer ligações atuais de obediência aos homens de Deus, etc.

Essas atitudes, pouco tempo depois fez com que um Concilio de Bispos desse uma carta a igreja alertando e indicando o cuidado a ser observado com a introdução em nosso meio do sistema G12. E pasmem depois de dois anos um bispo que, assinara o dito alerta com o G12, lidera a transformação da igrejas em igrejas Celulares, tive a oportunidade de perguntar a um seu representante que me orientasse:
-Quando foi que o Espirito Santos havia orientado o referido Bispo, quando assinara o documento alertando que o sistema G12 era uma redonda heresia, ou agora que transformava a igreja em Igreja Celular no sistema G12”.
Como resposta obtive a seguinte pérola:
-Irmão, o senhor não precisa de Pastor e nem de bispo, já que se acha com sabedoria superior a eles, e saiba que como tudo o evangelho se moderniza e se adapta as novas circunstâncias.

Só me restou dizer-lhe que sim eu seguiria sua orientação, não precisaria mais de pastor e nem de bispo que se esquecem que Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre e que “Verbum Domine Manet In Aeternum.
Liberdade é como o ar que respiramos, que quando não é puro, é por única e exclusiva por nossa culpa.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Lei?? Num país de diregentes refolhosos por natureza...(por oportuno republicado)

terça-feira, 22 de novembro de 2011


Lei?? - Num país de dirigentes refolhosos por natureza...

Quando mais jovem, bota tempo nisso, há uns quarenta orbitas terrestres lá trás, por força do curso que fazia – Direito- ali na São Francisco; curso que não terminei por percalços da vida, perpetrei um projeto de Lei com o intuito de regulamentar a atividade então crescente, do roubo e do furto.
É bom saber que conquanto o resultado seja o mesmo, roubo é uma coisa e furto é outra, e se bem me lembro, são capitulados em artigos diferentes, bom deixa isso pra lá...
Esse texto, embora o tenha guardado por um bom tempo parece-me ter se perdido em uma das limpezas realizadas ao cabo de uma das poucas mudanças que fiz; então vou tentar resgatá-lo da memória, que já esta apresentando algumas deficiências depois de setenta e duas órbitas e quinze dias (exatamente hoje); vamos lá.
Anteprojeto visando regulamentar a atividade de assaltante nas modalidades de roubo, sem agressão física, e ou furto.
Justificativas: O presente anteprojeto tem como finalidade precípua estabelecer normas reguladoras de uma atividade cada vez mais presente nas nossas sociedade, e que se desenvolve de maneira absolutamente desordenada.
Assim uma vez aprovado o presente projeto de Lei, a sociedade civil, desarmada pelos decretos governamentais da retirada de armas da mãos da pessoas de bem, poderá ter certo lenitivo e uma garantia relativamente a essa modalidade de atividade criminosa.
Da mesma forma os meliantes, mediante esta lei, não estarão mais agindo fora da legalidade, que é balizada no presente projeto, garantindo desta forma certa remuneração, e de garantia de vida; e a possibilidade de não se envolver em crimes com maior apenação, como a de se tornar carrasco executor da pena de morte invertida, modalidade aceita por nossa sociedade.
Como o meliante amparado por esta lei, não se ve compelido à aplicação do artigo condenatório da pena de morte inversa –“A resistência e ou obstrução dos objetivos do meliante”: Assim o cidadão de bem, a quem se aplicaria, no caso de resistência, a penalidade de julgamento e execução sumária, ficará resguardado no tocante a essa lei não escrita ;a Pena de Morte inversa.

  Art. 1º - Fica por este projeto regulamentada as várias modalidades de roubo, assim entendidas todas as atividades para obtenção de bens materiais e ou financeiros e de furtos de objetos de qualquer porte sem que o seu proprietário tome imediato conhecimento do mesmo, que nesta hipótese deverá ser enquadrar na modalidade roubo.
 Parag. Único - Em razão desta regulamentação se faz necessário e até mesmo imprescindível a criação de entidade regulamentadora das atividades objeto deste anteprojeto, a saber: criação de sindicatos e ou Associações especificas para as modalidades objetos deste anteprojeto

Art.2 – O meliante, uma vez criado os respectivos sindicatos e ou associação deverão obrigatoriamente se filiar, observada a modalidade na qual deseja exercer suas atividades
  Parag. I – O meliante poderá mudar de modalidade somente após seis meses de sua primeira opção, e quando solicitada essa mudança, deverá apresentar a documentação necessária de seu sindicato e ou associação bem como documento que comprove estar em dia com as taxas e ou impostos que incidirão sobre os lucros auferidos no período anterior.

 Parag. II – O meliante que solicitar a mudança prevista no parágrafo I do artigo 2 acima, deverá providenciar a devolução dos selos e ou declarações que ainda não tenha utilizados, referentes a modalidade que exercia até então, sob pena de sofrer sanções, essa devolução deverá ser efetuada até o décimo quinto dia útil do deferimento de sua mudança de modalidade.
         Inciso á) O tempo previsto no parágrafo II do artigo 2, será contado a partir da publicação no diário oficial do município onde o meliante exerce sua atividade.

  Parag. III – Uma vez o meliante filiado ao sindicato de sua escolha (modalidade) receberá um selo holográfico indicativo da modalidade, onde estará de forma clara o período de validade do mesmo, que nunca será inferior a três meses, e quando este prazo estiver vencido, deverá o meliante procurar o sindicado e ou associação  e realizar a sua troca em igual número, com nova data de validade, observado o período dos três meses iniciais.
                 Inciso a) – O fornecimento do selo objeto do parágrafo III será feito mediante o pagamento da taxa que não poderá ser superior um centésimo do valor do salário mínimo vigente.
         Inciso b) – A troca prevista no parágrafo III, não implicará em cobrança de taxas e ou emolumentos de qualquer natureza e desde que esteja dentro do prazo original de três meses da previsão inicial.
              Inciso c) A troca prevista no parágrafo III somente poderá ocorrer até dez dias antes do termino do prazo de três meses previstos, devendo neste caso o meliante observar o que determina o parágrafo V.

Parag. IV - O selo holográfico previsto para ser fornecido pelos sindicatos da modalidade devera obedecer às seguintes características.
a)    -  Indicar claramente e de forma a não criar duvidas o sindicato fornecedor;
b) Deverá ter uma numeração seqüencial, com algarismo e código de barras;
c) -Ter uma identificação holográfica da modalidade, furto ou roubo, de maneira a ser facilmente observável desde uma distância de três metros. 
d)  Ter através da identificação de barras de cores a base na qual o meliante poderá atuar;
e) Ser autocolante, de tal forma que possibilite a sua troca, sem a perda da capacidade de adesividade, de até doze vezes;

Parag. V – No exercício de sua atividade, o meliante após a execução de sua tarefa, se roubo, deverá fornecer o selo previsto no parágrafo III para que a sua vítima o aplique em lugar visível de sua indumentária, como indicativo de que foi abordado por um meliante da modalidade roubo.

Parag. VI – O meliante da modalidade furto, deverá providenciar de maneira, a não ser visto ou identificado selo de seu sindicato e ou associação, para que a vítima, uma ter descoberto ter sido furtada, possa aplicar o selo em sua indumentária como identificativo de ter sido vítima de furto.
         Inciso único – A pessoa identificada pelo selo seja o de roubo ou de furto, não poderá ser abordado pelo meliante da modalidade pelo período de dois meses, quando portadora de selos das duas modalidades para efeito do prazo de dois meses fica valendo a data do selo que lhe dá maior prazo.
Parag.VII – A vítima ao ser abordada por um meliante devera verificar se ele tem o crachá identificativo de sua modalidade, no caso de roubo, não oferecer resistência e entregar seja lá o que for solicitado pelo meliante, que não poderá exigir mais do que um objeto, e que deverá fornecer o respectivo selo de sua modalidade.
              Inciso único: Fica dispensada a identificação quando a modalidade for de furto, devendo o meliante desta modalidade, disponibilizar a vítima o respectivo selo, observando igualmente o fato de que não deverá furtar mais do que um objeto.
Parag.VII – Ficam fora desta regulamentação o roubo e ou furto a residência de veículos motores de qualquer cilindrada e ou número de rodas, as bicicletas de tração motora.
                    Inciso único – As bicicletas de tração humana poderão ser objeto tanto de roubo como de furto, devendo o meliante fornecer o respectivo selo.
Parag.IX - O meliante que não observar a regras previstas neste anteprojeto, quaisquer que seja, ou use selos com datas de validades vencidos, selos falsos, ou não forneça os respectivos selos, ou ainda não observem o período a que as vitimas tem direito de isenção de novo ataque, terão, uma vez apanhados suas penas acrescida de um sexto da pena original, no caso de reincidência da não observação destas regras terá o acréscimo de mais três dezesseis avos da pena devidamente acrescida de um sexto.
         Inciso único – No caso de contumácia na não observação, o meliante julgado como o previsto neste anteprojeto, perderá o direito às visitas intimas, sendo lhe, no entanto, considerado os dereitos inalienáveis dos meliantes, fornecido mensalmente, enquanto durar a pena, uma revista para adultos, observada a sua orientação sexual. (*)

Parag., X – Ficam revogados todas os demais bla-blas a respeito do assunto.
(*) inspiração de uma amiguitcha que pediu para manter seu nominho no anonimato, mas quem usar o crânio logo vai descobrir.

Mais uma vez um barão tristemente hilário, e muito aborrecido com a existência da PENA DE MORTE INVERSA, onde somente inocentes e honestos de carteinha, são executados sem o direito ao contraditório ou ampla defesa e ou advogados presentes antes da execução e ou ainda direito do conforto espiritual prévio.

Deus possa ter misericórdia de todos nós apesar de nós mesmos.

Enquanto isso estejam todos seguros que:
V.D.M.I.Ae.

Atenção: Olá, senhor Sinistr,  ops, digo ministro da área, de plantão, se quiser utilizar o ante projeto esteja à vontade, não precisa citar a fonte, use á vontade...rsrsrssrssrsrs

Fique calado velho...

Oi gente! Ca está o velho de setenta e três órbitas terrestres percorridas a escrevinhar novamente. Li a pouco um comentário  dos solertes, falaciosos, corajosos da escuridão, os valentes e valorosos absintados e tão fecundos em multiplicação assexuada o indigitado “Anônimo”.
No caso em causa (isto dá música, saca o ritmo!) o absintado comentou o assunto com um sucinto “Por que não te calas”, nem original foi o dito. Está a tomar emprestado do Rei de Espanha a fala que dirigiu ao falastrão e sonhador Chaves, não o personagem da TV, e sim ao pernicioso sonhador Bolivariano, já entregue aos vermes; bem deixa isso de lado e vamos ao crime, digo ao caso.
Apesar da caduquice que me querem impingir, dada a quantidade de órbitas percorridas, quero deixar claro que a bondade e misericórdia de Deus me permite trazer viva a memória coisas dos tão longínquos anos da infância, pois a ler esse tal “por que não te calas” Veio-me a memória uma narração, se ocorrida ou criada pela capacidade imaginativa não sei, mas que passo a narrar a seguir:
"Um jovem repórter visitando um determinado país, em uma tarde ao passear pelo centro do burgo visitado notou um jovem que de sobre uma caixa, falava em alta voz para quem pudesse ouvir, exortando-os sobre a necessidade de mudança de hábitos pouco recomendáveis, que a população do lugar mantinha.
O jovem turista, que compreendia a língua nativa, quedou-se por um tempo a observar a cena, não deixando de notar que muito poucos dos que cruzavam a praça, notavam o rapaz no afã de exortá-los á necessária mudança de hábitos para a obtenção de uma vida melhor em comunidade; a grande maioria passava batido sem tomar conhecimento da sua existência.
Passadas quase duas décadas desse fato, o agora mais maduro repórter por força de seu serviço, retornou àquele país e aquela mesma cidade. Instalado no hotel lembrou-se do ocorrido e decidiu ir à mesma praça ver como andavam as coisas.
Qual não foi a sua surpresa ao se deparar com a mesma pessoa de décadas atrás sobre o que lhe pareceu à mesma caixa, a desafiar a mesma fala, com os mesmos chamamentos a mudança de hábitos, causou-lhe espécie que decorrido um tempo razoável aquele ontem jovem hoje uma pessoa mais madura, persistisse na sua arenga.
Dirigiu-se ao rapaz e o indagou, explicando-lhe o motivo.
-Me perdoe há dez anos, pouco mais ou menos, uma tarde eu passei por esta mesma praça, e parei para ver sua atitude de chamar a atenção de seu povo para mudança de hábitos, e estou admirado de que passado tanto tempo, me permita dizer, você ainda esteja a chamar a atenção, deles, parece-me que não surtiu resultado. Como você explica isso?
Obteve como resposta:
Meu senhor, esse mau costume do meu povo, é muito pernicioso e que por força de indiferença ninguém quer mudar, e eu estou fazendo essa pregação como a única maneira de manter-lhes atentos para que devam modificar, e meu senhor pense bem, se eu um dia me calar, eles terão vencido e a verdade terá perdido a batalha, eis a razão pela qual eu não me calo e não me calarei enquanto tiver forças."
O reporter partiu dali para seu trabalho, mas guardou uma lição inestimável:
Se nos calarmos diante da injustiça, da aleivosia, da mentira, da artimanha,da falácia, ainda que tenhamos que falar por anos a fio incansavelmente, ainda que não nos ouçam, se calarmos eles os sevandijas, sacripantas e toda essa caterva, que hoje subverte a pura Palavra de Deus, eles  ganhariam, e  por um tempo finito, pois ainda que tarde, o dia do juízo virá; e ai então, você oh! Corajoso “Anônimo” verá e saberá por qual razão, motivo e ou circunstancia, não nos calamos, e enquanto pudermos continuaremos a falar... gostem ou não os sevandijas.
E saibam todos os que se escondem na covardia do Anonimato que:

V.D.M.I.Ae.
Deus possa ter misericórdia de todos nós apesar de nós mesmos.