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domingo, 9 de abril de 2017

Estaremos em breve retornando...

Estamos nos preparando para voltar a escrevver neste espaço, estarei usando  um teclado especial que   ainda  não domino.
Aguardem,,,,
Por oportuno , muito obrigado por vcs acompanharem e continuando a lendo velhas publicações.
Até  já... até derrepente...


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Lei?... num pais de "refolhosos"?


Quando mais jovem, bota tempo nisso, há uns quarenta orbitas terrestres lá trás, por força do curso que fazia – Direito- ali na São Francisco; curso que não terminei por percalços da vida, perpetrei um projeto de Lei com o intuito de regulamentar a atividade então crescente, do roubo e do furto.
É bom saber que conquanto o resultado seja o mesmo, roubo é uma coisa e furto é outra, e se bem me lembro, são capitulados em artigos diferentes, bom deixa isso pra lá...
Esse texto, embora o tenha guardado por um bom tempo parece-me ter se perdido em uma das limpezas realizadas ao cabo de uma das poucas mudanças que fiz; então vou tentar resgatá-lo da memória, que já esta apresentando algumas deficiências depois de setenta e duas órbitas e quinze dias (exatamente hoje); vamos lá.
Anteprojeto visando regulamentar a atividade de assaltante nas modalidades de roubo, sem agressão física, e ou furto.
Justificativas: O presente anteprojeto tem como finalidade precípua estabelecer normas reguladoras de uma atividade cada vez mais presente nas nossas sociedade, e que se desenvolve de maneira absolutamente desordenada.
Assim uma vez aprovado o presente projeto de Lei, a sociedade civil, desarmada pelos decretos governamentais da retirada de armas da mãos da pessoas de bem, poderá ter certo lenitivo e uma garantia relativamente a essa modalidade de atividade criminosa.
Da mesma forma os meliantes, mediante esta lei, não estarão mais agindo fora da legalidade, que é balizada no presente projeto, garantindo desta forma certa remuneração, e de garantia de vida; e a possibilidade de não se envolver em crimes com maior apenação, como a de se tornar carrasco executor da pena de morte invertida, modalidade aceita por nossa sociedade.
Como o meliante amparado por esta lei, não se ve compelido à aplicação do artigo condenatório da pena de morte inversa –“A resistência e ou obstrução dos objetivos do meliante”: Assim o cidadão de bem, a quem se aplicaria, no caso de resistência, a penalidade de julgamento e execução sumária, ficará resguardado no tocante a essa lei não escrita ;a Pena de Morte inversa.

  Art. 1º - Fica por este projeto regulamentada as várias modalidades de roubo, assim entendidas todas as atividades para obtenção de bens materiais e ou financeiros e de furtos de objetos de qualquer porte sem que o seu proprietário tome imediato conhecimento do mesmo, que nesta hipótese deverá ser enquadrar na modalidade roubo.
 Parag. Único - Em razão desta regulamentação se faz necessário e até mesmo imprescindível a criação de entidade regulamentadora das atividades objeto deste anteprojeto, a saber: criação de sindicatos e ou Associações especificas para as modalidades objetos deste anteprojeto

Art.2 – O meliante, uma vez criado os respectivos sindicatos e ou associação deverão obrigatoriamente se filiar, observada a modalidade na qual deseja exercer suas atividades
  Parag. I – O meliante poderá mudar de modalidade somente após seis meses de sua primeira opção, e quando solicitada essa mudança, deverá apresentar a documentação necessária de seu sindicato e ou associação bem como documento que comprove estar em dia com as taxas e ou impostos que incidirão sobre os lucros auferidos no período anterior.

 Parag. II – O meliante que solicitar a mudança prevista no parágrafo I do artigo 2 acima, deverá providenciar a devolução dos selos e ou declarações que ainda não tenha utilizados, referentes a modalidade que exercia até então, sob pena de sofrer sanções, essa devolução deverá ser efetuada até o décimo quinto dia útil do deferimento de sua mudança de modalidade.
         Inciso á) O tempo previsto no parágrafo II do artigo 2, será contado a partir da publicação no diário oficial do município onde o meliante exerce sua atividade.

  Parag. III – Uma vez o meliante filiado ao sindicato de sua escolha (modalidade) receberá um selo holográfico indicativo da modalidade, onde estará de forma clara o período de validade do mesmo, que nunca será inferior a três meses, e quando este prazo estiver vencido, deverá o meliante procurar o sindicado e ou associação  e realizar a sua troca em igual número, com nova data de validade, observado o período dos três meses iniciais.
                 Inciso a) – O fornecimento do selo objeto do parágrafo III será feito mediante o pagamento da taxa que não poderá ser superior um centésimo do valor do salário mínimo vigente.
         Inciso b) – A troca prevista no parágrafo III, não implicará em cobrança de taxas e ou emolumentos de qualquer natureza e desde que esteja dentro do prazo original de três meses da previsão inicial.
              Inciso c) A troca prevista no parágrafo III somente poderá ocorrer até dez dias antes do termino do prazo de três meses previstos, devendo neste caso o meliante observar o que determina o parágrafo V.

Parag. IV - O selo holográfico previsto para ser fornecido pelos sindicatos da modalidade devera obedecer às seguintes características.
a)    -  Indicar claramente e de forma a não criar duvidas o sindicato fornecedor;
b) - Deverá ter uma numeração seqüencial, com algarismo e código de barras;
c) -Ter uma identificação holográfica da modalidade, furto ou roubo, de maneira a ser facilmente observável desde uma distância de três metros. 
d)  Ter através da identificação de barras de cores a base na qual o meliante poderá atuar;
e) Ser autocolante, de tal forma que possibilite a sua troca, sem a perda da capacidade de adesividade, de até doze vezes;

Parag. V – No exercício de sua atividade, o meliante após a execução de sua tarefa, se roubo, deverá fornecer o selo previsto no parágrafo III para que a sua vítima o aplique em lugar visível de sua indumentária, como indicativo de que foi abordado por um meliante da modalidade roubo.

Parag. VI – O meliante da modalidade furto, deverá providenciar de maneira, a não ser visto ou identificado selo de seu sindicato e ou associação, para que a vítima, uma ter descoberto ter sido furtada, possa aplicar o selo em sua indumentária como identificativo de ter sido vítima de furto.
         Inciso único – A pessoa identificada pelo selo seja o de roubo ou de furto, não poderá ser abordado pelo meliante da modalidade pelo período de dois meses, quando portadora de selos das duas modalidades para efeito do prazo de dois meses fica valendo a data do selo que lhe dá maior prazo.
Parag.VII – A vítima ao ser abordada por um meliante devera verificar se ele tem o crachá identificativo de sua modalidade, no caso de roubo, não oferecer resistência e entregar seja lá o que for solicitado pelo meliante, que não poderá exigir mais do que um objeto, e que deverá fornecer o respectivo selo de sua modalidade.
              Inciso único: Fica dispensada a identificação quando a modalidade for de furto, devendo o meliante desta modalidade, disponibilizar a vítima o respectivo selo, observando igualmente o fato de que não deverá furtar mais do que um objeto.
Parag.VII – Ficam fora desta regulamentação o roubo e ou furto a residência de veículos motores de qualquer cilindrada e ou número de rodas, as bicicletas de tração motora.
                    Inciso único – As bicicletas de tração humana poderão ser objeto tanto de roubo como de furto, devendo o meliante fornecer o respectivo selo.
Parag.IX - O meliante que não observar a regras previstas neste anteprojeto, quaisquer que seja, ou use selos com datas de validades vencidos, selos falsos, ou não forneça os respectivos selos, ou ainda não observem o período a que as vitimas tem direito de isenção de novo ataque, terão, uma vez apanhados suas penas acrescida de um sexto da pena original, no caso de reincidência da não observação destas regras terá o acréscimo de mais três dezesseis avos da pena devidamente acrescida de um sexto.
         Inciso único – No caso de contumácia na não observação, o meliante julgado como o previsto neste anteprojeto, perderá o direito às visitas intimas, sendo lhe, no entanto, considerado os dereitos inalienáveis dos meliantes, fornecido mensalmente, enquanto durar a pena, uma revista para adultos, observada a sua orientação sexual. (*)

Parag., X – Ficam revogados todas os demais bla-blas a respeito do assunto.
(*) inspiração de uma amiguitcha que pediu para manter seu nominho no anonimato, mas quem usar o crânio logo vai descobrir.

Mais uma vez um barão tristemente hilário, e muito aborrecido com a existência da PENA DE MORTE INVERSA, onde somente inocentes e honestos de carteinha, são executados sem o direito ao contraditório ou ampla defesa e ou advogados presentes antes da execução e ou ainda direito do conforto espiritual prévio.

Deus possa ter misericórdia de todos nós apesar de nós mesmos.

Enquanto isso estejam todos seguros que:
V.D.M.I.Ae.

Atenção: Olá, senhor Sinistr,  ops, digo ministro da área, de plantão, se quiser utilizar o ante projeto esteja à vontade, não precisa citar a fonte, use á vontade...rsrsrssrssrsrs

terça-feira, 4 de abril de 2017

Igreja do diabo (republicação)

Lá pelos idos de 1880 e poucos, nosso célebre escritor Machado de Assis lavrou um conto sob o título de: A igreja do Diabo.
Trata-se de um conto que atribui o fato a um velho manuscrito beneditino, mas ao lê-lo vemos bem que o autor tinha conhecimento de sua época, como por outro lado, do homem.
O diabo do conto ao querer sua igreja argumenta: “Pois enquanto outras religiões se combatem e se dividem, a minha igreja será única ; não acharei diante de mim,nem Maomé nem Lutero;...”
A seguir comenta, argumentando com Deus, que muitos que se ajoelham nos templos o fazem cheios de resquícios de falsidades e continuam praticar iniquidades...
Uma vez na terra, o diabo envergou a túnica larga de uma ordem religiosa e começou a espalhar sua doutrina “nova e extraordinária, com uma voz que reboava nas entranhas do século. Ele prometia a seus discípulos e fiéis as delicias da terra e toda as glória, os deleites mais íntimos.”
O conto continua: “procurando reforçar sua obra: cortar por toda a solidariedade humana. Com efeito, o amor ao próximo era um obstáculo grave à nova instituição.”
E assim foi até que..., bem, se você quiser ler o conto faça-o mas volte aqui.
A esta altura vamos fazer umas observações:-
O autor diz que o diabo cansou-se de ser desorganizado e de viver com o que sobrava da religião, decidiu então fundar sua igreja.
Deve tê- feito neste nosso século, encontrando alguém que o ouvisse e criasse em seu nome -uma vez que ele mesmo não é capaz de criar algo a não ser a mentira- um esquema completo, redondo e eficaz para fazer adeptos e crescer de forma geometricamente enganadora pelas promessas miríficas de todos seus sonhos, de poder, de mover o sobrenatural, de determinar e subordinar as realizações de Deus à seus sonhos de dinheiro e poder.
A ser o único e verdadeiro representante da verdade divina, pois “deus” lhes falou em revelações e ou sonhos, sendo todas as religiões falsas, e dignas de uma guerra santa.
Guerra essa que sempre começa como todas as outras, escaramuças, lá e cá, com seguranças querendo intimidar, com ameaças, a divulgação do verdadeiro evangelho, podendo com isso chegar até as fogueira do século XVI; só que com maior eficácia dos processos, difamações, censuras, proibições etc. Podendo mesmo usar meios físicos violentos.
Não podemos nos esquecer aonde esse tipo de coisa pode levar àqueles que cegamente acreditam nas pregações supostamente baseadas na Bíblia por esses mestres, lideres de dúzias, de centenas, e de milhares.
Eu me desigrejei, depois de ouvir em um culto de domingo , um pastoreco dizer aos gritos e enfase que em sua igreja, da mesma denominação em outra cidade que:
“La eu tenho trinta e cinco jovens, que com a graça de Deus, farão tudo o que eu determinar.”
Lembrei-me do “pastor"
Jim Jones que também tinha novecentos e poucos que fizeram tudo o que ele determinou – o suicídio – e os que não quiseram obedecer, foram abatidos a tiros por outros que depois se suicidaram.

Mais do que nunca a oração nossa de cada hora deve ser: Senhor criador dos céus e terra, nos livre do laço do passarinheiro, dos representantes de Lúcifer (luzes das trevas), e nos aproximarmos e levarmos quantos pudermos, da Cruz, aonde nossos pecados, maldições hereditárias ou não, foram anuladas pelo sacrifício perfeito, feito por Jesus Cristo, para nos libertar...
Deus tenha piedade de todos nós, apesar de nós mesmos.
V.D.M.I.Ae.

Sonho ou pesadelo (republicação)

Em minhas publicações anteriores quando chamava a atenção para o desejo da implantação neste país de uma revolução bolivariana a moldes de Chaves e de Castro, fui observado que estava vendo fantasmas.
Onde estão autoridades deste País?
A quem interessa essa baderna toda?
Se alguém se lembrar dos estudos de historia há de identificar essa baderna como precursora de uma volta irrevogável aos mais profundos porões da esquerda agressiva ou da direita igualmente obscura.
A esquerda festiva brasilis aprendeu que o poder poderia ser tomado pelo voto, com o "Lula paz e amor", mas chegou lá e não soube o que fazer, (não me venham com estatísticas, estas explicam qualquer coisa, vejam quando ao invés de adotar  medidas cabíveis acusou o descontrole mundial de "marolinha" que não nos atingiria. Esse "loligo santpaulensis" enquanto isso fazia discursos adaptados a plateia que o ouvia, quando trabalhadores, acusando a imprensa e os bancos, quando a empresários estatísticas duvidosas como sempre e ufanismo insustentável.
Enquanto isso uma oposição pífia para não dizer conivente, assistiu a tudo isso sem levantar uma bandeira consistente, inclusive participando de votações que a cada dia mais comprometiam o andamento  regular do país, vejam somente o caso da não atualização periódica da Tabela do Imposto de Renda, que já dessa forma atingindo o trabalhador com qualificação, tirando de seu salário um valor todo mês indevido, que só lhe será restituído um ano após com uma correção insignificante.
A bandeira de oposição aos desmandos do ParTido de plantão foi tomada das mãos da oposição e jogada nas mãos das ruas, que todos estão louvando como um despertar... Será mesmo?  Ou melhor, seria dizer que isso é o inicio do pesadelo nacional de uma revolução  burra, acéfala, sem rumo nem objetivo definido.
Estamos entrando em um estado de ANOMIA, uma vez que aqueles que juraram defender a constituição, que esta sendo  agredida e vilipendiada, (vandalismo), assim permanece sem que esses  papalvos adotem as medidas legais, cabíveis ao fato;
Em minha cidade não tem havido manifestações de cunho reivindicatório, mas de uma malta de assaltantes a serviço da baderna, do roubo e do trafico de drogas que visa colocar a população de joelhos pela implantação de um medo difuso.
Precisamos separar com clareza o que são ideais factíveis, de sonhos utópicos, dos direitos,  da desordem, do justo  e do injusto, e não ficarmos a repetir slogans de que o quê esta acontecendo é fruto da democracia.(o vandalismo é fruto da baderna do desrespeito às leis).
DEMOCRACIA é basicamente o estado de direito, da observância das leis e não o enxovalhamento dos direitos pessoais, coletivos e das leis como um todo em nome de um ideal, meu velho pai, que lutou pela democracia neste país, com armas nas mãos, não agindo em atos covardes que deram  o sonoro nome de Guerrilhas, estaria chorando diante disso que estamos vendo.
Não adianta milhares levantarem as mãos e gritarem uníssono que "somos contra a violência", enquanto mais à frente ou atrás um bando depreda, queimam, e destroem agindo impunemente patrimônio de pessoas que lutaram uma vida toda.sob os olhos do Estado constituído para defender o cidadão pacato, ordeiro e trabalhador, que não o faz em nome do sacro santo dos direitos humanos, dos DEVERES HUMANO, ninguém fala.
 Se as "Otoridades", não usarem agora a lei, e o chamamento dos idealistas protestantes assumirem sua identidade e responsabilidade, não permitindo que manifestantes se mascarem e outras coisas, e aplicar a força da lei para com os baderneiros. reprimindo desmandos, se com força que é de direito do Estado ou teremos dentro em breve que partir para uma cirurgia mais radical.
É triste ver policiais  recuando diante de uma malta de insanos armados de pedras, não me venham com colocações piegas de evangélicos pacóvios que devemos agir sempre com amor no coração, mas parece que não leram em suas bíblias     Romanos 12: 18   Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Logo se eu quero paz, mas meu opositor não a quer a qualquer custo, JÀ NÂO DEPENDE DE MIM.
Mas estamos diante do dilema de: ou fazemos cumprir a LEI, ou devolvamos o Brasil para Portugal com os devidos pedidos de desculpa pelas besteiras que até aqui fizemos.
Acordem realmente, antes que venhamos a nos arrepender de tanto idealismo e de tantas posições “politicamente corretas”, que no fundo, no fundo mesmo, nada mais é que hipocrisia.
É bom lembrar também que  no Vácuo do Poder é que agem os aproveitadores, salvadores da pátria e outros animais políticos exóticos, tão a modo da América Latina.

Deus tenha misericórdia de nosso sofrido país.

A única coisa certa em tudo isso é que:

V.D.M.I.Ae.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

FATOS E FEITOS I



Dias atrás iniciamos esta série seria, tratado do tema acima, hoje vamos tentar das uma continuidade a coisa, mas cuidando de um assunto para muitos irrelevante, mas para este escriba mui significativo, tendo em vista o que ocorre no mundo “envangélico”.

“IGREJA” ou seria Ingreja?

;Vamos principiar pelo principio sem temer ser redundante, o quê na verdade quer dizer igreja?

Vamos ao dicionario:
Igreja : s. f. 1. Templo dedicado ao culto cristão. 2. Conjunto de fiéis unidos pela mesma fé e sujeitos aos mesmos guias espirituais. (Michaellis)
Aí está, duas definições, que no caso de que vou tratar prefiro ficar com a segunda, uma vez que a primeira sem a segunda nada mais é do que uma edificação com características especificas e nada mais do que isso.

Dai o escrevinhador aqui acreditar que a segunda definição é mais abrangente e completa, até em razão de que quando os escritores das epístolas ao se referirem aos que havia abraçado o seguir o Caminho a Verdade e a vida, assim eram chamados, se não vejamos:

Dê uma olhadinha alé em Gálatas 1; 13,, se considerarmos igreja dentro da primeira definição do dicionario acima exposta, Paulo estaria perseguindo as sinagogas ou casas ?    Ou estaria perseguindo as pessoas que se reuniam na residencias daqueles que se reuniam unidos pela mesma fé na salvação revelada em Jesus Cristo?

Então tá.é só isso...

Eu só queria entender, saibam que de conformidade com as Escrituras Sagradas, Deus também ama aos Desadunados.

 a.du.nar
v. Tr. dir. Congregar,

V.D.M.I.Ae.


domingo, 6 de dezembro de 2015

LIBERDADE, O QUE É ISSO?





li.ber.da.de

s. f. 1. Estado de pessoa livre e isenta de restrição externa ou coação física ou moral. 2. Condição do ser que não vive em cativeiro. 3. Condição de pessoa não sujeita a escravidão ou servidão. 4. Independência, autonomia. 5. Ousadia. 6. Permissão. 7. Imunidade. S. f. pl. 1. Regalias, franquias, imunidades, privilégios concedidos aos cidadãos pela constituição do país ou de que goza um país, uma divisão dele, uma instituição etc. 2. Familiaridade importuna; atrevimento, confiança: Tomar liberdades com alguém.

Desde já há algum tempo tenho ocupado minha mente em tentar entender o quê na verdade é essa tal de liberdade, tão almejada e tão buscada por todos.

Interessante é que ao longo de todas as órbitas percorridas, já são setenta e cinco e quatro meses, nossa visão de liberdade se apresenta multifacetada em decorrência de nossa idade..

Outra constatação é que essa ideia, sensação, ou aparência de liberdade sofre restrições maiores e ou menores, sobretudo no seio da família, coisa que nem sempre naquele dado momento entendemos ou aceitamos.

A idade mais avançada, quando o cérebro e a memória pode nos acudir, conseguimos enxergar a liberdade como algo bem palpável e diria eu com uma certa arrogância, imprescindível para a consecução da vida, não somente a nossa mas a de todos e tudo o que nos cerca e tem em si esse dom fabuloso a que chamamos vida.

Como na colocação logo ali em cima, uma definição obtida de um dicionário no caso o Michaelis, podemos verificar a sua complexidade para a compreensão do que venha a ser verdadeiramente a liberdade.

Neste muito pensar fui levado a comparar o conceito liberdade ao ar que nos cerca, não o vemos, mas vez por outra sentimos o seu frescor em nossa pele atordoada pelo calor intenso ou o súbito arrepio enregelado pelo frio da brisa que nos atinge.

Sabemos da sua importância fundamental para o ser humano animais, vida vegetal, para os mares e seus habitantes, sabemos o quão importante é mantê-lo livre de inquinamentos, para a manutenção da vida

A liberdade não existe quando estamos sujeitos a qualquer sorte de submissão domínio, imposições; quando conversei sobre este aspecto da liberdade com uma de minhas netas obtive como contraposição a pergunta:

-Então qual a razão de tantas regras?

Não respondi de pronto mas pedi que ela mesmo me desse algumas implicações que ela mesma achava do porque disso.

Socorreu-lhe a memória com a lembrança de algumas aulas de filosofia e com a compreensão de que necessariamente as regras nem sempre são restritivas de liberdade.

A liberdade pressupõe normalidade, eliminação de óbices para a consecução da vida, necessidades que garantam a própria existência dessa mesma liberdade.

A total ausência de normas para a vida, implicará fatalmente em caos, anarquia, desvios, elementos esses que contrariam a definição e a compreensão de liberdade.

Pode existir liberdade sem normas?
Não seria isso um contrassenso?


Por óbvio que não; tudo o que existe de visível em nosso mundo todo, está sujeito a uma lei uma norma regulatória, a um planejamento ou se quisermos, no mundo natural a uma lei previamente estabelecida.

Essa lei que a ciência em seus estudos tenta desvendar e ou entender.

Na convivência humana ou de grupos humanos havemos de ter essas regras escritas ou não, para que a vida possa se desenvolver de maneira harmônica.

Quando nos reunimos em grandes grupos damos o nome a essas regras civilizatórias guardiãs da liberdade interpessoais do grupo, constituição, assim poderão aparecer regras restritivas de comportamento individuais em favor do grupo.

Essas regras assim constituídas devem apenas preservar algumas situações que balizem o caminho a ser seguido, limitando os desmandos evidentes e a própria preservação da liberdade.

Me ocorre neste momento a memória as modificações que foram introduzidas sub-repticiamente nas praticas da igreja a que frequentava.

Os leigos se ocupavam de atividades na igreja, que como era administrada de forma conciliar, os elegiam a cada ano para o exercício da atividade, assim tínhamos : O guia leigo, os ecônomos, o superintendente da ED. os professores das varia classes de alunos, houve um tempo que alguém em um concílio introduziu a ideia de “Dons e ministérios”, parece coisa pouca, mas subverteu o sentido até então vigente de estar “prestando um serviço a comunidade de fé, para o sentido de estar a serviço no exercício de uma atividade para qual fora eleito por Deus e o orgulho de exercer um ministério.

Bobagens! Mas foi o fulcro da criação de feudos pessoais e ou familiares, e com isso introdução de doutrinas espúrias do pentecostalismo, que estava grassando com coisas e atitudes totalmente antibíblicas, como consequência, quando o grupo ou pessoa vinha na ED, ou mesmo em reuniões de culto com esses tais novidadismos, sendo admoestados para nos conservarmos atados aos ditames bíblicos, logo ouvíamos:

-Irmão eu estou ouvindo a Deus em “MEU ministério e exercendo como Deus me indicou”

Na ED muitas vezes ouvíamos: “Deus hoje pela manhã me deu uma mensagem para trazer a esta igreja e eu vou falar” e la vinha um monte de heresias doutrinárias.

Quando admoestados, mais uma vez vinha a fala, estou exercendo o “MEU ministério”.

Dai às praticas mais exóticas tais como: Cair no espirito, com direito a alguns hematomas e ou coisas um pouco mais pesadas, gritos histéricos, glossolalia, profetadas, convites para o púlpito e pregadores de doutrinas contraria a bíblia.

Nos últimos tempos Gedozismos, Encontros Tremendos com Deus” Sermões exaltando lideres do passado como forma de estabelecer ligações atuais de obediência aos homens de Deus, etc.

Essas atitudes, pouco tempo depois fez com que um Concílio de Bispos desse uma carta a igreja alertando e indicando o cuidado a ser observado com a introdução em nosso meio do sistema G12.

E pasmem depois de dois anos um bispo que, assinara o dito alerta contra o G12, lidera a transformação das igrejas em igrejas Celulares, tive a oportunidade de perguntar a um seu representante que me orientasse:

-Quando foi que o Espirito Santo havia orientado o referido Bispo, quando assinara o documento alertando que o sistema G12 era uma redonda heresia, ou agora que transformava a igreja em Igreja Celular no sistema G12”.

Como resposta obtive a seguinte pérola:

-Irmão, o senhor não precisa de Pastor e nem de bispo, já que se acha com sabedoria superior a eles, e saiba que como tudo o evangelho se moderniza e se adapta as novas circunstâncias. ( para mim, redonda mentira)

Só me restou dizer-lhe que sim eu seguiria sua orientação, não precisaria mais de pastor e nem de bispo que se esquecem que Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre e que “Verbum Domine Manet In Aeternum.

Liberdade é como o ar que respiramos, que quando não é puro, é por única e exclusiva nossa culpa.

Nisto em regra de fé a Bíblia sagrada me parece a orientação mais segura pois afirma que o conhecimento da verdade é o que nos traz a liberdade. João 8:32.


Deus tenha piedade de nós, neste mundo repleto de hipocrisia do politicamente correto em detrimento da verdade.

V.D.MI.Ae.


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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Parem o mundo, esta tudo errado.




Estou hå um bom tempo sem comparecer por aqui, não sei ao certo a razão, talvez um desencantamento com a vida em razão da idade, um  desacoroçoamento em relação ao falar e não se sentir ouvido, nem mesmo dentro do próprio ambiente onde vivo.

Mas é    impossivel ficar  calado diante de tanta  diatribe ouvida por aí.

O mundo parece  estar exposto a uma loucura coletiva  que atinge até mesmo mentes que se afiguram mais bem preparadas.

As mentiras   mais deslavadas são  frequentemente aceitas como lapidares verdades, até  mesmo aquelas   contadas por contumazes e conhecidos mentirosos.

A   verdade é  distorcida de forma grotesca, o que bastaria para desqualificar  quem assim procede, mas essas   distorções  acabam sendo aceitas até mesmo quando lhes falecem a lógica.
Vejam  sem ardores ideológicos  o que está ocorrendo no meio político não somente no âmbito nacional, mas no mundial, parece que ser corrupto é apanagio de homens públicos, a mentira é coisa do dia a dia, a traição não só no âmbito familiar, mas também no mundo dos negócios, dos esportes ,da arte  é tido como sinal de esperteza.

Nos passamos por uma enorme crise,que nos mostra sua cara e seus visíveis efeitos na economia, mas sua origem  nos a encontramos na falha moral  e ausência de caráter.

Tentamos resolver todos os nossos problemas com leis,tais como a lei da palmada, lei do idoso lei do suicidio assistido, lei que define o que é uma família,etc, etc.   como se com leis podemos regularmos a moralidade, a ética   e o respeito  humano.

Estamos a correr atrás de mosquitos enquanto engulimos  elefantes; essa interferência na vida das pessoas perpassa todas as instancias: querem que comamos isto ou aquilo, façamos tais ou quais exercícios com tal frequência, e por ai vai...

Interessante que impingir doutrinas e ou dogmas,ideologias; como se tais ensinamentos ou normas representassem a mais pura  e insofismável verdade, vendem nos fé, elementos reforçadores de fé, como  o caminho para uma vida nova, cheia de bens materiais e ou benesses econômicas como nunca antes vi nestas setenta e cinco    orbitas percorridas.

Os sevandijas  se    encontram de tal sorte inseridos em  todas as instancias sociais inclusive e ou  precisamente na IGREJA.

Para isso   o alerta  data de   1925 anos, pelo    apostolo João na sua segunda carta, versos 7 em diante e atentem bem à recomendação dos versos 10 e 11.

Deus tenha piedade de todos nós apesar de nós mesmos...

V.D.M.I.Ae.