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Um homem corta para si cedros, toma um cipreste ou um carvalho, fazendo escolha entre as árvores do bosque; planta um pinheiro e a chuva o faz crescer.
Tais árvores servem ao homem para queimar: com parte de sua madeira se aquenta e coze o pão; e também faz um deus e se prostra diante dele, esculpe uma imagem e se ajoelha diante dela. Então com o resto faz um deus para si, uma imagem de escultura. Ajoelha-se diante dela, prostra-se e dirigi-lhe suas súplicas em oração: “Ó Salva-me, pois tu és meu deus!”
Eles nada sabem nem entendem, porque os seus olhos são incapazes de ver e os seus corações não conseguem compreender. (Isaías, 44)
a) - Indicar claramente e de forma a não criar duvidas o sindicato fornecedor;
Jim Jones que também tinha novecentos e poucos que fizeram tudo o que ele determinou – o suicídio – e os que não quiseram obedecer, foram abatidos a tiros por outros que depois se suicidaram.
A busca da verdade em meio ao caos religioso deste século
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quinta-feira, 4 de maio de 2017
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Alguem ja atentou psra isso ?
Um homem corta para si cedros, toma um cipreste ou um carvalho, fazendo escolha entre as árvores do bosque; planta um pinheiro e a chuva o faz crescer.
Tais árvores servem ao homem para queimar: com parte de sua madeira se aquenta e coze o pão; e também faz um deus e se prostra diante dele, esculpe uma imagem e se ajoelha diante dela. Então com o resto faz um deus para si, uma imagem de escultura. Ajoelha-se diante dela, prostra-se e dirigi-lhe suas súplicas em oração: “Ó Salva-me, pois tu és meu deus!”
Eles nada sabem nem entendem, porque os seus olhos são incapazes de ver e os seus corações não conseguem compreender. (Isaías, 44)
terça-feira, 11 de abril de 2017
Estamos voltando...
Acabei de instalar um editor de texto no tablete para poder voltar a publicar textos no blogue buscas-do-barao.
Fiz um ensaio de publicação, com um texto sobre nossos irmãos cooptas que foram vítimas dos assassinos que são absolutamente COVARDES, pois agem nas sombras.
Quer me parecer, deu certo, então a razão de instalar este editor de texto e estar digitando estas linhas.
Proximo passo será habilitar um teclado bluetooth, (será que está grafado correto), embora pequeno vai me permitir usar oito dedos para digitar.
De qualquer forma, estou voltando às origens, e o primeiro texto ousarei versar sob o quê é mais “importante”: a morte na cruz? ou a ressurreição ao terceiro dia de Jesus Cristo.
Quero agradecer a todos que teem lido antigos textos deste blogue, espero continuar com essa atenção, se gostarem, divulguem e saibam todos que
V.D.M.I. Æ.
Deus os abençoem.
Fiz um ensaio de publicação, com um texto sobre nossos irmãos cooptas que foram vítimas dos assassinos que são absolutamente COVARDES, pois agem nas sombras.
Quer me parecer, deu certo, então a razão de instalar este editor de texto e estar digitando estas linhas.
Proximo passo será habilitar um teclado bluetooth, (será que está grafado correto), embora pequeno vai me permitir usar oito dedos para digitar.
De qualquer forma, estou voltando às origens, e o primeiro texto ousarei versar sob o quê é mais “importante”: a morte na cruz? ou a ressurreição ao terceiro dia de Jesus Cristo.
Quero agradecer a todos que teem lido antigos textos deste blogue, espero continuar com essa atenção, se gostarem, divulguem e saibam todos que
V.D.M.I. Æ.
Deus os abençoem.
domingo, 9 de abril de 2017
O que é a Igreja Copta
Menos conhecida no Brasil, a Igreja Copta é uma das primeiras da história do Cristianismo. Ela nasceu algumas décadas depois da crucificação de Jesus Cristo quando, segundo a tradição, o apóstolo Marcos saiu da Terra Santa e foi fundar a Igreja de Alexandria no Egito. As igrejas caminharam juntas até o ano de 451, quando os coptas se separaram dos outros cristãos por conta de uma discussão sobre a natureza de Jesus.
A discussão teológica deixou de ser motivo para desavenças e hoje os coptas, os ortodoxos e os católicos são bastante parecidos na fé. Os coptas não acreditam em purgatório, dizem que as almas das pessoas mortas vão direto para o céu, ou para o inferno. A missa copta é rezada em árabe e em uma língua copta milenar.
Estaremos em breve retornando...
Estamos nos preparando para voltar a escrevver neste espaço, estarei usando um teclado especial que ainda não domino.
Aguardem,,,,
Por oportuno , muito obrigado por vcs acompanharem e continuando a lendo velhas publicações.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Lei?... num pais de "refolhosos"?
Quando mais jovem, bota tempo nisso, há uns quarenta orbitas terrestres lá trás, por força do curso que fazia – Direito- ali na São Francisco; curso que não terminei por percalços da vida, perpetrei um projeto de Lei com o intuito de regulamentar a atividade então crescente, do roubo e do furto.
É bom saber que conquanto o resultado seja o mesmo, roubo é uma coisa e furto é outra, e se bem me lembro, são capitulados em artigos diferentes, bom deixa isso pra lá...
Esse texto, embora o tenha guardado por um bom tempo parece-me ter se perdido em uma das limpezas realizadas ao cabo de uma das poucas mudanças que fiz; então vou tentar resgatá-lo da memória, que já esta apresentando algumas deficiências depois de setenta e duas órbitas e quinze dias (exatamente hoje); vamos lá.
Anteprojeto visando regulamentar a atividade de assaltante nas modalidades de roubo, sem agressão física, e ou furto.
Justificativas: O presente anteprojeto tem como finalidade precípua estabelecer normas reguladoras de uma atividade cada vez mais presente nas nossas sociedade, e que se desenvolve de maneira absolutamente desordenada.
Assim uma vez aprovado o presente projeto de Lei, a sociedade civil, desarmada pelos decretos governamentais da retirada de armas da mãos da pessoas de bem, poderá ter certo lenitivo e uma garantia relativamente a essa modalidade de atividade criminosa.
Da mesma forma os meliantes, mediante esta lei, não estarão mais agindo fora da legalidade, que é balizada no presente projeto, garantindo desta forma certa remuneração, e de garantia de vida; e a possibilidade de não se envolver em crimes com maior apenação, como a de se tornar carrasco executor da pena de morte invertida, modalidade aceita por nossa sociedade.
Como o meliante amparado por esta lei, não se ve compelido à aplicação do artigo condenatório da pena de morte inversa –“A resistência e ou obstrução dos objetivos do meliante”: Assim o cidadão de bem, a quem se aplicaria, no caso de resistência, a penalidade de julgamento e execução sumária, ficará resguardado no tocante a essa lei não escrita ;a Pena de Morte inversa.
Art. 1º - Fica por este projeto regulamentada as várias modalidades de roubo, assim entendidas todas as atividades para obtenção de bens materiais e ou financeiros e de furtos de objetos de qualquer porte sem que o seu proprietário tome imediato conhecimento do mesmo, que nesta hipótese deverá ser enquadrar na modalidade roubo.
Parag. Único - Em razão desta regulamentação se faz necessário e até mesmo imprescindível a criação de entidade regulamentadora das atividades objeto deste anteprojeto, a saber: criação de sindicatos e ou Associações especificas para as modalidades objetos deste anteprojeto
Art.2 – O meliante, uma vez criado os respectivos sindicatos e ou associação deverão obrigatoriamente se filiar, observada a modalidade na qual deseja exercer suas atividades
Parag. I – O meliante poderá mudar de modalidade somente após seis meses de sua primeira opção, e quando solicitada essa mudança, deverá apresentar a documentação necessária de seu sindicato e ou associação bem como documento que comprove estar em dia com as taxas e ou impostos que incidirão sobre os lucros auferidos no período anterior.
Parag. II – O meliante que solicitar a mudança prevista no parágrafo I do artigo 2 acima, deverá providenciar a devolução dos selos e ou declarações que ainda não tenha utilizados, referentes a modalidade que exercia até então, sob pena de sofrer sanções, essa devolução deverá ser efetuada até o décimo quinto dia útil do deferimento de sua mudança de modalidade.
Inciso á) O tempo previsto no parágrafo II do artigo 2, será contado a partir da publicação no diário oficial do município onde o meliante exerce sua atividade.
Parag. III – Uma vez o meliante filiado ao sindicato de sua escolha (modalidade) receberá um selo holográfico indicativo da modalidade, onde estará de forma clara o período de validade do mesmo, que nunca será inferior a três meses, e quando este prazo estiver vencido, deverá o meliante procurar o sindicado e ou associação e realizar a sua troca em igual número, com nova data de validade, observado o período dos três meses iniciais.
Inciso a) – O fornecimento do selo objeto do parágrafo III será feito mediante o pagamento da taxa que não poderá ser superior um centésimo do valor do salário mínimo vigente.
Inciso b) – A troca prevista no parágrafo III, não implicará em cobrança de taxas e ou emolumentos de qualquer natureza e desde que esteja dentro do prazo original de três meses da previsão inicial.
Inciso c) A troca prevista no parágrafo III somente poderá ocorrer até dez dias antes do termino do prazo de três meses previstos, devendo neste caso o meliante observar o que determina o parágrafo V.
Parag. IV - O selo holográfico previsto para ser fornecido pelos sindicatos da modalidade devera obedecer às seguintes características.
b) - Deverá ter uma numeração seqüencial, com algarismo e código de barras;
c) -Ter uma identificação holográfica da modalidade, furto ou roubo, de maneira a ser facilmente observável desde uma distância de três metros.
d) Ter através da identificação de barras de cores a base na qual o meliante poderá atuar;
e) Ser autocolante, de tal forma que possibilite a sua troca, sem a perda da capacidade de adesividade, de até doze vezes;
Parag. V – No exercício de sua atividade, o meliante após a execução de sua tarefa, se roubo, deverá fornecer o selo previsto no parágrafo III para que a sua vítima o aplique em lugar visível de sua indumentária, como indicativo de que foi abordado por um meliante da modalidade roubo.
Parag. VI – O meliante da modalidade furto, deverá providenciar de maneira, a não ser visto ou identificado selo de seu sindicato e ou associação, para que a vítima, uma ter descoberto ter sido furtada, possa aplicar o selo em sua indumentária como identificativo de ter sido vítima de furto.
Inciso único – A pessoa identificada pelo selo seja o de roubo ou de furto, não poderá ser abordado pelo meliante da modalidade pelo período de dois meses, quando portadora de selos das duas modalidades para efeito do prazo de dois meses fica valendo a data do selo que lhe dá maior prazo.
Parag.VII – A vítima ao ser abordada por um meliante devera verificar se ele tem o crachá identificativo de sua modalidade, no caso de roubo, não oferecer resistência e entregar seja lá o que for solicitado pelo meliante, que não poderá exigir mais do que um objeto, e que deverá fornecer o respectivo selo de sua modalidade.
Inciso único: Fica dispensada a identificação quando a modalidade for de furto, devendo o meliante desta modalidade, disponibilizar a vítima o respectivo selo, observando igualmente o fato de que não deverá furtar mais do que um objeto.
Parag.VII – Ficam fora desta regulamentação o roubo e ou furto a residência de veículos motores de qualquer cilindrada e ou número de rodas, as bicicletas de tração motora.
Inciso único – As bicicletas de tração humana poderão ser objeto tanto de roubo como de furto, devendo o meliante fornecer o respectivo selo.
Parag.IX - O meliante que não observar a regras previstas neste anteprojeto, quaisquer que seja, ou use selos com datas de validades vencidos, selos falsos, ou não forneça os respectivos selos, ou ainda não observem o período a que as vitimas tem direito de isenção de novo ataque, terão, uma vez apanhados suas penas acrescida de um sexto da pena original, no caso de reincidência da não observação destas regras terá o acréscimo de mais três dezesseis avos da pena devidamente acrescida de um sexto.
Inciso único – No caso de contumácia na não observação, o meliante julgado como o previsto neste anteprojeto, perderá o direito às visitas intimas, sendo lhe, no entanto, considerado os dereitos inalienáveis dos meliantes, fornecido mensalmente, enquanto durar a pena, uma revista para adultos, observada a sua orientação sexual. (*)
Parag., X – Ficam revogados todas os demais bla-blas a respeito do assunto.
(*) inspiração de uma amiguitcha que pediu para manter seu nominho no anonimato, mas quem usar o crânio logo vai descobrir.
Mais uma vez um barão tristemente hilário, e muito aborrecido com a existência da PENA DE MORTE INVERSA, onde somente inocentes e honestos de carteinha, são executados sem o direito ao contraditório ou ampla defesa e ou advogados presentes antes da execução e ou ainda direito do conforto espiritual prévio.
Deus possa ter misericórdia de todos nós apesar de nós mesmos.
Enquanto isso estejam todos seguros que:
V.D.M.I.Ae.
Atenção: Olá, senhor Sinistr, ops, digo ministro da área, de plantão, se quiser utilizar o ante projeto esteja à vontade, não precisa citar a fonte, use á vontade...rsrsrssrssrsrs
Atenção: Olá, senhor Sinistr, ops, digo ministro da área, de plantão, se quiser utilizar o ante projeto esteja à vontade, não precisa citar a fonte, use á vontade...rsrsrssrssrsrs
terça-feira, 4 de abril de 2017
Igreja do diabo (republicação)
Lá pelos idos de 1880 e poucos, nosso célebre escritor Machado de Assis lavrou um conto sob o título de: A igreja do Diabo.
Trata-se de um conto que atribui o fato a um velho manuscrito beneditino, mas ao lê-lo vemos bem que o autor tinha conhecimento de sua época, como por outro lado, do homem.
O diabo do conto ao querer sua igreja argumenta: “Pois enquanto outras religiões se combatem e se dividem, a minha igreja será única ; não acharei diante de mim,nem Maomé nem Lutero;...”
A seguir comenta, argumentando com Deus, que muitos que se ajoelham nos templos o fazem cheios de resquícios de falsidades e continuam praticar iniquidades...
Uma vez na terra, o diabo envergou a túnica larga de uma ordem religiosa e começou a espalhar sua doutrina “nova e extraordinária, com uma voz que reboava nas entranhas do século. Ele prometia a seus discípulos e fiéis as delicias da terra e toda as glória, os deleites mais íntimos.”
O conto continua: “procurando reforçar sua obra: cortar por toda a solidariedade humana. Com efeito, o amor ao próximo era um obstáculo grave à nova instituição.”
E assim foi até que..., bem, se você quiser ler o conto faça-o mas volte aqui.
A esta altura vamos fazer umas observações:-
O autor diz que o diabo cansou-se de ser desorganizado e de viver com o que sobrava da religião, decidiu então fundar sua igreja.
Deve tê- feito neste nosso século, encontrando alguém que o ouvisse e criasse em seu nome -uma vez que ele mesmo não é capaz de criar algo a não ser a mentira- um esquema completo, redondo e eficaz para fazer adeptos e crescer de forma geometricamente enganadora pelas promessas miríficas de todos seus sonhos, de poder, de mover o sobrenatural, de determinar e subordinar as realizações de Deus à seus sonhos de dinheiro e poder.
A ser o único e verdadeiro representante da verdade divina, pois “deus” lhes falou em revelações e ou sonhos, sendo todas as religiões falsas, e dignas de uma guerra santa.
Guerra essa que sempre começa como todas as outras, escaramuças, lá e cá, com seguranças querendo intimidar, com ameaças, a divulgação do verdadeiro evangelho, podendo com isso chegar até as fogueira do século XVI; só que com maior eficácia dos processos, difamações, censuras, proibições etc. Podendo mesmo usar meios físicos violentos.
Não podemos nos esquecer aonde esse tipo de coisa pode levar àqueles que cegamente acreditam nas pregações supostamente baseadas na Bíblia por esses mestres, lideres de dúzias, de centenas, e de milhares.
Eu me desigrejei, depois de ouvir em um culto de domingo , um pastoreco dizer aos gritos e enfase que em sua igreja, da mesma denominação em outra cidade que:
“La eu tenho trinta e cinco jovens, que com a graça de Deus, farão tudo o que eu determinar.”
Lembrei-me do “pastor"
Jim Jones que também tinha novecentos e poucos que fizeram tudo o que ele determinou – o suicídio – e os que não quiseram obedecer, foram abatidos a tiros por outros que depois se suicidaram.
Mais do que nunca a oração nossa de cada hora deve ser: Senhor criador dos céus e terra, nos livre do laço do passarinheiro, dos representantes de Lúcifer (luzes das trevas), e nos aproximarmos e levarmos quantos pudermos, da Cruz, aonde nossos pecados, maldições hereditárias ou não, foram anuladas pelo sacrifício perfeito, feito por Jesus Cristo, para nos libertar...
Deus tenha piedade de todos nós, apesar de nós mesmos.
V.D.M.I.Ae.
Camila Saori Yamaguti
- Barão - Guaracy I.Martins
- Professor de Arte, fotografo, escultor aposentado, logo vagau (como se dizia nos anos setenta)
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